segunda-feira, 27 de março de 2017

DIA MUNDIAL DO TEATRO

DIA MUNDIAL DO TEATRO

A GUERRA COLONIAL (FEVEREIRO 1961 - ABRIL 1974) - O CRIME CONTINUADO

A

SOBRE A PESTE

Trump não é um epifenómeno

O seu estilo ajuda a recrutar e ascender gente que faz do bullying um modo de exercer o poder.

Trump não é um epifenómeno. Tudo é interessante no “momento” Trump. Quase tudo é perigoso em Trump. Nada vai ficar igual com ele e nada vai ficar igual depois dele. Quase tudo muda com ele. Trump é o mais moderno político hoje em funções numa democracia, mas a modernidade que ele ajuda a revelar é assustadora. É a cor do futuro no presente e, para quem preza a democracia, é a mais suja das cores. Mas está lá, mas está cá.

Ele é o Presidente da “nova ignorância”, sobre a qual escrevi há algum tempo, um misto de troll, de figurante de um reality show especialmente bully, um artista de variedades e um con man, um vigarista. Desculpem tanta palavra em inglês, mas é nessa língua que tem florescido a ecologia que é a de Trump. O seu Twitter é um retrato psicológico do mundo que se encontra hoje nas redes sociais, a mesma incapacidade de separar verdade da mentira, a mesma ignorância presumida e arrogante, o mesmo desprezo pelo saber e pela especialização, o mesmo misto de ameaças e de gabarolice, o mesmo uso paupérrimo da linguagem, com abundância de expletivos e de maiúsculas, que são uma forma de gritar numa mensagem. Só não há erros de ortografia, porque alguém os corrige. A ameaça, a chantagem e a vingança são elementos fundamentais no seu Twitter e, como estamos a falar do homem mais poderoso do mundo (por ironia uma televisão americana fez um documentário sobre Putin, o “homem mais poderoso do mundo”…, mas não é), tem de ser tomado muito a sério.

J. Pacheco Pereira
Público

SOMA E SEGUE

Álvaro Sobrinho suspeito em desvio de 650 milhões no BES Angola

A investigação do Ministério Público ao ex-presidente do BES Angola Álvaro Sobrinho suspeita da apropriação de cerca de 650 milhões de euros do banco por parte deste empresário luso-angolano.

O dinheiro desapareceu antes de 2013 e motivou já quatro tentativas frustradas de apreensão de todo o património deste ex-banqueiro em Portugal. Em causa estão alegados crimes de abuso de confiança e burla qualificada, de que também terá sido vítima o BES, em Portugal.

JN 

BOMBAS E ÁGUA BENTA (CONVÉM RECORDAR)

A náusea

“Quando Portugal Ardeu” é uma dolorosa e inovadora descida ao inferno profundo dos bastidores da rede bombista de extrema-direita nos idos de 1975/76

Expresso



domingo, 26 de março de 2017

O EIXO DA MERDA



Aquele gajo com aspecto de cigano viúvo e que fala sempre de olhos em baixo mete nojo.

CINE PARAÍSO

COM GENTALHA DESTA, A 'EUROPA' NÃO SOBREVIVE MAIS 60 ANOS




sábado, 25 de março de 2017

E NÃO DEVIAM PROIBIR O ÁLCOOL NOS CONSELHOS DE COMISSÁRIOS?









Comissão Europeia quer proibir o tabaco na praia

SUGESTÃO


O LIVRO
Ao longo de todo o Estado Novo, a oposição a Salazar e Marcelo Caetano foi também feita por mulheres que com enorme sacrifício pessoal abandonaram as suas casas, a sua família, as suas terras, até o seu nome, para mergulhar na clandestinidade e a partir dali combater o regime.
Actuando na sombra, levando uma vida silenciosa e correndo inúmeros riscos todos os dias, a sua conduta constituiu um extraordinário exemplo de bravura, de sacrifício e de dedicação a uma causa cívica e política que contribuiu de forma decisiva para a queda de um regime ditatorial e para o advento da Democracia.
Recolhendo testemunhos de vida de mulheres que passaram por experiências tão marcantes, Mulheres da Clandestinidade resgata do silêncio vozes fundamentais de um combate singular e constitui, ao mesmo tempo, um merecido tributo a uma militância norteada por uma abnegação e por uma coragem que continuam a surpreender.

A AUTORA

Vanessa de Almeida nasceu em Lisboa. É licenciada em História (variante História da Arte) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e mestre em Antropologia, na área de especialização em Direitos Humanos e Movimentos Sociais, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Autora de dois livros e com colaboração em várias obras colectivas, tem como temáticas de interesse os movimentos sociais, a clandestinidade política, o género e os usos da memória. É investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.

SOBRE BIBLIOTECAS

"Ele [Eduardo Prado Coelho] dizia que uma biblioteca só começa a ser interessante quando há nela tantos livros por ler quanto os livros lidos. Se só tiver obras que já conhecemos, torna-se uma biblioteca estática."

Maria do Rosário Pedreira
E / Expresso

PRÉMIOS

Cartas de Guerra foi o grande vencedor dos Prémios Sophia

Com nove distinções, o filme de Ivo Ferreira, baseado em textos de António Lobo Antunes, foi o mais celebrado na cerimónia da Academia Portuguesa de Cinema, numa noite em que foi anunciada a criação dos Prémio Nico, dedicados aos novos valores do cinema português.

 A 11 nomeações corresponderam nove distinções, incluindo as de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Argumento Adaptado (Ivo Ferreira e Edgar Medina),  Melhor Montagem (Sandro Aguilar e Ivo Ferreira), Melhor Direcção de Fotografia (João Ribeiro), Melhor Som (Ricardo Leal), Melhor Guarda-Roupa (Lucha d’Órey), Melhor Direcção Artística (Nuno G. Mello), Melhor Maquilhagem e Cabelos (Nuno Esteves “Blues”).
Público

sexta-feira, 24 de março de 2017

MAIS UM DESGOSTO PARA A CRIADAGEM DO SR. SCHAUBLE

Défice do ano passado ficou em 2,1%, o valor mais baixo das últimas quatro décadas

Estimativa oficial do INE. Bruxelas avalia agora saída do procedimento por défices excessivos.
Público

OUVE LÁ,OH DIJSSEELBLOEM, AQUI TENS UM PAÍS DO SUL QUE É UM VIVEIRO DE 'SÃOTINHOS', MAS DISTO NÃO FALAS TU.

Papa Francisco aprova canonização dos pastorinhos

O papa Francisco aprovou o milagre que permite a canonização dos beatos Francisco e Jacinta Marto, anunciou a sala de imprensa da Santa Sé. (TSF)

BARRIGADA DE RIR

Convite para CGD? Vara garante que nunca falou com Sócrates

quinta-feira, 23 de março de 2017

A FEZADA DO COSTA

Banco de Portugal opôs-se a técnicos e manteve idoneidade de Ricardo Salgado

Numa reunião realizada em Dezembro de 2013 técnicos do Banco de Portugal defenderam a retirada de idoneidade a Ricardo Salgado. Administração recusou

A administração do Banco de Portugal (BdP) recusou, numa reunião realizada nos primeiros dias de Dezembro de 2013, retirar a idoneidade ao presidente do Banco Espírito Santo (BES), mesmo contra a opinião dos responsáveis técnicos pela supervisão. A equipa de Carlos Costa argumentou que não podia usar informação sobre o repatriamento de capitais e as correcções fiscais do banqueiro porque esta tinha sido obtida de forma privilegiada. Já os técnicos defenderam que os dados de que dispunham lhe foram facultados por Ricardo Salgado e, como tal, a questão não se colocava. Mas saíram derrotados.
Público

GUERRA COLONIAL (FEVEREIRO 1961 - ABRIL 1974) - O CRIME CONTINUADO

MENSAGEM PARA A HOLANDA

o grande filho da puta
também em certos casos começa
por ser
um pequeno filho da puta,
e não há filho da puta,
por pequeno que seja,
que não possa
vir a ser
um grande filho da puta,
diz o grande filho da puta.
no entanto,
há filhos da puta
que já nascem grandes
e filhos da puta
que nascem pequenos,
diz o grande filho da puta.
de resto,
os filhos-da-puta
não se medem aos
palmos, diz ainda
o grande filho-da-puta.
o grande filho da puta
tem uma grande
visão das coisas
e mostra em
tudo quanto faz
e diz
que é mesmo
o grande filho da puta.
por isso
o grande filho da puta
tem orgulho em ser
o grande filho da puta.
todos
os pequenos filhos da puta
são reproduções em
ponto pequeno
do grande filho da puta,
diz o grande filho da puta.
dentro do
grande filho da puta
estão em ideia
todos os
pequenos filhos da puta,
diz o
grande filho da puta.
tudo o que é bom
para o grande
não pode
deixar de ser igualmente bom
para os pequenos filhos da puta,
diz
o grande filho da puta.
o grande filho da puta
foi concebido
pelo grande senhor
à sua imagem e
semelhança,
diz o grande filho da puta.
é o grande filho da puta
que dá ao pequeno
tudo aquilo de que ele
precisa para ser
o pequeno filho da puta,
diz o
grande filho da puta.
de resto,
o grande filho da puta
vê com bons olhos
a multiplicação
do pequeno filho da puta:
o grande filho da puta
o grande senhor
Santo e Senha
Símbolo Supremo
ou seja,
o grande filho da puta.

                                                                          ALBERTO PIMENTA

CONFISSÕES DE UM EURO-TRUMPISTA


Não há nada como um Dijsselbloem para pôr todos de acordo. Menos eu
José Manuel Fernandes
Observador
(Jornal javardo-trumpista)