sábado, 19 de julho de 2014

O SONSO


2 comentários:

Daniel Nobre Mendes disse...

olhos de lince, granadeiro espreita!...

Anónimo disse...

O amigo pobre.

Como é que pediu o dinheiro?( Anabela Mota Ribeiro-Público)
Estávamos a jantar na Quinta do Perú, em Azeitão, num fim-de-semana. A conversa foi: “Tio Manel, agora vai haver uma oportunidade de subscrever capital da Cinorte, mas não tenho dinheiro. Queria que o seu banco me emprestasse”.
MR