Polícia confirma contabilidade paralela do PP espanhol
Partido no poder aceitou doações ilegais desde 1990, incluindo de empresas que a seguir obtiveram contratos públicos. Dinheiro servia para pagar “complementos” a dirigentes.
O primeiro-ministro, Mariano Rajoy, é suspeito de ter sido um dos beneficiários deste “saco azul” e de ter conhecimento da contabilidade paralela. Desde que os “papéis de Barcenas” saíram nos jornais e que a oposição pediu a sua demissão, Rajoy recusou explicar-se no Parlamento, limitando-se a assegurar que não está envolvido.
O primeiro-ministro, Mariano Rajoy, é suspeito de ter sido um dos beneficiários deste “saco azul” e de ter conhecimento da contabilidade paralela. Desde que os “papéis de Barcenas” saíram nos jornais e que a oposição pediu a sua demissão, Rajoy recusou explicar-se no Parlamento, limitando-se a assegurar que não está envolvido.
Público
