quinta-feira, 18 de maio de 2017

E AGORA, FRANÇOIS?

Quanto às presidenciais francesas, 'les jeux sont faits'. Perdeu a fascista pura, ganhou o híbrido dos mercados.
Analistas, comentadores, politólogos arrasam-nos com análises, comentários, politiquices. Vai Macron acabar a demolição do PSF, iniciada pelo camarada Mitterrand? E os gaullistas, reduzidos à insignificância, irão roubar para outra freguesia? E, neste cenário, a fascista pura poderá ganhar as eleições de 2022?
Tudo questões importantes, sem dúvida. Mas ainda ninguém se importou com uma outra que me preocupa e é igualmente relevante: a partir de agora, quem vai pagar os dez mil euros mensais ao barbeiro e cabeleireiro de François Hollande? Ele, o dito cujo, ou 'la République française'?

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