Agora, e a propósito da avenida Álvaro Cunhal, veio com esta:
«Para quando a Avenida António Oliveira Salazar?»
Podia a matosa Helena ter ido um pouco mais longe e ter mesmo perguntado: «Para quando o regresso do tio António, com um toque de modernidade, já se vê, fatinho 'Armani' e botins 'Prada' para nos dizer em voz afectada como as tias de Cascais ( que a matosa Helena tanto gosta de imitar nos comentários da TVI): "Temos o Santa Maria connosco. Obrigado portugueses" ou para nos galvanizar com palavras de ordem já um pouco esquecidas - "Para Angola, rapidamente e em força!".
E, já agora, porque não?, o tio Cunhal de regresso ao forte de Peniche para continuar as suas pinturas neo-realistas e as traduções de Shakespeare?
E novamente a pátria do Minho a Timor e a ordem nas ruas. O mundo 'helénico' e perfeito, pois.
