sexta-feira, 31 de março de 2017

FASCÍNIOS


 


"Vivo aqui há 20 anos e sinto em alguns portugueses que conheço, e numa parte da comunicação social, um certo fascínio por Marine Le Pen. O mesmo fascínio que houve aqui em relação a Donald Trump e ao brexit. Há muitos portugueses que, lá no fundo do coração, desejam a vitória de Marine Le Pen nas eleições presidenciais francesas."

Olivier BonamiciDN

quinta-feira, 30 de março de 2017

CINE PARAÍSO

UMA CERTA CULTURA CALVINISTA

Dijsselbloem, meu malandreco...,

Com que então, enquanto nós cá pelo sul só pensamos em copos e 'gaijas', os teus patrícios, cheios de cultura calvinista e de químicos nas veias, andam a 'comer-se' uns aos outros e a exportar a hepatite 'A'???
Podias, sobre o assunto, dar uma entrevista a um jornal alemão e falar, em linguagem simples e compreensível para os selvagens do sul, das vantagens do 'chemsex'. Assim, por exemplo: "O chemsex é como a monda química: primeiro os químicos e, depois, a palhinha (abafada)". A malta percebia e sempre ficava com mais cultura calvinista e mais uma opção para gastar o dinheiro: nos medicamentos para tratar a hepatite.
Não era porreiro, pá?

NOTÍCIAS DA CLOACA

Tomás Correia arguido em investigação decorrente da Operação Marquês

O atual número um da Associação Mutualista Montepio Geral, Tomás Correia, ex-presidente do banco, foi constituído arguido no âmbito de uma nova investigação resultante da Operação Marquês. O ex-presidente do banco refutou em comunicado qualquer relação com este processo.

Tomás Correia é suspeito de ter recebido 1,5 milhões de euros para financiar José Guilherme. Este construtor civil ficou conhecido por ter oferecido 14 milhões de euros a Ricardo Salgado, à data presidente do Banco Espírito Santo.
O banco Montepio poderá ter sido lesado com falsos pretextos para o empréstimo.
RTP

A Comissão Europeia anda a gozar connosco

"Quando o Estado quer investir no capital da Caixa Geral de Depósitos, a DGCOMP tem uma série de restrições que vai impor, algumas delas quase punitivas, como seja o restringir da presença da CGD no mercado, com perda de balcões e pessoal expressivas, a imposição de condições comercias que limitam a capacidade da CGD competir no mercado e, por último, forçar o Estado a lançar uma emissão de dívida que, porque se destina a completar o aumento de capital e tem um regime de perdas totais em primeira linha, custa quase 10% ao ano de juros. Dizem que o Estado tem de investir nas condições em que um privado investiria.
Mas depois chegamos ao dossier NovoBanco e a regra passa a ser que o Estado até pode ficar com uma participação muito substancial no Banco, correndo os riscos de futuros aumentos de capital e de perdas no capital investido, mas não pode participar na gestão, nem tão pouco nomear administradores. Que privado investiria nessas condições? Nenhum. Mas esse critério deixou de interessar.
Da decisão da CGD à decisão do NovoBanco vão uns dias. O que mudou nas regras? Nada. Na interpretação delas? Tudo. O diferencial? Um ódio profundo à propriedade e gestão públicas da parte dos serviços da Comissão, que quer lá saber do que dizem os tratados, desde que se cumpra a sua mundividência neoliberal.
Na aplicação do regime dos auxílios de Estado a regra tem sido que o dinheiro do contribuinte serve, mas a gestão pública não. E é exactamente isto que os Tratados impedem. Até quando vamos fingir que não vemos?"

Marco Capitão Ferreira
Expresso

quarta-feira, 29 de março de 2017

segunda-feira, 27 de março de 2017

DIA MUNDIAL DO TEATRO

DIA MUNDIAL DO TEATRO

A GUERRA COLONIAL (FEVEREIRO 1961 - ABRIL 1974) - O CRIME CONTINUADO

A

SOBRE A PESTE

Trump não é um epifenómeno

O seu estilo ajuda a recrutar e ascender gente que faz do bullying um modo de exercer o poder.

Trump não é um epifenómeno. Tudo é interessante no “momento” Trump. Quase tudo é perigoso em Trump. Nada vai ficar igual com ele e nada vai ficar igual depois dele. Quase tudo muda com ele. Trump é o mais moderno político hoje em funções numa democracia, mas a modernidade que ele ajuda a revelar é assustadora. É a cor do futuro no presente e, para quem preza a democracia, é a mais suja das cores. Mas está lá, mas está cá.

Ele é o Presidente da “nova ignorância”, sobre a qual escrevi há algum tempo, um misto de troll, de figurante de um reality show especialmente bully, um artista de variedades e um con man, um vigarista. Desculpem tanta palavra em inglês, mas é nessa língua que tem florescido a ecologia que é a de Trump. O seu Twitter é um retrato psicológico do mundo que se encontra hoje nas redes sociais, a mesma incapacidade de separar verdade da mentira, a mesma ignorância presumida e arrogante, o mesmo desprezo pelo saber e pela especialização, o mesmo misto de ameaças e de gabarolice, o mesmo uso paupérrimo da linguagem, com abundância de expletivos e de maiúsculas, que são uma forma de gritar numa mensagem. Só não há erros de ortografia, porque alguém os corrige. A ameaça, a chantagem e a vingança são elementos fundamentais no seu Twitter e, como estamos a falar do homem mais poderoso do mundo (por ironia uma televisão americana fez um documentário sobre Putin, o “homem mais poderoso do mundo”…, mas não é), tem de ser tomado muito a sério.

J. Pacheco Pereira
Público

SOMA E SEGUE

Álvaro Sobrinho suspeito em desvio de 650 milhões no BES Angola

A investigação do Ministério Público ao ex-presidente do BES Angola Álvaro Sobrinho suspeita da apropriação de cerca de 650 milhões de euros do banco por parte deste empresário luso-angolano.

O dinheiro desapareceu antes de 2013 e motivou já quatro tentativas frustradas de apreensão de todo o património deste ex-banqueiro em Portugal. Em causa estão alegados crimes de abuso de confiança e burla qualificada, de que também terá sido vítima o BES, em Portugal.

JN 

BOMBAS E ÁGUA BENTA (CONVÉM RECORDAR)

A náusea

“Quando Portugal Ardeu” é uma dolorosa e inovadora descida ao inferno profundo dos bastidores da rede bombista de extrema-direita nos idos de 1975/76

Expresso



domingo, 26 de março de 2017

O EIXO DA MERDA



Aquele gajo com aspecto de cigano viúvo e que fala sempre de olhos em baixo mete nojo.

CINE PARAÍSO

COM GENTALHA DESTA, A 'EUROPA' NÃO SOBREVIVE MAIS 60 ANOS




sábado, 25 de março de 2017

E NÃO DEVIAM PROIBIR O ÁLCOOL NOS CONSELHOS DE COMISSÁRIOS?









Comissão Europeia quer proibir o tabaco na praia

SUGESTÃO


O LIVRO
Ao longo de todo o Estado Novo, a oposição a Salazar e Marcelo Caetano foi também feita por mulheres que com enorme sacrifício pessoal abandonaram as suas casas, a sua família, as suas terras, até o seu nome, para mergulhar na clandestinidade e a partir dali combater o regime.
Actuando na sombra, levando uma vida silenciosa e correndo inúmeros riscos todos os dias, a sua conduta constituiu um extraordinário exemplo de bravura, de sacrifício e de dedicação a uma causa cívica e política que contribuiu de forma decisiva para a queda de um regime ditatorial e para o advento da Democracia.
Recolhendo testemunhos de vida de mulheres que passaram por experiências tão marcantes, Mulheres da Clandestinidade resgata do silêncio vozes fundamentais de um combate singular e constitui, ao mesmo tempo, um merecido tributo a uma militância norteada por uma abnegação e por uma coragem que continuam a surpreender.

A AUTORA

Vanessa de Almeida nasceu em Lisboa. É licenciada em História (variante História da Arte) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e mestre em Antropologia, na área de especialização em Direitos Humanos e Movimentos Sociais, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Autora de dois livros e com colaboração em várias obras colectivas, tem como temáticas de interesse os movimentos sociais, a clandestinidade política, o género e os usos da memória. É investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.

SOBRE BIBLIOTECAS

"Ele [Eduardo Prado Coelho] dizia que uma biblioteca só começa a ser interessante quando há nela tantos livros por ler quanto os livros lidos. Se só tiver obras que já conhecemos, torna-se uma biblioteca estática."

Maria do Rosário Pedreira
E / Expresso

PRÉMIOS

Cartas de Guerra foi o grande vencedor dos Prémios Sophia

Com nove distinções, o filme de Ivo Ferreira, baseado em textos de António Lobo Antunes, foi o mais celebrado na cerimónia da Academia Portuguesa de Cinema, numa noite em que foi anunciada a criação dos Prémio Nico, dedicados aos novos valores do cinema português.

 A 11 nomeações corresponderam nove distinções, incluindo as de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento Adaptado (Ivo Ferreira e Edgar Medina),  Melhor Montagem (Sandro Aguilar e Ivo Ferreira), Melhor Direcção de Fotografia (João Ribeiro), Melhor Som (Ricardo Leal), Melhor Guarda-Roupa (Lucha d’Órey), Melhor Direcção Artística (Nuno G. Mello), Melhor Maquilhagem e Cabelos (Nuno Esteves “Blues”).
Público

sexta-feira, 24 de março de 2017

MAIS UM DESGOSTO PARA A CRIADAGEM DO SR. SCHAUBLE

Défice do ano passado ficou em 2,1%, o valor mais baixo das últimas quatro décadas

Estimativa oficial do INE. Bruxelas avalia agora saída do procedimento por défices excessivos.
Público

OUVE LÁ,OH DIJSSEELBLOEM, AQUI TENS UM PAÍS DO SUL QUE É UM VIVEIRO DE 'SÃOTINHOS', MAS DISTO NÃO FALAS TU.

Papa Francisco aprova canonização dos pastorinhos

O papa Francisco aprovou o milagre que permite a canonização dos beatos Francisco e Jacinta Marto, anunciou a sala de imprensa da Santa Sé. (TSF)

BARRIGADA DE RIR

Convite para CGD? Vara garante que nunca falou com Sócrates

quinta-feira, 23 de março de 2017

A FEZADA DO COSTA

Banco de Portugal opôs-se a técnicos e manteve idoneidade de Ricardo Salgado

Numa reunião realizada em Dezembro de 2013 técnicos do Banco de Portugal defenderam a retirada de idoneidade a Ricardo Salgado. Administração recusou

A administração do Banco de Portugal (BdP) recusou, numa reunião realizada nos primeiros dias de Dezembro de 2013, retirar a idoneidade ao presidente do Banco Espírito Santo (BES), mesmo contra a opinião dos responsáveis técnicos pela supervisão. A equipa de Carlos Costa argumentou que não podia usar informação sobre o repatriamento de capitais e as correcções fiscais do banqueiro porque esta tinha sido obtida de forma privilegiada. Já os técnicos defenderam que os dados de que dispunham lhe foram facultados por Ricardo Salgado e, como tal, a questão não se colocava. Mas saíram derrotados.
Público

GUERRA COLONIAL (FEVEREIRO 1961 - ABRIL 1974) - O CRIME CONTINUADO

MENSAGEM PARA A HOLANDA

o grande filho da puta
também em certos casos começa
por ser
um pequeno filho da puta,
e não há filho da puta,
por pequeno que seja,
que não possa
vir a ser
um grande filho da puta,
diz o grande filho da puta.
no entanto,
há filhos da puta
que já nascem grandes
e filhos da puta
que nascem pequenos,
diz o grande filho da puta.
de resto,
os filhos-da-puta
não se medem aos
palmos, diz ainda
o grande filho-da-puta.
o grande filho da puta
tem uma grande
visão das coisas
e mostra em
tudo quanto faz
e diz
que é mesmo
o grande filho da puta.
por isso
o grande filho da puta
tem orgulho em ser
o grande filho da puta.
todos
os pequenos filhos da puta
são reproduções em
ponto pequeno
do grande filho da puta,
diz o grande filho da puta.
dentro do
grande filho da puta
estão em ideia
todos os
pequenos filhos da puta,
diz o
grande filho da puta.
tudo o que é bom
para o grande
não pode
deixar de ser igualmente bom
para os pequenos filhos da puta,
diz
o grande filho da puta.
o grande filho da puta
foi concebido
pelo grande senhor
à sua imagem e
semelhança,
diz o grande filho da puta.
é o grande filho da puta
que dá ao pequeno
tudo aquilo de que ele
precisa para ser
o pequeno filho da puta,
diz o
grande filho da puta.
de resto,
o grande filho da puta
vê com bons olhos
a multiplicação
do pequeno filho da puta:
o grande filho da puta
o grande senhor
Santo e Senha
Símbolo Supremo
ou seja,
o grande filho da puta.

                                                                          ALBERTO PIMENTA

CONFISSÕES DE UM EURO-TRUMPISTA


Não há nada como um Dijsselbloem para pôr todos de acordo. Menos eu
José Manuel Fernandes
Observador
(Jornal javardo-trumpista)

quarta-feira, 22 de março de 2017

UMA LEMBRANÇA PARA O FILHO-DA-PUTA


Resposta ao pequeno holandês

Ah, o que o noticiário de ontem me trouxe de arte e luxúria! Passeei-me pela Holanda, quando ela era grande e não só entreposto de impostos dos outros. Rembrandt em autorretrato, uma mão pousada no nadegueiro da sua mulher Saskia e outra levantando o cálice. Mulheres e copos. Vermeer é mais vinho branco, límpido como as suas sedas. Frans Hals, em Jovem e a Sua Amada, faz ambos de maçãs de rosto tão vermelhas que só pode ser do tintol que o rapaz levanta em glória. Já Gerard ter Borch, pintor dos ricos, só tem garrafas de cristal trazidas por criados. Jan Steen, pintor de tascas (bordeeltjes, cenas de bordel ou tabernas, são mesmo um género da grande pintura flamenga), no óleo Vinho Holandês, com uma bêbada de seio nu e coxas ao léu, homem com a mão marinhando pela perna dela e um querubim, nem 6 anos, já abotoado ao copo. Gabriel Metsu vai com a mulher, Isabelle de Wolf, para a taberna e pinta o casal agarrado, entre si e ao vinho. Copos e mulheres... E eu, confesso, não gastei o meu dinheiro num curso rápido sobre a pintura holandesa. Limitei-me a ler uma brochura da Académie Amorim, fundação de Américo Amorim, um homem do Sul da Europa, grato ao vinho e à cortiça. A brochura chama-se O Copo de Vinho na Pintura Holandesa na Idade do Ouro, porque os verdadeiros europeus estão gratos à grande Holanda. Já para responder a Jeroen Dijsselbloem, um curso rápido de arte portuguesa chegava: um caralho das Caldas para ti, pequeno holandês.

Ferreira Fernandes
DN

DISCURSO SOBRE O FILHO-DA-PUTA (NOVA VERSÃO)

Pedro Santos Guerreiro (Expresso)

O FDP (FANÁTICO DOS PIROPOS) TEM RAZÃO

Dijsselbloem acusa os europeus do Sul de gastarem dinheiro em “copos e mulheres”

O ainda ministro das Finanças holandês e presidente do Eurogrupo, Jeroen Dijsselbloem, acusou os europeus do Sul de gastarem o seu dinheiro “em copos e mulheres” e “depois pedirem que os ajudem”. (Público)

É doloroso reconhecer, mas o chuchialista holandês tem razão. Eis a prova:
Os do sul, aos magotes, bandulho atestado de verdasco, bagaço e jeropiga, gastam os seus últimos euritos, no Red Light District, com as trabalhadeiras de Amsterdão. Depois, lá vão eles, uma mão à frente e outra atrás, ter com os filhos delas para pedirem ajuda financeira.

BOAS NOTÍCIAS

Uma nova vida para a centenária livraria Ferin

A livraria Ferin, no Chiado, prepara-se para uma nova vida a partir de hoje. Resgatada pelo dono da Ler Devagar, José Pinho, terá um bar e uma livraria infantil na cave, até agora fechada. A loja centenária, com montras para a Rua Nova do Almada, continuará fiel à tradição dos livros de arte, genealogia e livros estrangeiros. E terá mais autores portugueses traduzidos.
DN


MAIS UM DESGOSTO PARA A CRIADAGEM DO SR. SCHAUBLE


Desemprego do IEFP regista maior queda homóloga em 28 anos

Público

PRÉMIO VIDA E OBRA - UM DISCURSO

terça-feira, 21 de março de 2017

DIA MUNDIAL DA POESIA



Ó subalimentados do sonho!

A poesia é para comer.



Natália Correia

DIA MUNDIAL DA ÁRVORE


'BOTAS', O PATRIOTA

Exilados de Portugal

Todo um conjunto de criadores e pensadores simplesmente lançados ao mar por Salazar, o que não o impede de ainda ser um “patriota” na imaginação de alguns em 2017.
1. Salazar foi aquele espécime que em 1940 negou nacionalidade a Vieira da Silva-Arpad Szenes quando eles fugiam dos nazis, ao mesmo tempo que inaugurava em Belém uma grandiosa exibição do “Mundo Português”, com as suas “províncias ultramarinas”. A guerra devorava a Europa e quem acolheu Vieira e Arpad foi a primeira das ex-colónias portuguesas: o Brasil. Sete anos durou esse exílio, quase matando Vieira. Agora, uma exposição com vários inéditos dá uma ideia do que os dois artistas criaram durante a temporada brasileira, apesar de tudo.

2. Ela portuguesa, ele judeu húngaro, Vieira e Arpad tinham-se conhecido no meio das Belas Artes em Paris, estavam casados havia uma década. E “acordaram apátridas numa manhã veranil, quando se encontravam de férias com amigos na Ilha de Ré, em França”, escreve Marina Bairrão Ruivo, directora do Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, em Lisboa, curadora desta mostra. Mesmo com ameaça nazi, a ditadura portuguesa determinou que Arpad não ganhasse cidadania e Vieira a perdesse. “Fugidos de França e recusados em Portugal”, aterraram no Rio de Janeiro trazendo toda uma sombra.

Alexandra Lucas Coelho
Público

BOAS NOTÍCIAS

A Cotovia quer voltar a voar

Meio ano após a morte de André Jorge, fundador da Cotovia, Fernanda Mira Barros quer relançar a editora, mantendo a qualidade do catálogo, mas apostando mais na comunicação.
Público

ROTINA

Ajuda ao GES dita acusação a 9 ex-gestores do Montepio

O Banco de Portugal acusou Tomás Correia e oito ex-gestores da Caixa Económica Montepio de irregularidades graves. Em causa, operações de financiamento ao GES e ao filho de José Guilherme.Jornal de Negócios

segunda-feira, 20 de março de 2017

GUERRA COLONIAL (FEVEREIRO 1961 - ABRIL 1974) - O CRIME CONTINUADO

TRUMPORTUGALIDADE


"Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança.
Eu não ponho flores neste cemitério."

Clara Ferreira Alves
Expresso

sábado, 18 de março de 2017

BOAS NOTÍCIAS

Espólio do escritor Carlos de Oliveira vai ser exposto pela primeira vez

A exposição Carlos de Oliveira: A parte submersa do iceberg abre este sábado no Museu do Neo-Realismo.

O espólio do escritor Carlos de Oliveira vai ser exposto pela primeira vez, no Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira, a partir de sábado, revelando textos e iconografia de um dos principais autores portugueses do século XX.
A exposição Carlos de Oliveira: A parte submersa do iceberg abre este sábado e estará patente até dia 29 de Outubro, apresentando sobretudo manuscritos, dactiloscritos, documentos e fragmentos, "com todo o peso da aura" do autor de Uma abelha na chuva e Finisterra, disse à agência Lusa o curador da exposição, Osvaldo Manuel Silvestre, professor da Universidade de Coimbra.
Público

O MEU CÃO NÃO DIRIA MELHOR



Schäuble: quem nos avisa nosso amigo é


Helena Garrido

Observador
(Jornal javardo-trumpista)

CALDEIRADA À MODA DE S. BENTO

Oito deputados investigados pela AR por terem empresas com negócios com o Estado

Jornal Económico revela que há oito deputados que terão mais de 10% de sociedades de advogados com os quais o Estado celebrou ajustes directos.
Oito deputados, quatro do PS e quatro do PSD, vão responder à subcomissão de ética do Parlamento por terem participações em empresas de advogados superiores a 10% com as quais a administração pública já celebrou contratos, alguns por ajuste directo.
Entre os visados estão o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, e os deputados Fernando Macedo (PSD), Paulo Rios de Oliveira (PSD), Guilherme Silva (PSD), Renato Sampaio (PS), José Rui Cruz (PS), Ricardo Bexiga (PS) e Luís Moreira Testa (PS).
Público

UM IMENSO ADEUS


Morreu James Cotton, pioneiro da harmónica no blues

sexta-feira, 17 de março de 2017

GUERRA COLONIAL (FEVEREIRO 1961 - ABRIL 1974) - O CRIME CONTINUADO


"Les revenants doivent parler à la place des disparus, parfois, les rescapés à la place des naufragés."

"Sans doute faut-il parfois parler au nom des naufragés. Parler en leur nom, dans leur silence, pour leur rendre la parole."

"Je n'avais pas vraiment survécu. Je n'étais pas sûr d'être un vrai survivant. J'avais traversé la mort, elle avait été une expérience de ma vie."

Jorge Semprún
In "L'Écriture ou la Vie"

A CARIDADEZINHA


quinta-feira, 16 de março de 2017

HOLANDA




La extrema derecha no ha pasado!

QUEM TE VIU E QUEM TE LÊ...

As sempre polémicas declarações de Brigitte Bardot, agora em livro

Répliques et Piques é uma colectânea de frases da actriz francesa reunida por François Bagnaud, onde esta revela que sempre foi “prisioneira” da sua imagem e manifesta o seu apoio à líder da Frente Nacional, Marine Le Pen.
Público

UM REACCIONÁRIO SEM MÁSCARA

Rentes de Carvalho vota Geert Wilders


Observador
(Jornal javardo-trumpista)

AS GAVETAS DA COELHEIRA

Offshores: Governo anterior deixou na gaveta sete acordos para troca de informação

Portugal assinou vários acordos internacionais de troca de informação fiscal com paraísos fiscais, mas, por decisão do Governo liderado por Passos Coelho, deixou sete deles “na gaveta”.
Público