A Grécia fez este casamento com o euro, um cônjuge que ultimamente lhe tem imposto grandes sacrifícios, mas sem melhorias visíveis. Por isso a Grécia exige agora poder ter vida de solteiro, mas sem sair de casa e à custa do cônjuge.
A frase, cuidada, é para circulação nos salões da burguesia do Porto, mas traduzida para a linguagem corrente do Mercado do Bolhão fica assim: o euro, essa puta, a dar o corpinho ao manifesto e o grego, esse chulo, de perna cruzada e a viver à conta.
E quem é o autor da frase de salão? É dos Santos, o Teixeira, o recém-condecorado pela tétrica e cavacal figura com a Ordem Militar de Cristo, o ministro das Finanças do Sócrates que levou o país à bancarrota, o nacionalizador do BPN (que nos custava 700 milhões, já vai nos 5.000 milhões e continua a rodar sem travões, lembram-se?).
E o figurão que devia manter o período de nojo por um século, pelo menos, sente-se autorizado pela sua imunda folha de serviços a dar lições de moral aos gregos e ao mundo.
Nojo. Nojo é isto. Mas sem período.
