domingo, 18 de fevereiro de 2018

SINTONIA

“As pessoas não querem trabalhar, as empresas não conseguem contratar”

Pedro Ferraz da Costa
"I" 16.2.2017

"O Carnaval é mais uma desculpa esfarrapada para não trabalhar num país onde a maioria da população detesta trabalhar."

Clara Ferreira Alves
Expresso 17.2.2017

A COREIA VERDE

"Ponto um: a partir de hoje não compraremos nem mais um jornal desportivo, assim como o Correio da Manhã. 

"Ponto dois: não vejam nenhum canal português de televisão, além da Sporting TV. 

"Ponto três: que todos os comentadores afetos ao Sporting abandonem de imediato os programas. Que nenhum sportinguista mais aceite participar e estar ao lado desses cartilheiros e paineleiros".


Bruno de Carvalho

sábado, 17 de fevereiro de 2018

UM OLHO NO PADRE E O OUTRO NO BANQUEIRO


A instituição da sociedade portuguesa na qual os portugueses mais confiam é a Presidência da República e aquelas em que menos confiam são a banca e a igreja ou religião organizada.

Público

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

HASTA LA VISTA, COMPAÑEROS!


SUGESTÃO


FUTESGOTOL

O guarda-redes Cássio e os defesas Marcelo, Nadjack e Roderick Miranda, este último entretanto transferido para o Wolverhampton, clube do segundo escalão do futebol inglês e treinado por Nuno Espírito Santo. Serão estes os quatro jogadores constituídos arguidos no âmbito da investigação do Ministério Público por, presumivelmente, terem recebido dinheiro para perder um jogo do campeonato da época passada frente ao Feirense, segundo avançou nesta quinta-feira a estação televisiva SIC.
Público

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

QUERES DEVOLUÇÃO DO IVA? TOMA!

 "Partidos políticos: com a lei aprovada esta quinta-feira no Parlamento, deixam de ter um valor máximo para os fundos angariados e passam a poder pedir a devolução do IVA de todas as suas despesas." (Público)

A democracia tem um preço e estou, como sempre estive, disposto a pagá-lo. Pago um preço, mas não qualquer preço. Atribuir às seitas partidárias isenções fiscais que o fascismo atribuía às seitas religiosas (com particular destaque para a católica) é uma pouca-vergonha que só pode ter uma veemente resposta: 

Não!

  

O MELHOR DO JORNAL DAS MERCEARIAS CONTINENTE EM 2017

O jornal das mercearias Continente, agora dirigido pelo ex-assessor de Durão Barroso, publicou "O melhor do Público em 2017".
Certamente por lapso, esqueceu-se de elencar (bonita palavra) o saneamento de colunistas refractários do exército de salvação belmiro-paSSos-dinisista.
Recordemos:
A minha colaboração com o Público termina este mês, por iniciativa da actual direcção, de David Dinis. Estou no jornal desde a sua fundação. Saí dos quadros da empresa em 2013, por minha decisão, mas mantive um acordo de colaboração regular. Chega agora ao fim uma intensa e fecunda relação de 27 anos, no mesmo momento em que são dispensados do jornal nomes tão fundamentais da imprensa portuguesa como Alexandra Lucas Coelho e José Vítor Malheiros. 
Continuarei a fazer reportagem, a escrever e a publicar onde quer que o Jornalismo seja valorizado.
O recém-empossado director do “Público”, David Dinis, propôs reduzir a minha crónica semanal a mensal e cortar para metade a remuneração de cada crónica. Recusei por considerar que essa proposta esvazia o diálogo com o leitor e reduz a remuneração a algo indigno. Nenhuma outra proposta foi feita. Cumprirei, pois, o contrato que tenho até 31 de Março, e a partir daí encerra-se a minha relação de 19 anos com este jornal. Registo que isto acontece na sequência de David Dinis ter dispensado José Vítor Malheiros(link is external) e Paulo Moura(link is external), nomes fundamentais na história do “Público”, e do jornalismo português. Registo ainda o facto de os três estarmos claramente à esquerda do que é o posicionamento do recém-empossado director.
A recente dispensa de Alexandra Lucas Coelho e de Paulo Moura - dois dos melhores repórteres e dos mais originais autores da sua geração - pode ser sinal de muitas coisas quanto à orientação editorial do Público. Mas é certamente sinal de uma: a aposta na qualidade e na diversidade de pontos de vista não é um dos eixos da nova estratégia do Público.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

O PRESIDENTE BISPO


Sinceramente, sinceramente, parece-me que a actuação febril de Marcelo, nesta quadra natalícia, com o espectáculo mediático que a secunda, é mais adequada a um bispo de Cascais sedento de fama do que a um presidente da República.

GUERRA COLONIAL - O CRIME CONTINUADO

Ernestina e “os lutos inacabados do império”

Durante os primeiros seis anos da guerra colonial, o Estado só pagava o regresso de militares vivos. Permanecem até hoje enterrados em África cerca de 1500 corpos. Muitas famílias já os esqueceram, algumas ainda não.
Público

CHEGA DE "DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA"

Associação quer fim da mensagem de Natal do Cardeal Patriarca na RTP

Tomada de partido contra o direito à morte assistida na mensagem deste ano provoca reacção da Associação República e Laicidade.
Público

O PADEIRO FEDORENTO


A Padaria Portuguesa está envolta numa nova polémica depois de colocar vários bolos-rei no lixo
SAPO

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

domingo, 24 de dezembro de 2017

Ladainha dos Póstumos Natais

Ladainha dos Póstumos Natais


Há-de vir um Natal e será o primeiro 
em que se veja à mesa o meu lugar vazio 

Há-de vir um Natal e será o primeiro 
em que hão-de me lembrar de modo menos nítido 

Há-de vir um Natal e será o primeiro 
em que só uma voz me evoque a sós consigo 

Há-de vir um Natal e será o primeiro 
em que não viva já ninguém meu conhecido 

Há-de vir um Natal e será o primeiro 
em que nem vivo esteja um verso deste livro 

Há-de vir um Natal e será o primeiro 
em que terei de novo o Nada a sós comigo 

Há-de vir um Natal e será o primeiro 
em que nem o Natal terá qualquer sentido 

Há-de vir um Natal e será o primeiro 
em que o Nada retome a cor do Infinito 

David Mourão-Ferreira

HANNAH

Hannah Arendt. A passagem por Lisboa a caminho da liberdade

Sem pátria durante mais de duas décadas, a filósofa alemã refugiou-se em Lisboa, em 1941, até conseguir partir para os Estados Unidos. Os deputados do Livre na assembleia municipal propuseram agora que se assinale a casa onde Hannah Arendt viveu. Para que não se esqueça o passado e se reflicta no presente.
“É uma questão simbólica porque Hannah Arendt é uma das maiores filósofas do século XX”, refere o deputado do Livre, Paulo Muacho, ao PÚBLICO. “Com o drama dos refugiados que continua bastante presente, e sem resolução à vista, e todos os ataques aos direitos humanos a que temos assistido, consideramos que era importante manter a memória daquilo que se passou no passado e do que esta figura da Hannah Arendt representa”.

COMUNICAÇÃO SOCIAL



"Tenho a certeza de que se Hitler fosse vivo, hoje, seria considerado um tipo politicamente incorrecto e sem papas na língua e escreveria para o Observador, ia à RTP 3, jogava padel com o David Dinis e estava em quase todos os Prós e Contras e a Fátima tratava-o por Doutor Adolfo."

João Quadros

Jornal de Negócios

sábado, 23 de dezembro de 2017

CATALUNHA - UMA SEMANA DE VITÓRIAS




Real Madrid - 0



Barcelona - 3