domingo, 22 de julho de 2018

AS NOITES DE CRISTAL




Tenho de reconhecer as minhas limitações: não consigo distinguir um estado alemão só com arianos em estado puro de um estado de Israel só com judeus sem sombra de pecado.

ILHAS DE ESCURIDÃO

Cinco municípios em Portugal não têm serviço de biblioteca

A maioria das 303 bibliotecas municipais integra a Rede Nacional de Bibliotecas Públicas. Alzejur, Marvão, Terras de Bouro, Vila Viçosa e Calheta não têm biblioteca alguma.
Público

sábado, 21 de julho de 2018

GUERRA COLONIAL - O CRIME CONTINUADO

A Guerra Colonial ainda não acabou?

A promoção de Marcelino da Mata, a existir, constituirá uma enorme vergonha para o Portugal de Abril.

Temos assistido a condecorações, passados mais de 40 anos, por actos que, em termos de guerra absoluta, até merecerão ser reconhecidos, mas que – hoje, passados todos estes anos – deveriam enterrar-se de vez. Continua, de facto, a haver quem não queira esquecer, nem permitir que os outros esqueçam, a Guerra Colonial.
Não vou desenterrar outros lamentáveis episódios de promoções e condecorações a que já assistimos. Venho é manifestar-me totalmente contrário, aqui acentuando o meu profundo protesto, contra a hipotética promoção, por distinção, do militar Marcelino da Mata – oriundo da Guiné-Bissau, com nacionalidade portuguesa, já promovido por distinção a capitão, graduado em tenente-coronel – a major.
Porquê?, pergunto. Para o graduarem em coronel ou, quem sabe, general? Para quê?
Porque acredito nos princípios de quem fez a proposta, creio que o senhor general Chefe de Estado-Maior do Exército não sabe dos crimes de guerra que o então sargento Marcelino da Mata praticou na Guiné, com especial relevo no referido ataque a Conacri (e não só, como afirmo na página 44 do meu livro Do Interior da Revolução).
Não quero acreditar, como não acredito, que os diversos responsáveis – ministro da Defesa Nacional, primeiro-ministro, Presidente da República – aprovem a decisão de o promover, se souberem bem o que aconteceu.
Vasco Lourenço
Público

COBRIÇÕES & COBERTURAS

Justiça espanhola abre inquérito às gravações da antiga namorada do rei Juan Carlos

Corinna zu Sayn-Wittgesntein foi gravada por um antigo comissário da polícia a dizer que o monarca, que entretanto abdicou, a usou como testa de ferro para esconder propriedades no estrangeiro.
A Audiência Nacional, o tribunal espanhol para os casos mais graves e as questões de Estado, abriu uma investigação ao conteúdo das gravações feitas em 2015 em Londres pelo empresário e comissário da polícia reformado José Villarejo. Numa delas, Corinna zu Sayn-Wittgesntein, que teve uma relação amorosa com o rei Juan Carlos, diz que foi usada pelo pai de Felipe VI como testa de ferro para ocultar património.
Público

quinta-feira, 19 de julho de 2018

O GRUMETE DO ANEDOTÁRIO NACIONAL

"Tancos é a carga da brigada ligeira de Azeredo Lopes: a evidência de que só a custo o poderemos encarar como ministro. Ainda por cima da Defesa. Num país minimamente civilizado Azeredo Lopes seria despromovido a grumete. Aqui continua como ministro, a falar da NATO e do orçamento para a Defesa. Nada que admire: Aguiar Branco também foi ministro da Defesa e ninguém se importou. Não se compreende como Azeredo Lopes e Rovisco Duarte continuam nos seus condomínios institucionais. Tancos é, no seu labirinto de ocultações e meias-verdades, um laboratório perfeito do que é o mundo dos inquéritos oficiais em Portugal. Onde até os investigadores desconfiam uns dos outros. Mas custa que alguém que tutela um elemento fulcral dos deveres do Estado seja tão inexistente como Azeredo Lopes. Resta saber porque continua a passar revista às tropas."

Fernando Sobral
Jornal de Negócios

CEM ANOS


quarta-feira, 18 de julho de 2018

A JÓIA DA COROA CAVAQUISTA (CUSTOS DE MANUTENÇÃO)

Público

CIMEIRA DE HELSÍNQUIA 2018


AVISO À GERINGONÇA



"Se é certo que estas esquerdas conseguiram entender-se para viabilizar um governo de verdadeira alternativa à direita, o risco da sobranceria política consiste em desfazer o muito que já conseguiram alcançar nestes últimos anos, levando longe de mais a escalada de exigências mútuas, até a um “ponto de não retorno” a partir do qual acabarão por oferecer à direita, de bandeja, o regresso ao poder."

Alfredo Barroso
"I"

terça-feira, 17 de julho de 2018

UM IMENSO ADEUS




Morreu João Semedo

A JÓIA DA COROA CAVAQUISTA (CUSTOS DE MANUTENÇÃO)

Público

BLOCO CENTRAL - PERSPECTIVAS

“A Operação Tutti Frutti é um daqueles casos que poderá abalar o regime”



O presidente da associação Transparência e Integridade, João Paulo Batalha, acha que Portugal é um país corroído pela corrupção. E que os partidos políticos já não se conseguem limpar sozinhos.
"Não somos um País de corruptos no sentido em que a esmagadora maioria dos cidadãos portugueses não é corrupta. Mas somos um País corrompido no sentido em que as instituições públicas estão em muitas matérias essenciais capturadas por interesses particulares que têm um acesso desproporcionado aos decisores. Portanto, é um País corrompido no sentido em que o parlamento, que é eleito para legislar em defesa do interesse comum, em muitas matérias essenciais e com grande relevância económica, legisla em defesa de interesses particulares. E o Governo não protege o interesse comum, mas os interesses particulares em muitas matérias. Resumindo: não é um País de alma corrompida, mas o corpo está corroído pela corrupção."

UM IMENSO ADEUS






Morreu o jornalista e escritor Altino do Tojal, autor de "Os Putos"

segunda-feira, 16 de julho de 2018

OS SEGREDOS DA JUSTIÇA


Caso Lex. Supremo decide que juíza Fátima Galante pode voltar às suas funções

Na última semana, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu manter Rui Rangel suspenso, mas revogou suspensão da desembargadora Fátima Galante.
SOL

SUGESTÃO


domingo, 15 de julho de 2018

O 18 BRUMÁRIO DE AZEREDO LOPES E DE SEUS GENERAIS E CORONÉIS


Lá pelos idos de 1852, o velho Karl avisou que a História é tragédia num primeiro momento e farsa quando, necessariamente, se repete.
Bom, sem querer polémicas com o célebre autor do Manifesto de 1848, sempre me atrevo a dizer que a ordem de entrada em cena da tragédia e da farsa nem sempre é a mesma. E a favor da minha tese recorro à 'investigação' ao roubo de armas e munições, em Tancos: primeiro, foi uma farsa, depois, repetindo-se a 'investigação', pode ser uma tragédia.

O PREÇO DO "SUCESSO" CAVAQUISTA

Houve perdões de dívida e reestruturação de créditos decididos com "critérios subjetivos". Alguns devedores viram a Parvalorem anular os créditos que tinham obtido do falido BPN em processos "indevidamente documentados".
DN