quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

UMA FISGADA NA MEMÓRIA

"A retórica de ataque aos mercados internacionais não cria um único emprego, nós devemos fazer o trabalho que nos compete por forma a reduzir a nossa dependência do financiamento externo sempre com uma grande preocupação de distribuir com justiça os sacrifícios que são pedidos aos portugueses"
Cavaco Silva
JN -9.11.2010


Numa entrevista concedida à TSF por ocasião do 24º aniversário daquela rádio, o chefe de Estado voltou a criticar o excessivo protagonismo das agências de rating, manifestando-se surpreendido pela forma como 27 chefes de estado e de Governo "se deixam condicionar e até chantagear por três agências de rating norte-americanas".
EXPRESSO 29.2.2012

INTERVALO MUSICAL




http://www.youtube.com/watch?v=t91ry-ev-d4

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

NOTÍCIAS DA PIOLHEIRA


RTP - RÁDIO E TELEVISÃO DO PITROL

Sousa Tavares defende demissão de diretor-geral da RTP

Cronista e comentador diz ter sido também alvo de censura e espera que Luís Marinho seja demitido.

Depois de na sua crónica no Expresso, e a propósito do caso Rosa Mendes, ter recordado um episódio que o envolveu diretamente, Miguel Sousa Tavares diz que o diretor-geral de conteúdos da RTP seja demitido.
"Espero que o Luís Marinho seja demitido, como deve", disse ao "Diário de Notícias" o jornalista e escritor. 
Em 2004, Sousa Tavares, então comentador na "Antena 1", afirma ter sido chamado por Marinho, que lhe terá manifestado incomodidade em relação a um conjunto de crónicas sobre a governação do então primeiro-ministro Pedro Santana Lopes.
Segundo Sousa Tavares, Luís MArinho disse-lhe na altura que a sua habitual crónica, emitida às segundas-feiras, "devia ser substituída por outro tipo de intervenção qualquer".
O cronista acabou por sair da "Antena 1", mas o episódio nunca foi revelado, por, segundo o próprio, ter entendido não se promover como "herói censurado" e por ter ficado "uma dúvida legítima", dúvidas que caíram agora, afirma, depois do programa 'Este Tempo' ter chegado ao fim, alegadamente por causa de uma crónica de Pedro Rosa Mendes.


EXPRESSO


O PASSATEMPO







Wolfgang Schäuble, ministro das Finanças de Berlim, jogava sudoku enquanto o Parlamento discutia um novo resgate à Grécia. A distração do ministro foi captada por uma câmara da Taggesschau.


DN

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

O MEDO

Confesso que não me assustam os neo-nazis que escolheram as claques dos grandes clubes (Sporting, Benfica, Porto e outros...) e que aproveitam os jogos de futebol para exibições asininas de bandeiras e tatuagens de cruzes gamadas. Coitados, pensam com os pés e urram aos coices...
Também não me metem medo aqueles trinta rapazes que sempre aparecem nas manifestações nacionaleiras do 1º de Dezembro e do "Dia da Raça" com discursos contra os imigrantes e exibindo, igualmente, as famigeradas cruzes na pele e em bandeiras. Coitados, os neurónios afogaram-se com o "Império"...
Para mim, o que se revela assustador é um certo discurso feito por gente da "área do poder" que se vai apoderando, subrepticiamente, do espaço público: a suspensão da democracia por uns tempos, o conforto e a preguiça dos desempregados, a pieguice dos transplantados, a solução final para os que necessitam de hemodiálise e outras monstruosidades que, avulsamente, vão sendo largadas ao vento e amplificadas pelos meios de comunicação social.
Agora, vem o Feio do CDS avisar as tropas em parada que "Portugal tem que ser mais alemão do que os alemães". O sinistro Pierre Laval, figura grada do regime de Vichy,  não diria melhor...
Assustador. Medonho. Esta gente é perigosa. Vai sendo tempo de pensarmos em tribunais especiais para o seu julgamento, como fizeram os franceses depois da guerra. Conseguiremos?







domingo, 26 de fevereiro de 2012

A GARGALHADA DO DIA




Alberto João Jardim: Portugal precisa de ajuda financeira


CM

PRÉMIO






O escritor brasileiro Rubem Fonseca é o vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, atribuído no âmbito da 13ª edição do encontro literário Correntes D'Escritas, com o livro “Bufo & Spallanzani” (Editora Sextante). 

DE OUTROS

DN

NOTÍCIAS DA PIOLHEIRA


NOTÍCIAS DA PIOLHEIRA


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

...CHAPÉUS HÁ MUITOS

FOTO EXPRESSO

AS METAMORFOSES

Primeiro, foi o socialismo de gaveta (Soares). Seguiu-se o socialismo de sacristia (Guterres). Veio depois o socialismo de face oculta e outras mixórdias (Sócrates). Agora, pela mão do inseguro Seguro inicia-se a fase do socialismo laranja-alfarroba, produtos típicos do eixo Poço de Boliqueime-Praia da Coelha e zonas adjacentes.
E como a procissão degenerativa ainda vai na praça, é caso para perguntar: que mais nos irá acontecer?









UM PAÍS VENDIDO ÀS POSTAS

Público

A GARGALHADA DO DIA

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

NOTÍCIAS DA PIOLHEIRA

DN

UM PAÍS VENDIDO ÀS POSTAS


DE OUTROS


Uma língua é um organismo vivo e, segundo o seu contexto social, geográfico, histórico, demográfico, económico, geopolítico, transforma-se imprevisivelmente. É a multiplicidade livre dos movimentos que fazem evoluir naturalmente uma língua que permite o surgimento de casos extremos, geniais, que subvertem a língua ao ponto de inventarem novas sintaxes dentro da sintaxe habitual: esses casos, revolucionários, como o de Guimarães Rosa ou de Pessoa, só são possíveis quando o espaço virtual de liberdade interna da língua se solta e ousa, para além do uso rotineiro e correcto da gramática.
Então nascem novas gramáticas (como a do Livro do Desassossego ou a do Grande Sertão: Veredas), novas palavras e expressões, os horizontes da língua abrem-se indefinidamente (até onde Pessoa poderia ter ido para além de onde foi? Ninguém duvida que poderia ter ido mais longe ainda, mas ninguém sabe para onde e até onde teria ido). Então descobre-se a maravilha de ser possível uma outra expressão linguística, um insuspeitável sentido das coisas, um outro pensamento. E uma outra expressão é uma dimensão até ali escondida, por dizer e para ser dita, da liberdade. Porque impede (ou entrava) tudo isto, o AO é repressivo e destruidor.
José Gil
Visão

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

GULBENKIAN


DE OUTROS

«Pessoalmente, sou absolutamente contra o acordo. Mas esta posição é política, antes de discutir seja o que for em ortografia. Não vejo como é que o Estado se pode arrogar legislar sobre ortografia. Temos uma tradição política iliberal de o Estado se arrogar uma série de decisões que não lhe competem. O Estado abstém-se de entrar em certos domínios da economia porque entende que não tem vocação para o fazer. Então porque é que há-de entrar nas consoantes mudas? É um contra-senso.»


António Feijó
(Director da Faculdade de Letras de Lisboa)
«I»

UMA CERTA EUROPA





Grécia aceita vigilância reforçada em troca do resgate internacional


PÚBLICO

NOTÍCIAS DA PIOLHEIRA


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

GRÉCIA


Compositor Mikis Theodorakis apela ao levantamento patriótico dos gregos

Mikis Theodorakis, de 87 anos, político histórico contra a ditadura e antigo resistente contra a ocupação nazi, organizou o protesto de 12 de fevereiro em Atenas, na escadaria do parlamento, no dia em que foram aprovadas as novas políticas de austeridade.
Numa entrevista divulgada pelo jornal "Athens News", esta segunda-feira, Mikis Theodorakis disse que os gregos, e não apenas a esquerda, têm a obrigação de "se levantarem", tal como fizeram contra o nazismo e contra a ditadura dos coronéis, para defenderem a soberania grega.
"Todos, não apenas a esquerda, mas sim o povo -- dos patriotas de esquerda aos patriotas de direita. A Pátria: todos unidos como um punho para um dia destronarmos governos, "troikas" e os "merkel-sarkozy", disse Theodorakis, sublinhando que o problema do país é a falta de independência.
JN

PORTUGUESE MANAGEMENT


domingo, 19 de fevereiro de 2012

NOTÍCIAS DA PIOLHEIRA


DE OUTROS


Correio da Manhã – É vice-presidente da Transparência Internacional e o seu discurso público é de combate à corrupção. Sente que o fenómeno aumentou?
Paulo Morais – A corrupção tem vindo a aumentar em Portugal. O barómetro da opinião pública diz que pelo menos 87% dos portugueses sentem que o número de corruptos cresceu. As organizações internacionais fazem também anualmente um estudo onde se avalia o índice de percepção da corrupção e, em 11 anos, Portugal caiu do 23º lugar para o 32º na lista dos países menos corruptos.
– O aumento da corrupção está directamente relacionado com a crise que vivemos?
– Se não houvesse corrupção, não haveria crise. Enquanto o fenómeno continuar a aumentar, não é possível o desenvolvimento. Os países mais corruptos são os menos desenvolvidos.
– Quais são os sectores onde o fenómeno é mais evidente?
– A corrupção sente-se em todas as áreas que mexem com muito dinheiro. Mas sectores ligados ao ordenamento do território e urbanismo, às obras públicas, às contratações públicas e à Defesa, nomeadamente as privatizações, são sem dúvida alguma os mais críticos.
CM

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A GARGALHADA DO DIA


Ministro diz que “não há nenhuma instabilidade” nas Forças Armadas

O ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, afastou nesta sexta-feira a existência de “qualquer instabilidade” ou situação que “seja perturbadora da coesão das Forças Armadas”, manifestando-se “confiante” em encontrar as “melhores soluções” para ultrapassar as dificuldades no sector.
Público

NOTÍCIAS DA PIOLHEIRA

CM

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A CORAGEM DE PENSAR



Prémio Vergílio Ferreira atribuído a José Gil


José Gil foi o escolhido para receber o prémio Vergílio Ferreira. O filósofo português, considerado pelo Le Nouvel Observateur como um dos 25 grandes pensadores do Mundo.
O prémio será entregue a José Gil, filósofo, ensaísta e professor universitário que em 2004 publicou a sua primeira obra escrita totalmente em português, intitulada Portugal, Hoje, O Medo de Existir.
O júri justificou a atribuição do prémio a José Gil face ao seu «contributo singular para uma reflexão profunda sobre a identidade do Portugal contemporâneo».
A distinção foi esta quinta-feira anunciado pela Universidade de Évora, onde o prémio será entregue a 1 de Março.

SOL

MAIS UM ESTADISTA PÓS-MODERNO


Presidente alemão apresenta a demissão

O Presidente alemão, Christian Wulff, acaba de apresentar a demissão do cargo, por causa do seu envolvimento num alegado caso de corrupção.

Público

SOCIALISMO DE FACE OCULTA+NEOLIBERALISMO À TRANSMONTANA=DESEMPREGO


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

CHIRIBITATATATÁ- URRA-URRA-URRA!

Em 1969, ano de forte contestação na Academia, a Académica de Coimbra esteve na final da Taça de Portugal e a estudantada planeou para o estádio do Jamor uma jornada de contestação política.
O venerando chefe do estado de então, almirante Américo Thomaz, vulgo o Cabeça de Abóbora, como sempre convidado de honra, não compareceu ao 'evento' por 'impedimento de última hora'.
Quarenta e três anos depois, aí temos nova crise na Academia (e no resto do país...), a Académica volta ao Jamor para outra final da Taça de Portugal e a Federação Portuguesa de Futebol já convidou o venerando chefe do Estado para presidir à cerimónia. Como a História se repete duas vezes, segundo o aviso do velho Karl, espero que a malta de Coimbra, da António Arroio e das restantes escolas do país preparem recepção condigna ao sucessor do Américo de Deus Rodrigues Thomaz.









O APARECIMENTO DAS PRIMEIRAS ETAR(s)?


Alunos manifestaram-se na Escola António Arroios, em Lisboa

Cavaco cancela visita a escola por causa de protestos

O Presidente da República, Cavaco Silva, cancelou esta quinta-feira uma visita que tinha agendada à Escola Artística António Arroio, em Lisboa, por causa dos protestos de alunos frente ao estabelecimento de ensino. (CM)
Ministros da Economia e Finanças sob ameaça 
PSP impôs que Santos Pereira e Vítor Gaspar passassem a andar acompanhados por elementos do Corpo de Segurança Pessoal
DN

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

UMA FLOR NA ESTRUMEIRA

Editorial do Jornal de Angola (director: José Ribeiro), a 8 de Fev 2012
 
Património em risco
 
08 de Fevereiro, 2012
 
Os ministros da CPLP estiveram reunidos em Lisboa, na nova sede da organização, e em cima da mesa esteve de novo a questão do Acordo Ortográfico que Angola e Moçambique ainda não ratificaram. Peritos dos Estados membros vão continuar a discussão do tema na próxima reunião de Luanda. A Língua Portuguesa é património de todos os povos que a falam e neste ponto estamos todos de acordo. É pertença de angolanos, portugueses, macaenses, goeses ou brasileiros. E nenhum país tem mais direitos ou prerrogativas só porque possui mais falantes ou uma indústria editorial mais pujante.
Uma velha tipografia manual em Goa pode ser tão preciosa para a Língua Portuguesa como a mais importante empresa editorial do Brasil, de Portugal ou de Angola. O importante é que todos respeitem as diferenças e que ninguém ouse impor regras só porque o difícil comércio das palavras assim o exige. Há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios, por mais respeitáveis que sejam, ou às “leis do mercado”. Os afectos não são transaccionáveis. E a língua que veicula esses afectos, muito menos. Provavelmente foi por ter esta consciência que Fernando Pessoa confessou que a sua pátria era a Língua Portuguesa.
Pedro Paixão Franco, José de Fontes Pereira, Silvério Ferreira e outros intelectuais angolenses da última metade do Século XIX também juraram amor eterno à Língua Portuguesa e trataram-na em conformidade com esse sentimento nos seus textos. Os intelectuais que se seguiram, sobretudo os que lançaram o grito “Vamos Descobrir Angola”, deram-lhe uma roupagem belíssima, um ritmo singular, uma dimensão única. Eles promoveram a cultura angolana como ninguém. E o veículo utilizado foi o português. Queremos continuar esse percurso e desejamos que os outros falantes da Língua Portuguesa respeitem as nossas especificidades. Escrevemos à nossa maneira, falamos com o nosso sotaque, desintegramos as regras à medida das nossas vivências, introduzimos no discurso as palavras que bebemos no leite das nossas Línguas Nacionais. Sabemos que somos falantes de uma língua que tem o Latim como matriz. Mas mesmo na origem existiu a via erudita e a via popular. Do “português tabeliónico” aos nossos dias, milhões de seres humanos moldaram a língua em África, na Ásia, nas Américas. Intelectuais de todas as épocas cuidaram dela com o mesmo desvelo que se tratam as preciosidades.
Queremos a Língua Portuguesa que brota da gramática e da sua matriz latina. Os jornalistas da Imprensa conhecem melhor do que ninguém esta realidade: quem fala, não pensa na gramática nem quer saber de regras ou de matrizes. Quem fala quer ser compreendido. Por isso, quando fazemos uma entrevista, por razões éticas mas também técnicas, somos obrigados a fazer a conversão, o câmbio, da linguagem coloquial para a linguagem jornalística escrita. É certo que muitos se esquecem deste aspecto, mas fazem mal. Numa entrevista até é preciso levar aos destinatários particularidades da linguagem gestual do entrevistado.
Ninguém mais do que os jornalistas gostava que a Língua Portuguesa não tivesse acentos ou consoantes mudas. O nosso trabalho ficava muito facilitado se pudéssemos construir a mensagem informativa com base no português falado ou pronunciado. Mas se alguma vez isso acontecer, estamos a destruir essa preciosidade que herdámos inteira e sem mácula. Nestas coisas não pode haver facilidades e muito menos negócios. E também não podemos demagogicamente descer ao nível dos que não dominam correctamente o português.
 
Neste aspecto, como em tudo na vida, os que sabem mais têm o dever sagrado de passar a sua sabedoria para os que sabem menos. Nunca descer ao seu nível. Porque é batota! Na verdade nunca estarão a esse nível e vão sempre aproveitar-se social e economicamente por saberem mais. O Prémio Nobel da Literatura, Dário Fo, tem um texto fabuloso sobre este tema e que representou com a sua trupe em fábricas, escolas, ruas e praças. O que ele defende é muito simples: o patrão é patrão porque sabe mais palavras do que o operário!
Os falantes da Língua Portuguesa que sabem menos, têm de ser ajudados a saber mais. E quando souberem o suficiente vão escrever correctamente em português. Falar é outra coisa. O português falado em Angola tem características específicas e varia de província para província. Tem uma beleza única e uma riqueza inestimável para os angolanos mas também para todos os falantes. Tal como o português que é falado no Alentejo, em Salvador da Baía ou em Inhambane tem características únicas. Todos devemos preservar essas diferenças e dá-las a conhecer no espaço da CPLP. A escrita é “contaminada” pela linguagem coloquial, mas as regras gramaticais, não. Se o étimo latino impõe uma grafia, não é aceitável que através de um qualquer acordo ela seja simplesmente ignorada. Nada o justifica. Se queremos que o português seja uma língua de trabalho na ONU, devemos, antes do mais, respeitar a sua matriz e não pô-la a reboque do difícil comércio das palavras.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

NAÇÃO FORTE OU GASTOS FORTES?


Cada exemplar do programa do Governo custou 120 euros aos portugueses

O gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, encomendou em Dezembro, à Gráfica MaiaDouro, SA, a produção, por ajuste directo, de uma centena de exemplares do programa do Governo, denominado Compromisso para uma Nação Forte.


O preço contratual foi de 12 mil euros, o que significa que cada exemplar, feito em papel couché semimate, custou 120 euros. O contrato data de 9 de Dezembro e o prazo de execução foi de 10 dias.
Público


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

UMA BOA IDEIA PARA RELANÇAR O TURISMO NA WEST COAST



Agência de viagens faz 'tours' por locais de corrupção

A Corrupt Tour, uma agência de viagens da República Checa, está a oferecer passeios por lugares envolvidos em casos de corrupção. A proposta foi apresentada esta semana na feira de turismo da capital, Praga.

DN

domingo, 12 de fevereiro de 2012

ATÉ TU, GEORGE?


George Soros acusa Merkel de conduzir a Europa na direcção errada

Público

UM IMENSO ADEUS






http://www.youtube.com/watch?v=H9nPf7w7pDI

sábado, 11 de fevereiro de 2012

NOTÍCIAS DO REGIME DE VICHY


CGD obedece à troika e vende todas as participações. Cimpor pode ser excepção

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