sexta-feira, 9 de setembro de 2016

DE OUTROS

A nossa situação, a situação portuguesa, chega a ser rastejante. Vimos isso com José Sócrates e, de um modo absolutamente cabisbaixo, com Pedro Passos Coelho, em que a subserviência atingiu aspectos de ultraje. Como a nossa comunicação social estava, quase toda, sob a direcção abjecta de administrações apenas destinadas à subserviência, o assunto tornou-se de uma gravidade tormentosa. Nem no tempo do salazarismo a situação foi tão delicada. É substancialmente depravante o número de bons jornalistas que foram afastados, e substituídos por tecnocratas medíocres que apenas serviam um dono: o do dinheiro.
Baptista-Bastos
Jornal de Negócios

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