sábado, 20 de julho de 2013

A HISTÓRIA OS CONDENARÁ


Como primeiro-ministro, esbanjou fundos europeus como os macacos esbanjam alcagoitas em tempo de vacas gordas.
Liquidou em saldos a agricultura, pescas e indústria.
Como residente, chefiou a oposição no primeiro mandato e apadrinha o governo de maldição nacional, no segundo mandato. Explica às cagarras as mensagens de N. Sra. de Fátima.

Troikano inflexível, empregado doméstico do sr. Schauble e primeiro-ministro durante dois anos, falhou mais previsões do que a astróloga Maya e deixou a economia do país no mesmo estado em que o Bin-Laden deixou as Torres Gémeas. Lê o 'Finantial Times' e prepara unguentos para vender na feira internacional de Vilar de Perdizes.

Artista rejeitado por Filipe La Féria para o elenco do Politeama, aceitou o papel de idiota útil no filme de terror com guião de Dias Loureiro e realização de António Borges. Está convencido de que é presidente do conselho, como o dr. Salazar o estava na clínica da Cruz Vermelha, pouco antes de baixar à cova.


Faquir profissional, espeta facas nas costas das vítimas e faz delas a passerelle por onde se passeia com a sensualidade de uma Catherine Deneuve.
Iniciado no jogo do gamão pelo correligionário Jacinto Leite Capelo Rego, disputa acesas partidas com o hermano Mariano Rajoy. 

OS SALVADORES


O presidente do governo cumprimenta o Bin-Laden e primeiro-ministro do governo. O adjunto do Bin-Laden e delegado do A. Borges no governo exibe o eterno sorriso dos idiotas úteis. O moço de estoques, retirado em tábuas, estuda os 'morrillos' e planeia o 'tercio de muerte'.
Eis os salvadores. E bendita a pátria que tais filhos tem.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O FERREIRA DOS FRETES

Seguro acabou de anunciar o fim da 'salvação nacional' à moda da troika Cavaco, Coelho & Portas.
O trio de dons sebastianitos mantém o silêncio mas o seu porta-voz, o moço de fretes José Gomes Ferreira, foi ao telejornal da SIC desancar o PS e apelar ao eleitorado para que o castigue.
Talvez muitos dos que consideram o jornaleiro Ferreira como um bom comentador fiquem espantados. Pelo que me toca, continuo a considerá-lo um orgulhoso e eficiente moço de fretes. Sem espaço para se afirmar nos 'mercados' de Nova Iorque, Frankfurt e Londres, talvez o rapaz pudesse ser aproveitado no Mercado Abastecedor da Região de Lisboa, a carregar nabos, couves, pepinos, tomates e os conhecidos bens transaccionáveis das Caldas.


DE OUTROS


Lisboa não tem drama. Nunca teve. É faceirinha, bonitinha, mesureira, sorri, pede desculpa, canta o fado, vai à praia... Revolta-se de vez em quando, mas nela as revoluções infalivelmente ganham um lado pícaro, canhestro e, sobretudo, compincha. O mesmo que mostra nas trafulhices da banca e nos corredores do poder. Os seus dramas são de café ou de tasca, apertos do fim do mês, ânsia de parecer, fracos ingredientes para a grande ficção

J. Rentes de Carvalho
EXPRESSO
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A SALVAÇÃO NACIONAL

‘Simpsons’ e ‘Family Guy’ juntos no pequeno ecrã

Os universos animados onde brilham Homer Simpson e Peter Griffin vão, pela primeira, juntar-se num episódio a estrear em 2014
CM

OS CANDIDATOS

DN
(E outras candidaturas de grandes figuras do PSD se perfilam: Oliveira e Costa para a freguesia de N. Sra. de Fátima (Lisboa), Dias Loureiro para Mona (Puerto Rico), Duarte Lima para prefeito de Saquarema (Brasil) e Vale e Azevedo para a freguesia de Benfica do Ribatejo).

INSPIRAÇÃO CAGARREIRA


DE OUTROS


A CIMEIRA PARA A SALVAÇÃO

CM


quinta-feira, 18 de julho de 2013

FRASES SOLTAS


 "O país precisa de um PS (...) que não acalente a fantasia de uma súbita e perpétua vontade de o Norte da Europa passar a pagar as nossas dívidas provavelmente para sempre" 

Passos Coelho
Ex-adjunto de Gaspar
Futuro adjunto de Portas




UM IMENSO ADEUS


COM PASSOS SEGUROS NO CAMINHO DA ETAR

A diarreia neoliberal deixou o país pintado de castanho.
E aparece um idiota útil e seguro a querer retocar a pintura com umas pinceladas cor-de rosa para impressionar o 'estrangeiro', em geral, e a Troika, em particular.
E eis a salvação nacional em forma de ETAR com 89.000 Km quadrados...

D. RENATO II E D. ANÍBAL I - DOIS ESTADISTAS

INSÓLITO

Viagem de Cavaco autorizada por "Principado da Pontinha"

Cidadão português que acredita ser dono de um principado no Ilhéu da Pontinha, junto ao Funchal, concedeu autorização ao Presidente da República para passar o seu território marítimo
O cidadão português Renato Barros (segundo o próprio, D.Renato II) atingiu há algumas horas o seu auge mediático quando o Diário de Notícias da Madeira divulgou um comunicado do seu "principado" a autorizar Cavaco Silva a passar as 200 milhas ao largo do Ilhéu da Pontinha, situado a 70 metros do Funchal e que inclui o Forte de S.José.
O alegado "principado" não é reconhecido pela ONU, mas tem uma entrada na Wikipedia. Renato Barros reivindica a independência do "Principado do Ilhéu da Pontinha", do qual diz ser, obviamente, o príncipe. Já fez inclusive petições públicas para levar o pedido às Nações Unidas e as suas manobras diplomáticas incluem páginas em inglês a divulgar a causa.
No comunicado emitido ontem, o "príncipe" (que dá a si próprio o cognome de "o justo") levou longe a ousadia ao considerar Portugal um "país irmão" e ao lembrar que estas 200 milhas náuticas, tal como a parte terrestre, estão consagradas numa "carta régia do rei D.Carlos de 1903".
DN

CAGARREM-LHE EM CIMA!


MENOS ESTADO, MELHOR ESTADO

CM

A ARMADILHA E O VENENO - UMA VELHA HISTÓRIA


Ramalho Eanes apoia «solução ousada» de Cavaco Silva

Mário Soares diz que PS corre risco de cisão se assinar o acordo

(Sabem ambos que a armadilha lançada pela cavacal e triste figura pode ser, para o PS, a 2ª edição revista e aumentada da venenosa receita do PRD...)

HOMENAGEM


Rossio transforma-se em Praça Nelson Mandela por um dia na quinta-feira
A praça D. Pedro IV (Rossio), em Lisboa, será na quinta-feira transformada, por um dia, na praça Nelson Mandela, uma iniciativa que visa homenagear o líder histórico sul-africano, que se encontra hospitalizado.
A acção, que é promovida pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Academia Ubuntu - projecto do Instituto Padre António Vieira -, está inserida no âmbito das comemorações do Dia Internacional Nelson Mandela.
SOL

NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO

Petição contra Acordo Ortográfico vai a plenário em São Bento

Chegou ao Parlamento a 26 de Abril e ganhou “luz verde” da comissão de Educação, Ciência e Cultura para ser discutida em plenário.
A petição “Pela desvinculação de Portugal ao ‘Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa’ de 1990”, com 6212 assinaturas, vai ser discutida em plenário na Assembleia da República. A decisão foi tomada na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, onde foi aprovado, a 16 de Julho, um relatório nesse sentido.
No relatório que dá provimento à petição e a remete agora para plenário, assinado pelo deputado relator Michael Seufert, refere-se (pág. 18) que “é um facto objectivo que, tirando os académicos envolvidos na elaboração do próprio Acordo, é difícil encontrar uma opinião da academia portuguesa favorável ao acordo – por razões variadas.”
Público

FRASES SOLTAS

E, com efeito, o mundo dos nossos adultos está cada vez mais triste, mais crápula, mais ratazana. É uma bicharada que vai a correr pró buraco do coval, comprometida e lassa, sem alegria, sem carácter, sem sentimentos, sem dignidade nenhuma. Não são gente: são baratas medrosas, assustadas sempre, que andam de luto por eles-mesmos e se escondem quando pressentem uma luz, a ousadia dum gesto, a virtude duma palavra. Adultos, cadáveres de jovens. Metem dó, metem nojo, tão velhinhos e tão resignados. Cagarolas.

Luiz Pacheco
(O Teodolito)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

DE OUTROS

«Não me recordo de um Presidente, na II República, ter sido criticado com tanta veemência e haver sido objecto de tantos enxovalhos como este dr. Cavaco que nos coube no infortúnio. Pelos vistos e feitos, tem tripudiado sobre a natureza da função, denegrido as características de "independência" constitucionais que jurou defender e resguardar, e tomar atitudes de soba com a displicência de quem não tem satisfações a dar. A sua presença em Belém tem sido assinalada por uma série de disparates, incúrias, pequeninas vinganças, intrigas baratas, aldrabices indolentes como a das falsas escutas. O pobre homem, por lacuna cultural e outras, não está hipotecado aos princípios republicanos que o 25 de Abril reanimou, embora fugazmente. Pertence a outra vigília, a outra aposta, e a um passado vazio de sentido histórico. Não soubemos evitar o triste incidente do seu surgimento, que se tornou uma pavorosa ameaça. Os cavaquinhos que por aí pululam correspondem às debilidades das nossas respostas, à alteração dos sistemas ideológicos e ao facilitismo da "era de acesso."»
Baptista-Bastos
DN