Estátua de Trump e Epstein agarrados como na cena de 'Titanic' colocada perto do Capitólio em Washington
Escultura com cerca de 3,5 metros de altura e pintada a dourado mostra o presidente dos EUA e o pedófilo já falecido.
CM
Escultura com cerca de 3,5 metros de altura e pintada a dourado mostra o presidente dos EUA e o pedófilo já falecido.
CM
Nomeada por Moedas para os Serviços Sociais da câmara arrenda casas com condições indignas a imigrantes ilegais. É namorada do vereador do Chega.
Filipe Santos Costa
CNN (P)
A juntar à crise interna na Câmara de São Vicente, Chega já perdeu vereadores no Funchal, Gaia, Fundão, Marinha Grande, Lisboa, Coimbra e Mirandela. Em Ourém, Odemira e Azambuja, foram substituídos.
Câmara de S. Vicente, na Madeira, à beira da implosão política. Presidente da autarquia - uma das três conquistadas pelo Chega nas últimas autárquicas - concentra agora todos os pelouros. PSD já se afirma preparado para eleições intercalares
Expresso
Chegaram ao fim os longuíííímos dez anos do reinado de Marcelo Rebelo de Sousa, o pior presidente da II República. Um decénio em que sempre foi difícil distinguir o Palácio de Belém do Coliseu dos Recreios; em que, com todas as manhas e disfarces, a esquerda foi afastada do poder, e uma Direita bimba e chica-esperta foi levada ao colo e depositada no Palácio de S. Bento; em que foram, objectivamente, oferecidos, com o precioso auxílio de um tal Costa, no papel de idiota útil ou de carreirista diplomado com distinção (ou nas duas condições), quarenta e oito deputados a uma agremiação de neofascistas.
Prometeu sua excelência retirar-se para a Califórnia. Pois que cumpra a promessa, vá e passe bem.
Passos Coelho, um messias com a visão de um mecânico
Eleger o Chega como putativo parceiro de Governo é o primeiro passo para se suspeitar que, bem mais do que mudar o país, o que Pedro Passos Coelho quer, de facto, é mandar no país.
Manuel Carvalho
Público
Miguel Sousa Tavares (Expresso)
Um olhar revelador sobre o fim das democracias em todo o mundo — e um guia para as resgatar.
Bestseller do New York Times
A presidência de Donald Trump veio levantar uma questão que muitos nunca pensaram colocar: a democracia norte-americana está em perigo? Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, ambos professores em Harvard, dedicaram mais de 20 anos ao estudo da queda de democracias na Europa e na América Latina, e acreditam que a resposta para essa pergunta é «sim».
As democracias já não se desmoronam mediante uma revolução ou golpe de Estado, caem aos poucos, através do enfraquecimento das instituições fundamentais, como os tribunais e os órgãos de comunicação social, e do desgaste gradual de normas políticas de longa data. Mas nem tudo está perdido. O autoritarismo pode ser revertido.
O livro a ler sobre o atual estado da política norte-americana! Apoiados em décadas de pesquisa e apresentando vários exemplos históricos pelo mundo (Hungria, Turquia, Venezuela, Peru, entre outros países), os autores mostram como morrem as democracias e de que modo se poderá salvar a democracia norte-americana.
«Impressionante. Uma análise provocante dos paralelismos entre a ascensão de Donald Trump e a queda de outras democracias.» - Kirkus Reviews
Hugo Franco (Expresso)
Há queixas na GNR de ambas as partes. Mulher diz ter sido agredida. António Lobão diz que é mentira. (CM)
O regresso em força de Passos Coelho significa também que a direita assume a derrota nas presidenciais e confessa que vive dividida entre a aliança envergonhada de Montenegro com o Chega e a aliança descarada de Passos com Ventura.
Paulo Baldais (Expresso)