domingo, 23 de maio de 2021
sábado, 22 de maio de 2021
O DISCURSO DO ÓDIO QUE A DIREITA 'MEL' QUER NORMALIZAR
“Se é assim que vive a III República, eu também acho que Eduardo Cabrita devia ser decapitado!”
André Ventura
CHEGA DE CHUNGAS!
Chega: Juristas juntam 103 páginas à queixa de Ana Gomes para extinguir o partido. Motivo: racismo"
Dois meses após queixa de Ana Gomes, aditamento ao processo reforça juridicamente pedido de extinção do Chega
sexta-feira, 21 de maio de 2021
EH, PÁ, O CABRITA ACERTOU UMA!!!
Ministro suspende
pena aplicada a polícia
anti-racista e manda
a PSP devolver-lhe o
salário
Manuel Morais escreveu na sua página de Facebook que André Ventura era uma “aberração”
acrescentando: “Decapitem estes racistas nauseabundos que não merecem a água
que bebem.” Mas falava no “sentido figurado”. Ministro sublinha que agente
procurou reparar o mal-entendido.
Público
A GENTE DO RIO
Miguel Carvalho
Visão
OBRAS DE AMPLIAÇÃO NA POCILGA
David Justino: “O ‘congresso das direitas’ está a reconhecer o Chega como uma força política importante”
quinta-feira, 20 de maio de 2021
BBC (BANCA, BENFICA & CALOTES)
Presidente do Novo Banco: "O aval do Sr. Luís Filipe Vieira vale mais não executado que executado"
António Ramalho confirma que o aval pessoal de Luís Filipe Vieira concedido ao Novo Banco tinha apenas uma casa para palheiro, uma outra moradia e uma loja em Alverca. O verdadeiro valor é, contudo, reputacional, por ser presidente do Benfica
O presidente executivo do Novo Banco, António Ramalho, confirmou em sede de comissão de inquérito que o aval pessoal dado por Luís Filipe Vieira para os seus créditos ao banco contava com um património com apenas três ativos: a já conhecida casa para palheiro, uma moradia e ainda uma loja em Alverca.
"O aval do Sr. Luís Filipe Vieira vale mais não executado que executado", declarou António Ramalho na audição desta quarta-feira, 19 de maio, na comissão de inquérito às perdas do Novo Banco e imputadas ao Fundo de Resolução.
Segundo o que explicou o CEO do banco, é a "a defesa reputacional de Luís Filipe Vieira enquanto presidente do Benfica" que "torna o aval mais relevante". Há uma defesa de reputação que dá valor, explicou. "Se exercemos um aval pela riqueza dos avalistas não havia avales nenhuns", admitiu.
Expresso
FUTEBOLIXO
31 “No Name Boys” vão ser julgados por ataque bárbaro a membro da Juve Leo
Juíza de instrução do Tribunal de Cascais decidiu enviar para julgamento 31 dos 37 adeptos do Benfica por 231 crimes. Cinco deles serão julgados por tentativa de homicídio, com ataque à martelada e à facada, a um membro da claque rival sportinguista.
Pela agressão bárbara que quase resultou na morte de um membro da claque Juve Leo, em 27 de Maio do ano passado, com recurso a marteladas e facadas, numa emboscada, serão julgados cinco elementos do subgrupo “Casuals” da claque benfiquista No Name Boys. Assim decidiu a juíza do Tribunal de Instrução Criminal de Cascais, no despacho a que o NOVO teve acesso.
Rafael Palminha, Bernardo dos Santos, Diogo Medeiros, Nuno Cunha e Pedro Lima vão responder pelo crime de homicídio na forma tentada, para além de estarem acusados de outros crimes como ofensa à integridade física qualificada, atentado à segurança de transporte rodoviário, dano, coação, roubo e detenção de arma proibida.
Novo Semanário
FÁBRICA PORTUGUESA DE "CAPITÃES DA INDÚSTRIA" (PATENTE REGISTADA NA CONSERVATÓRIA DE MASSAMÁ)
"O segundo mecanismo desta engenharia social é a promoção de novos capitães da indústria. É a estratégia Casimiro: um governo retira à TAP uma parte da sua operação, cria a Groundforce e privatiza-a, paga a um empresário para a comprar, com uma confortável margem para cobrir o incómodo, e, depois, obriga-se a TAP a aguentar o prejuízo de uma gestão desastrada. É o crime perfeito."
Francisco Louçã
Expresso
quarta-feira, 19 de maio de 2021
PRETO NO BRANCO
Seria bom que o prometido inquérito da agência Lusa sobre o caso da deputada "preta" apurasse se um tal Hugo Godinho é um jornalista da Lusa que acompanha o Chega ou se é um militante do Chega que acompanha a Lusa.
MAIS UM
Rui Moreira vai a julgamento no caso Selminho e arrisca perda de mandato
CHUCHIALISMO EM LIBERDADE
Mais um negócio do consultor António Gameiro
A venda da Quinta Braamcamp soma semelhanças com o processo sob investigação em Monte Gordo: também foi comprada à câmara, também custou cinco milhões de euros e envolve o empresário Carlos Casimiro Matos e o deputado António Gameiro.
Carlos Casimiro Matos pensou ter encontrado no Barreiro uma boa oportunidade de negócio. Com a consultoria do deputado socialista António Gameiro, ganhou o concurso para adquirir à Câmara 21 hectares de uma quinta histórica, nas margens dos rios Tejo e Coina. Mas o investimento do empreiteiro, que está sob investigação pela compra de um terreno à beira-mar à Câmara de Vila Real de Santo António, está no meio de uma guerra jurídica e debaixo de suspeitas de contornos pouco claros.
O negócio, no valor de cinco milhões de euros, está parado por força de uma providência cautelar interposta pela Associação Barreiro, Património Memória e Futuro. Os terrenos estão em Reserva Ecológica Nacional (REN), parcialmente em domínio hídrico público e em leito de cheias. Mas essa informação não consta do concurso associado à hasta pública lançado pela Câmara do Barreiro. Carla Marina, da associação que interpôs a ação, fala num "processo nebuloso" e estranha o facto de não haver da parte das autoridades competentes uma defesa de um território que é classificado. "O que é que está por trás disto tudo?", pergunta.
Sábado
terça-feira, 18 de maio de 2021
O MINISTÉRIO DA AMIZADE
Nos executivos chefiados por Rui Rio, o titular do Ministério da Amizade devia ser o malcheiroso, o supremacista, o asqueroso Ventura coadjuvado pela secretária de Estado Susana Garcia.
segunda-feira, 17 de maio de 2021
EUROPOCILGA
Partido de Le Pen acusado de desviar 6,8 milhões de fundos europeus
OS PEÕES DE BREGA
Retalhos da vida de um grande devedor
Por mais endividado que viva, Luís Filipe Vieira escapou sempre, entre reestruturações e favores, à convocação de um património que, sendo seu, no fundo, nunca lhe pertenceu. Vieira não é único, mas é um retrato acabado de uma economia ao serviço dos bancos e seus satélites.
Mariana Mortágua
Público





















