quinta-feira, 30 de agosto de 2012

ELES ANDAM POR AÍ...


Anders Breivik foi “o que a Noruega merecia”, diz escritor francês

Richard Millet, um conhecido escritor francês, fez estalar mais uma polémica ao dizer que Anders Breivik foi “o que a Noruega merecia”. Apesar de não aprovar os crimes cometidos por Breivik, Millet refere que  a Noruega merecia os ataques.
As declarações do autor foram feitas depois de este ter lido as 1500 páginas do manifesto online de Breivik, condenado a 21 anos de prisão.
Millet confessa admirar a escrita de Breivik e afirma que o homicida “é filho de uma família fracturada”.
As palavras de Richard Millet estão a chocar várias pessoas e causar polémica dado o facto de este ser vencedor de vários prémios literários em França.
«I»

A FESTA DAS PALAVRAS


O PASSO A PASSO DO PASSOS

Há sempre um primeiro passo...

Fisco recebe ordens para estudar cortes nos benefícios fiscais dos casais com filhos deficientes (Portugal 2012)

Para se chegar aqui:
Esterilização forçada foi  precursora da matança sistemática dos doentes mentais e deficientes (Alemanha 1939)


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A GARGALHADA DO DIA



“Pedinchar é a pior coisa a fazer”


Marcelo Rebelo de Sousa
(CM)

RECUPERAÇÃO DE PATRIMÓNIO

Financial Times diz que Portugal tem feito uma recuperação 'nas sombras'
SOL

AFIRMA PEREIRA

Afirma Pereira, o Silva que por saber os segredos de Fátima faz de irmã Lúcia do filósofo parisiense, a propósito da privatização da RTP: Existem muitos interesses em grupos de comunicação social e em grupos económicos, e alguns deles com ligações políticas.
Ora, como muito bem nos lembramos, a tentativa de assalto à TVI e o assalto consumado ao BCP foram obra dos impulsos e das leis do 'mercado' sem ligações perigosas a grupos económicos ou máfias políticas. 
Afirma, Pereira, afirma que o teu afirmar tem graça.
(E, já agora, não te esqueças de tomar os comprimidos para a memória e os pingos para a falta de vergonha).

terça-feira, 28 de agosto de 2012

NEGÓCIO DA CHINA OU NEGÓCIO DE ANGOLA?

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/miguelsousatavares/2012/08/28/proposta-de-concessao-da-rtp-e-o-negocio-da-china-diz-miguel-sousa-tavares

FLATULÊNCIAS


Concessão do grupo RTP e fim da RTP 2 em causa

Borges falou com o aval do Governo

O consultor do Governo para as privatizações, António Borges, reconheceu ao CM que o anúncio sobre o modelo de concessão da RTP a privados e o fim da RTP 2 teve conhecimento do Governo.
"Só comunico questões do meu trabalho com o Governo quando o Governo me autoriza a fazê-lo", esclareceu.
CM

A GARGALHADA DO DIA


Nem membro residente da troika escapou à arte dos carteiristas lisboetas

Há quem acuse a troika de estar a meter a mão nos bolsos dos portugueses, mas também ela já se pode queixar de que lhe foram ao bolso em Portugal. É que o representante do Fundo Monetário Internacional (FMI), o austríaco Albert Jaeger, a viver em Lisboa desde Outubro, ficou sem a carteira no eléctrico 28 quando foi passear entre os turistas ao Castelo de São Jorge e teve a prova de que os carteiristas se infiltram por todo o lado, não olhando a cargos ou estatutos das vítimas.
«I»

PERFILADOS! COMEÇA HOJE A 5ª AVALIAÇÃO DA TROIKA


segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Passos Coelho: "Só vamos sair da crise empobrecendo"


Métodos dos países asiáticos inspiram nova abordagem

Unilever prepara-se para o regresso da pobreza à Europa

O responsável pela Europa do gigante anglo-neerlandês do agro-alimentar Unilever disse numa entrevista publicada nesta segunda-feira que vê “a pobreza regressar” ao continente, e por isso vai adaptar a sua estratégia.
“A pobreza regressa à Europa”, disse Jan Zijderveld ao diário Financial Times Deutschland, acrescentando: “Se um espanhol não gasta em média mais de 17 euros quando faz as suas compras, não vou propor-lhe um pacote de detergente que custa metade do seu orçamento.”

Zijderveld disse ir agora inspirar-se nos métodos utilizados pela Unilever nos países asiáticos em desenvolvimento para abordar o mercado europeu, vendendo produtos mais baratos embalados em porções mais pequenas.

“Na Indonésia, vendemos amostras individuais de champô por dois a três cêntimos cada e mesmo assim ganhamos dinheiro”, disse este responsável de um grupo que abrange marcas de grande distribuição muito conhecidas também em Portugal, como a Dove (produtos de higiene pessoal), a Olá (gelados) ou a Knorr (especiarias).

Financial Times Deutschland relata que a Unilever começou, por exemplo, a vender em Espanha pequenas embalagens de detergente que apenas permitem fazer cinco máquinas de roupa.

“Os mercados na Europa são um pouco os Jogos Olímpicos da distribuição: os mais difíceis! Quem triunfa aqui, dá-se bem em todo o lado”, disse ainda Jan Zijderveld.

A Unilever tem em Portugal uma parceria com a Jerónimo Martins desde 1949, que actualmente se materializa na Unilever Jerónimo Martins, comercializando marcas como a Becel, Maizena, Skip ou Cif.
Público

O NOJO


Murdoch pede que deixem o príncipe Harry em paz

O magnata dos media terá autorizado a publicação das fotos de Harry nu no jornal "The Sun", mas agora pede paz para o príncipe.
O magnata da comunicação social Rupert Murdoch manifestou hoje o seu apoio ao príncipe Harry de Inglaterra, através da rede social Twitter, apelando para que o deixarem em paz.

Na rede social, Murdoch referia-se à polémica gerada com a publicação de fotografias em que o príncipe aparecia nu em Las Vegas, nos Estados Unidos da América, que foram divulgadas na internet e no seu jornal "The Sun".
EXPRESSO




ESTA MALDITA QUESTÃO DAS DÍVIDAS...


Alemanha recusa dar mais tempo à Grécia

Governo alemão voltou hoje a rejeitar os apelos gregos para terem mais tempo para implementarem reformas, sublinhando que  "tempo é sempre dinheiro".

O ministro da Economia alemão, Philipp Roesler, rejeitou hoje ceder aos apelos da Grécia para ter mais tempo para implementar as reformas económicas.

Roesler, o vice-chanceler alemão, defendeu que a Grécia tem de se restringir ao plano desenhado no acordo de resgate alcançado com os credores.

O primeiro-ministro grego disse sexta-feira à chanceler alemã Angela Merkel num encontro em Berlim que o seu país precisa de "tempo para respirar" antes de fazer todos os cortes orçamentais e reformas necessárias.

No entanto, Roesler insistiu hoje numa entrevista de televisão que "tempo é sempre dinheiro".
EXPRESSO


(O dever de memória:


A Alemanha devia pagar as suas obrigações à Grécia, há muito em dívida

No Verão de 1940 Mussolini, apercebendo-se da presença de soldados alemães nos campos petrolíferos da Roménia (um aliado da Alemanha), considerou isso um sinal perigoso da expansão da influência alemã nos Balcãs e decidiu invadir a Grécia. Em Outubro de 1940, a Grécia foi arrastada para a Segunda Guerra Mundial pela invasão do seu território. Para salvar Mussolini de uma humilhante derrota, Hitler invadiu a Grécia em Abril de 1941.
A Grécia foi saqueada e devastada pelos alemães como nenhum outro país durante a ocupação alemã. O Ministro Alemão da Economia, Walter Funk, assumiu que a Grécia sofreu as atribulações da guerra como nenhum outro país da Europa.
À sua chegada, os alemães começaram a saquear o país. Apropriaram-se de tudo o que necessitavam para a sua estadia na Grécia e despachavam para a Alemanha tudo aquilo a que conseguiam deitar a mão: alimentos, produtos industriais, equipamento industrial, mobiliário, objectos artísticos provenientes de colecções valiosas, pinturas, tesouros arqueológicos, relógios, jóias, e até os puxadores das portas de algumas casas. A produção completa das minas gregas de pirites, minério de ferro, crómio, níquel, manganésio, magnesite, bauxite e ouro foi enviada para a Alemanha. James Schafer, um executivo do petróleo americano que trabalhava na Grécia, resumiu a situação: “Os alemães estão a saquear tanto quanto conseguem, tanto abertamente como forçando os gregos a vender em troca de marcos de papel sem valor, emitidos localmente” (Mazower p.24). Mussolini queixou-se ao seu ministro dos negócios estrangeiros, o conde Ciano: “Os alemães roubaram até os cordões dos sapatos aos gregos ” (Ciano p.387).
O saque completo do país, a hiperinflação gerada pela impressão descontrolada de Marcos de Ocupação pelos comandantes locais alemães e o consequente colapso económico do país provocaram uma fome devastadora. Para além de alimentar os 200000 a 400 000 soldados de ocupação do Eixo estacionadas na Grécia, o país foi forçado a fornecer os que estavam envolvidas nas operações militares no Norte de África. Frutos, vegetais, gado, cigarros, água e até frigoríficos foram enviados do porto grego do Pireu para portos líbios (Iliadakis p. 75). A Cruz Vermelha Internacional e outras fontes estimaram que entre 1941 e 1943 pelo menos 300 000 gregos morreram de fome (Blytas p. 344, Doxiadis p.37, Mazower p.23).
A Alemanha e Itália impuseram à Grécia somas exorbitantes como despesas de ocupação para cobrir não apenas os custos de ocupação mas também para suportar os esforços de guerra alemães no Norte de África. Como percentagem do produto nacional bruto, estas somas foram muito superiores aos custos de ocupação suportados pela França (apenas um quinto dos que foram pagos pela Grécia), Holanda, Bélgica, ou Noruega. Ghigi, o plenipotenciário italiano na Grécia, disse em 1942, “A Grécia está completamente exaurida” (Mazower p. 67). Num acto de abuso de poder, as autoridades de ocupação forçaram o governo de Tsolakoglou a pagar indemnizações aos cidadãos alemães, italianos e albaneses que residiam na Grécia ocupada por prejuízos, presumivelmente ocorridos durante as operações militares. Os cidadãos italianos e albaneses receberam somas equivalentes a 783 080 dólares e 64 626 dólares, respectivamente! (Iliadakis p. 96). A Grécia, que foi destruída pelo Eixo, foi forçada a pagar a cidadãos dos seus inimigos por alegados danos que não foram provados.
Para além das despesas de ocupação, a Alemanha obteve à força um empréstimo da Grécia (empréstimo de ocupação) de 3500 milhões de dólares. O próprio Hitler conferiu carácter legal (inter-governamental) a este empréstimo e deu ordens para começar o processo de pagamento. Depois do fim da guerra, na reunião de Paris em 1946, foram atribuídos à Grécia 7100 milhões de dólares (dos 14000 pedidos) como reparações de guerra.
A Itália pagou à Grécia a sua quota-parte do empréstimo de ocupação, e tanto a Itália como a Bulgária pagaram as reparações de guerra à Grécia. A Alemanha pagou as reparações de guerra à Polónia, em 1956, sob pressão dos EUA e do Reino Unido; pagou também reparações de guerra à Jugoslávia em 1971 (para aplacar Tito e evitar que ele aderisse ao Bloco Soviético). A Grécia exigiu o pagamento da Alemanha em 1945, 1946, 1947, 1964, 1965, 1966, 1974, 1987, e em 1995 (após a reunificação da Alemanha). Antes da unificação da Alemanha, utilizando o acordo de Londres de 27 de Fevereiro de 1953, a Alemanha Ocidental evitou o pagamento das obrigações decorrentes do empréstimo de ocupação e das reparações de guerra, usando o argumento que nenhum “tratado de paz final” tinha sido assinado. Em 1964, o chanceler alemão Erhard prometeu o pagamento do empréstimo após a reunificação da Alemanha, que ocorreu em 1990. A revista alemã Der Spiegel escreveu, em 23 de Julho de 1990, que o acordo “Dois-Mais-Quatro” (assinado entre as duas Alemanhas e as quatro potências mundiais EUA, URSS, Reino Unido e França), ao preparar o caminho para a unificação alemã, fazia desaparecer o pesadelo dos pedidos de reparações que poderiam ser exigidos por todos os que tivessem sido prejudicados pela Alemanha, caso tivesse sido assinado um “tratado de paz”. Esta afirmação do “Der Spiegel” não tem nenhuma base legal, mas é um reconhecimento dos estratagemas usados pela Alemanha para recusar um acordo com a Grécia (ver também o “The Guardian” de 21 de Junho de 2011). A mesma revista, em 21 de Junho de 2011, cita um historiador económico, Dr. Albrecht Ritschl, que aconselha a Alemanha a tomar uma atitude mais moderada na crise europeia de 2008-2011, uma vez que poderia enfrentar renovadas e justificadas exigências de reparações.
As primeiras execuções em massa tiveram lugar em Creta, antes de esta ser tomada pelos alemães. Em 1945, sob os auspícios das Nações Unidas, um comité liderado por Nikos Kazantzakis enumerou a destruição de mais de 106 povoações de Creta e o massacre dos seus habitantes (ver sobre o massacre de Kontomari [inglês]). Durante a ocupação, os alemães assassinaram a população de 89 aldeias e vilas gregas (ver sobre o massacre de Distomo[inglês]), enquanto mais de 1.700 povoações foram total ou parcialmente queimadas e muitos dos seus habitantes também foram executados (ver Holocausto Grego [inglês]). Às vítimas gregas do reino de terror alemão devem ser acrescentados 61.000 judeus gregos que, juntamente com 10.000 cristãos, foram deportados para campos de concentração de onde a maioria nunca voltou (Blytas p.429 and p. 446).
Outro aspecto da ocupação grega foi o saque sistemático dos muitos museus gregos, tanto sob as ordens das autoridades de ocupação, como em resultado da iniciativa de oficiais que ocupavam posições de comando. Os nomes do general von List, comandante do 12º Exército, do General Kohler, do comando de Larissa, e do general Ringel, dos comandos de Iarakleio e de Cnossos, são associados ao desaparecimento de importantes tesouros arqueológicos. List foi responsável por aceitar como presente a escultura de uma cabeça esplêndida do século IV a.C., enquanto que Ringel enviou para a Áustria várias caixas de antiguidades da histórica Vila Adriana, assim como caixas contendo pequenos objectos do Museu de Cnossos. “Roubos sancionados oficialmente” foram registados nos museus de Keramikos, Chaeronea, Museu de S. Jorge em Tessalónica, Gortynos, Irakleio, Pireu, Skaramangas, Faistos, Kastelli Kissamou, Larissa, Corinto, Tanagra, Megara, Tebas e muitos outros (Blytas p. 427). O que é especialmente trágico é que, em muitos destes saques, conhecidos arqueólogos alemães forneceram orientação especializada aos perpetradores. E embora muitas destas antiguidades tenham sido devolvidas à Grécia em 1950, a maior parte das peças de museu roubadas nunca foram encontradas.
Texto de petição que circulou na 'Net' em finais de 2011)





MENOS ESTADO, MELHOR ESTADO


Regime já foi extinto mas as licenças antes concedidas mantêm-se

Estado paga 11 milhões de euros por ano a funcionários activos no privado

O Estado está a pagar 11 milhões de euros por ano em licenças a cerca de mil funcionários que saíram da Administração Pública para trabalhar no sector privado.
Há licenças superiores a 20 anos e na grande maioria dos casos o Estado paga entre 485 e 2000 euros, noticia o Diário Económico nesta segunda-feira, citando dados do Ministério das Finanças.

Há mais de uma centena de trabalhadores a receberem entre 2000 e 3000 euros e há mesmo casos de funcionários que, todos os meses, recebem uma licença extraordinária superior a quatro mil euros. O mesmo jornal diz ainda que mais de metade dos cerca de mil trabalhadores com direito a licença extraordinária tem entre 51 e 60 anos.

Os trabalhadores neste regime continuam a ter acesso aos subsistemas de Saúde, como a ADSE. O tempo de serviço e os descontos para a reforma também se mantêm válidos. E, além de receberem o salário no sector privado, ganham todos os meses um subsídio do Estado.

Este regime beneficia, sobretudo, trabalhadores que estão no escalão máximo. Embora tenha sido já revogado pelo Governo, a despesa do Estado mantém-se, pois as licenças que já tinham sido atribuídas continuam válidas até ao fim do respectivo prazo.

A licença extraordinária foi criada pelo Governo de José Sócrates para que os funcionários públicos na mobilidade especial pudessem aceitar um emprego no privado com a garantia de manterem o vínculo à função pública.
Público

domingo, 26 de agosto de 2012

PERDI O TÍTULO

Vivi todos estes anos (e já são muitos...) convencido de que era o pior artista plástico do mundo. As aulas de desenho à vista eram para mim autênticas sessões de tortura. Com um bule de duas asas como modelo, conseguia, após horas de árduo trabalho e muita concentração, apresentar uma figura muito parecida com a cabeça de um burro com as orelhas caídas. O professor, arquitecto Aldemiro, levou meses para se convencer que eu não estava a gozar com ele... Aquilo era tão mau, tão mau que nem a Lusófona me daria equivalência a pintor de paredes...
E eis senão quando me vejo destronado por uma jarreta espanhola e beata que de um Cristo fez um Zé Povinho com cara sofredora de quem acaba de ser sujeito a um toque na próstata.
Estou grato ao senhor cura de Borja e à irmã Cecília Giménez por terem acabado com o anátema que me perseguia desde criança: em matéria de artes plásticas, já não sou o último - sou o penúltimo. 
Milagre, foi milagre!

sábado, 25 de agosto de 2012

Un cañón en el culo

http://cultura.elpais.com/cultura/2012/08/13/actualidad/1344875187_015708.html

UM PAÍS VENDIDO ÀS POSTAS


SOC. DE LEILÕES BORGES, RELVAS, COELHO & COMP. LTD


Governo garante lucro de 20 milhões a quem ficar com RTP

Operador privado que ganhar a concessão da RTP - que o Governo avançou esta semana como hipótese em vez da privatização de um canal - terá a garantia de um lucro de pelo menos 20 milhões de euros já em 2013.

EXPRESSO


REAIS DISTRACÇÕES



Nada melhor que o berloque de um príncipe para desviar as atenções da embaixada do Uruguai.

HOMENAGEM


Reflectir sobre a herança do ensaísta que "definiu uma política cultural para o país"

Um colóquio dedicado a Eduardo Prado Coelho vai realizar-se nos dias 15 e 16 de Novembro, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.
Quando ainda era muito novo, num inquérito no Diário de Lisboa em que lhe perguntavam o que queria vir a fazer na vida, Eduardo Prado Coelho respondeu com três palavras: "Ler, escrever e ensinar." Foi o lema da sua vida. O professor, escritor e ensaísta, que morreu a 25 de Agosto de 2007, faz hoje precisamente cinco anos, foi um caso raro no meio intelectual português, recordado por Eduardo Lourenço como: "O melhor de todos nós."

Por isso, nos dias 15 e 16 de Novembro, na Fundação Calouste Gulbenkian vai reflectir-se sobre o seu pensamento, no colóquio O Edifício da Alegria (expressão de uma crónica em que o escritor se refere à obra da Silvina Rodrigues Lopes), com organização de Margarida Lages e de Carlos Vargas, do Centro de Estudos sobre o Imaginário Literário (FCSH/UNL) e do Observatório Político. Entre os convidados e os oradores estão pessoas que de alguma forma se relacionaram com Prado Coelho, eram seus amigos ou foram seus pares. A lição inaugural caberá ao professor Eduardo Lourenço, que foi seu amigo e seu interlocutor privilegiado, e o encerramento será feita pelo filósofo francês Marc Crépon. 

Participarão ainda Emílio Rui Vilar (que falará sobre a experiência da Europália 91), Guilherme D"Oliveira Martins, o ex-ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho e o fundador e primeiro director do PÚBLICO, Vicente Jorge Silva. Os filósofos José Gil, Maria Filomena Molder, Nuno Nabais também participam; bem como os literatos Carlos Reis, João Barrento, Nuno Júdice e Silvina Rodrigues Lopes. Para abordar a sua faceta política foram convidados António Pedro Pita, Carlos Vargas, José Carlos Serras Gago e Manuel Villaverde Cabral. Mas entre os oradores encontram-se ainda, entre outros, António Mega Ferreira, João Mário Grilo, Bernardo Pinto de Almeida e Bragança de Miranda. 
Público

DIZ QUEM SABE COMO ESTAS COISAS SE FAZEM

Borges, o emergente neoliberal que faz de guru do Coelho, foi à TVI explicar o plano de assassinato do serviço público de televisão. Com o descaramento da gente que desconhece a Ética e com o atrevimento dos que têm a impunidade garantida, o homúnculo lá explicou o que sobre o assunto armazena no cérebro, no espaço exíguo deixado pelos cifrões: um disparate sem pés nem cabeça e de autenticidade duvidosa.
Estrela, a Edite madrinha, com a experiência de seis anos de apoio a um especialista em matéria de golpes, malabarismos, manipulações e outras artes, o seu dilecto afilhado José Sócrates, veio desmontar o cenário e mostrar a nudez dos artistas do Merdaquistão: http://vaievem.wordpress.com/2012/08/24/rtp-antonio-borges-foi-o-homem-do-balao/
Obrigado, madrinha.
  

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

NOTÍCIAS DA COELHEIRA


Passos Coelho integra no quadro "espião" acusado

João Luís, ex-agente do SIED acusado no caso das "secretas", foi integrado no quadro da Presidência do Conselho de Ministros e com o mesmo salário. Passos assinou o despacho antes de ir de férias.

O semanário "Sol" escreve que uma das últimas decisões de Passos Coelho, antes de ir de férias, foi assinar o despacho de integração do ex-espião do Serviço de Informações Estratégicas e de Defesa (SIED) acusado de devassa de vida privada do jornalista Nuno Simas, entre outros factos, nos quadros de pessoal a Presidência do Conselho de Ministros.
João Luís foi acusado em maio pelo Ministério Público dos crimes de acesso indevido a dados pessoais, acesso ilegítimo agravado e abuso de poder. João Luís era o homem da confiança do ex-diretor do SIED, Jorge Silva Carvalho, e já depois de este ter saído do cargo transmitiu-lhe informações, nomeadamente uma lista de telefonemas do jornalista Nuno Simas e um relatório sobre dois empresários russos.
João Luís foi exonerado de funções pelo diretor do SIED, no ano passado, quando o caso rebentou.
DN

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

NEGÓCIOS DA CHINA


Governo dá incentivo de 33 milhões para construção da barragem do Tua

Portaria foi assinada dias depois da deslocação ao Douro da missão de inspecção do Comité do Património Mundial. Ambientalistas alertam a UNESCO de que está a ser enganada pelas autoridades.
Público

TRANSPARÊNCIA E AMIZADE


JORNAL DE NEGÓCIOS

PRECONCEITO IDEOLÓGICO E INCOMPETÊNCIA DE MÃOS DADAS

DIÁRIO ECONÓMICO

UM PAÍS VENDIDO ÀS POSTAS


Exportações em alta. Nunca saíram tantas obras de arte e antiguidades de Portugal como agora

«I»

UM PAÍS VENDIDO ÀS POSTAS


A Empordef recebeu seis propostas para a reprivatização dos Estaleiros de Viana, representando, além de dois grupos portugueses, empresas do Brasil, Rússia, Estados Unidos, Alemanha e Noruega, disse à Lusa uma fonte governamental.
Estas propostas, não vinculativas, foram apresentadas no âmbito da primeira fase do processo de reprivatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), que terminou na segunda-feira, e servirão para a assessoria financeira elaborar o caderno de encargos.
«I»

UM PAÍS VENDIDO ÀS POSTAS


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

KOLTURA KLÁSSICA, KLARO

1ª Página do jornal «I»

terça-feira, 21 de agosto de 2012

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

AVISO À NAVEGAÇÃO


A REVOLUÇÃO ESCULTURAL CHINESA


Miss Mundo é chinesa
Chama-se Yu Wenxia, é chinesa e venceu o concurso que elege a mulher mais bonita do mundo.

SOL

O MODELO SEXUAL CHINÊS


Wenqian Chen. “Excesso de sexo tira-nos a energia vital”

Na China temos uma visão completamente oposta à ocidental. Cá acha-se que o sexo faz bem a tudo, na China isto é completamente errado. Nenhum excesso é bom, ainda mais de sexo. O sexo gasta energia do rim, que é energia vital. Nós só podemos gastar quanto está cheio. O excesso de sexo tira-nos a nossa energia vital.
«I»

sábado, 18 de agosto de 2012

PERIGO NA GRANDE ÁREA

EXPRESSO

DO$ $ANTOS - O E$COLHIDO DE DEU$

EXPRESSO

NO PAÍS DO FILHO DE PUTINA (OLGA PUTINA)


Kasparov detido à porta do julgamento da banda Pussy Riot

O antigo campeão de xadrez Gary Kasparov foi detido, nesta sexta-feira, à porta do tribunal de Moscovo onde estava a ser lida a sentença das três mulheres da banda Pussy Riot.
Público
Foto Reuters

OUTROS FUTEBÓIS

CM

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

TEMA PARA O PRÓXIMO 'PRÓS E CONTRAS' A EMITIR EM LUANDA


CONTRA OS CANALHAS MARCHAR, MARCHAR


Garzón ameaça levar caso Assange a tribunal da ONU

Conhecido juiz espanhol e atual advogado de defesa de Julian Assange, Baltasar Garzón ameaça levar o caso do fundador da WikiLeaks ao Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) das Nações Unidas caso o Reino Unido não permita ao seu cliente deixar o país depois de o Equador lhe ter concedido asilo político
Em declarações hoje publicadas pelo jornal 'El País', Garzón assegurou que os britânicos são obrigados a deixar sair do país o seu cliente. "O que tem que fazer o Reino Unido é aplicar as obrigações diplomáticas da Convenção do Refugiado e deixá-lo sair dando-lhe salvo-conduto. Caso contrário, recorreremos para o Tribunal Internacional de Justiça".
Garzón criticou a dureza da atitude do Reino Unido e as ameaças de "invasão" da embaixada do Equador em Londres, na qual Assange, de 41 anos, está refugiado há dois meses e recordou que este país tem que cumprir a Convenção do Refugiado e respeitar "o risco que corre uma pessoa vítima de perseguição política".
Assange é acusado de abuso sexual e violação de duas mulheres na Suécia, mas o Equador justificou a sua decisão de lhe conceder asilo político com o facto de não haver garantias de que o ex-pirata informático, de origem australiana, não acabará por ser enviado para os Estados Unidos e eventualmente condenado à morte.
DN

CANALHAS A PRETO E BRANCO

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

MAIS UM 'ESTADISTA' PÓS-MODERNO


Ex-presidente argentino julgado por corrupção

Começou na Argentina o julgamento do ex-presidente Fernando de la Rua, que é acusado de ter subornado senadores para que aprovassem a reforma da lei labpral em 2000.
Os procuradores dizem que De la Rua pagou cinco milhões de dólares para garantir o voto de um grupo de senadores a favor de uma legislação que reduzia os direitos dos trabalhadores.
DN

JACINTO LEITE CAPELO REGO & COMPANHIA


1,06 milhões de euros em notas depositados por funcionários na conta do CDS no final de 2004

Foi literalmente aos molhos que os funcionários da sede nacional do CDS-PP levaram nos últimos dias de Dezembro de 2004 para o balcão do BES, na Rua do Comércio, em Lisboa, um total de 1.060.250 euros, para depositar na conta do partido. Em apenas quatro dias foram feitos 105 depósitos, todos em notas, de montantes sempre inferiores a 12.500 euros, quantia a partir da qual era obrigatória a comunicação às autoridades de combate à corrupção.
Os dados constam do relatório final da investigação da Polícia Judiciária (PJ) no casoPortucale, que, no entanto, nada conclui em relação à origem daqueles montantes.

O episódio foi ontem lembrado por Paulo Portas, a propósito do negócio da compra dos submarinos, referindo que "também se disse que havia um depósito nas contas do CDS e o doutor Abel Pinheiro foi absolvido em julgamento". 

Aqueles montantes foram justificados como donativos recolhidos em festas e jantares do partido, que estavam guardados nos cofres da sede nacional. O depósito apressado naqueles dias de final de ano foi explicado com a alteração da lei de financiamento dos partidos, que entrava em vigor no início de 2005 e para cujo conteúdo os responsáveis do CDS só tinham sido alertados nessa altura. 

Quanto ao negócio da compra dos submarinos pelo Estado português, este foi finalizado com o consórcio alemão GSC (German Submarine Consortium) em Abril de 2004 pelo então ministro da Defesa Paulo Portas, e tem sido alvo de investigações, tanto em Portugal como na Alemanha, por suspeitas de corrupção. 

No processo alemão, os dois gestores acusados decidiram admitir a actuação criminosa para obter uma pena suspensa, tendo dito que entregaram ao cônsul honorário de Portugal em Munique o montante de 1,6 milhões de euros. Este, por sua vez, disse perante a justiça alemã que manteve encontros com o ministro Paulo Portas e o primeiro-ministro Durão Barroso, para a concretização do negócio.

Frisando que os 105 depósitos do CDS no BES foram feitos entre os dias 27 e 30 de Dezembro de 2004, "muitos deles com intervalos de minutos e a grande maioria em parcelas de 10 mil euros", os investigadores da PJ descobriram também que os recibos para justificar a entrada daquelas verbas nos cofres do partido teriam sido todos passados em datas posteriores aos depósitos. Os próprios livros com os talões de recibos teriam sido encomendados já em Janeiro de 2005.

Outros dados curiosos são os que se referem à identificação dos doadores. Os funcionários da sede nacional do CDS emitiram um total de 4216 recibos, neles anotando apenas o montante e o nome do doador, notando a PJ tratar-se provavelmente de dados fictícios, exemplificando com o "sonante e anedótico nome de doador "Jacinto Leite Capelo Rego", no valor de 300 euros".

Abel Pinheiro, então responsável pelas finanças, e mais três funcionários do CDS foram acusados por falsificação de documentos. Em Abril último foram absolvidos, mas o Ministério Público recorreu para o Tribunal da Relação de Lisboa.
Público

ANDAR AOS PAPÉIS

É sina. Sempre que se trata de averiguar questões que envolvem figuras, figurinhas e figurões que se dedicam à 'causa pública' e respectivas compensações contingentes, lá temos a Procuradoria a andar aos papéis...
É assim com os submarinos como já fora com a célebre 'Catherine Deneuve' que atacava uns miúdos no Parque Eduardo VII, com o 'Freeport, com a Central de Compostagem da Cova da Beira e com mais uns quantos etecéteras.
É sina...


ASILO


Presidente do Equador decidido a dar asilo a Assange

O Presidente do Equador, Rafael Correa, decidiu dar asilo político ao fundador da WikiLeaks, Julian Assange, segundo responsáveis do Governo equatoriano citadas pelo diário britânico The Guardian.
Público

O BOM CAMINHO PARA A FESTA DO PONTAL

DN