sexta-feira, 22 de março de 2013

EIS O CANAL!

Fica prometido: contemple-me a Santa Casa da Misericórdia com o euromilhões e a minha excentricidade será um canal de televisão vocacionado para o debate das grandes questões nacionais.
Os artistas já estão apalavrados:

ÉTICA, POLÍTICA E OUTRAS ARTES - José Sócrates e Miguel Relvas;

MERCADOS FINANCEIROS - Oliveira Costa e João Rendeiro;

ALIMENTAÇÃO, SAÚDE E BEM ESTAR - Isabel Jonet e Fernando Ulrich;

ASSUNTOS RELIGIOSOS - Fátima Campos Ferreira e Padre Frederico;

CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA - António Borges e Belmiro de Azevedo;

PLURALISMO NA COMUNICAÇÃO SOCIAL - Marcelo Rebelo de Sousa, Marques Mendes, Manuela Ferreira Leite e Pedro Santana Lopes;

ASTROLOGIA, PALPITES E ADIVINHAÇÕES - Vítor Gaspar, Maya e Prof. Karamba;

ECONOMIA E OUTRAS DEMOLIÇÕES - Carlos Moedas e A. Merkel;

COELHOS E OUTROS ANIMAIS DE CAPOEIRA - Felícia Cabrita e Mário Crespo;

FUTEBOL - Pinto da Costa e Martins dos Santos;

LITERATURA - Margarida Rebelo Pinto, Júlia Pinheiro e Fátima Lopes;

ARTES PLÁSTICAS - Lili Caneças e  María del Rosario Cayetana Paloma Alfonsa Victoria Eugenia Fernanda Teresa Francisca de Paula Lourdes Antonia Josefa Fausta Rita Castor Dorotea Santa Esperanza Fitz-James Stuart y de Silva Falcó y Gurtubay (duquesa de Alba);

SILÊNCIOS E RUÍDOS - A. C. Silva e Maria C. S.


DE OUTROS

«O que está em causa em Portugal não é censurar um governo que nunca existiu. A urgência em Portugal não é a de baralhar as cartas gastas, para dar de novo. O inadiável em Portugal é permitir que o povo possa transformar a sua revolta em semente política de futuro. Os portugueses têm de ir às urnas para, serenamente, dizerem se querem, ou não, seguir pela estrada de destruição a que conduz a continuação do Ultimato da Troika. O que está em causa, de um lado, é a continuação de um governo de facto, localizado em Berlim e Bruxelas (em Lisboa existe apenas um holograma, vazio de substância), e que está a empurrar a União Europeia para um abismo, onde até a guerra poderá voltar a ser possível. Do outro lado, está o direito de os portugueses reclamarem o que é só seu: a faculdade inalienável de serem a fonte do poder soberano.
(...)
 Um povo que se une na defesa da dignidade humana e dos direitos de cidadania, será o melhor antídoto que Portugal poderá oferecer a uma Europa intoxicada por uma chanceler que bebeu no leite a pedagogia do terror totalitário.»

Viriato Soromenho Marques
DN

INTERVALO MUSICAL

A CHOCA DE BRUXELAS


Durão Barroso pede desculpa aos russos: “Fui o último a saber”

O líder da Comissão Europeia está em Moscovo, onde participa na cimeira entre a União Europeia e a Rússia. Na reunião com o primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, Durão Barroso deu explicações sobre o imposto dos depósitos no Chipre. Durão Barroso explicou que não puderam consultar a Rússia porque o acordo foi firmado já de madrugada. O presidente da Comissão Europeia chegou mesmo a reconhecer que foi “o primeiro a ficar surpreendido” com o imposto sobre os depósitos. Mais, Durão Barroso garantiu: “Fui o último a saber” da medida.
«I»

A GARGALHADA DO DIA




Portugal devia agradecer a Gaspar, diz Catroga


DN

O MURO NORTE-SUL


Merkel avisa Nicósia para não pôr à prova a paciência da troika


Público

OS DIAS DIFÍCEIS DO 'PINTAS'


Sarkozy acusado por abuso de confiança no âmbito do caso Bettencourt

Ex-Presidente é acusado após acareação com mordomo da herdeira da L'Oréal. Advogado anuncia recurso.
Público

quinta-feira, 21 de março de 2013

DE OUTROS


«Mas a RTP (que tem o direito a contratar quem quiser) sabe muito bem que não foi buscar um comentador político para “alavancar as audiências”. Contratou (a custo zero) um jogador que vai fazer marcação homem a homem ao seu sucessor à frente do PS.
Para alívio do Governo, que anda a precisar de oferecer ao povo novas distracções que o façam esquecer a ressaca dos vinhos de Chipre.
Entramos assim na cena do ódio. Ou dos ódios.
José Sócrates sabe que muitos portugueses continuam a odiá-lo e vão fazer subir as audiências da RTP com um cesto de tomates podres ao pé do ecrã. O Governo também sabe (e se calhar acredita que José Sócrates não sabe).»
Miguel Gaspar
Público 21.3.2013


DEVER DE MEMÓRIA


Petição contra Sócrates na RTP reúne mais de 20 mil assinaturas em poucas horas



INTERVALO MUSICAL

http://www.youtube.com/watch?v=lWvM2VlRD6k

O BILTRE E A GRANDE APROXIMAÇÃO AOS GAJOS DO PSD (OU ELEMENTOS PARA A BIOGRAFIA DE UM COMENTADOR)







RÁDIO TELEVISÃO DO PITROL - PROGRAMAÇÃO DO CANEIRO 1

DN

DIA MUNDIAL DA POESIA

quarta-feira, 20 de março de 2013

DE OUTROS


 “O nó górdio à nossa volta é tão grande que ou há alguns compromissos sérios que façam frente à insensibilidade da troika, ou da tríade, como lhe queiram chamar, ou então estamos em grandes dificuldades”

Jorge Sampaio

INTERVALO MUSICAL

A TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO DOS CALOS


[Francisco]Continua a usar os sapatos pretos que trouxe de casa, não adoptou o calçado vermelho habitual.

RR

PRIMAVERA

FOTO LG

OUTROS FUNDOS MONETÁRIOS


Polícia faz buscas em casa de Christine Lagarde

A Ex-ministra francesa e atual diretora do FMI é suspeita de "cumplicidade de desvio de fundos" já que terá sido quem tomou as decisões que renderam 403 milhões de euros a Bernard Tapie.

EXPRESSO

A MINHA CAVALARIÇA É A LÍNGUA RELVESCA


Relvas vai além do acordo ortográfico
A adoção do novo acordo ortográfico no mundo lusófono parece condenada. Há Estados que recusam a adesão, personalidades ilustres que criticam o acordo e continuam a escrever como antes. Mas entre discussões e impasses há quem tenha avançado. O Governo português aderiu. E dentro do atual Executivo há quem avance ainda mais, parecendo querer replicar na gramática a receita económica do "ir além da troika". Miguel Relvas agarrou o dicionário pelos colarinhos e tratou de abrir novos mundos ao mundo lusófono. Primeiro, em entrevista à RTP em janeiro, defendeu que "ser visto e ouvisto" tem de ser um dos propósitos essenciais do serviço público. Esta semana - numa audição parlamentar, e a propósito de comparações entre a RTP, a SIC e a TVI -, argumentou que "ambas as três estão no mercado". Não sabemos se Pessoa estará a dar voltas no túmulo. Mas se fosse vivo é provável que também ele repensasse o conceito de "A minha pátria é a língua portuguesa" e acabasse a emigrar.

EXPRESSO

O IDEAL ERA QUE SUBISSE O PREÇO DO FENO