«Debaixo da sua cuidada apresentação, Pedro Passos Coelho esconde uma profundíssima incultura política, económica, jurídica e histórica. Há também ignorância que não só é atrevida, mas ousada mesmo. Passos Coelho atira-se no desconhecido, ora acreditando naquilo que lhe dizem, ora proclamando aquilo que julga ter entendido. Mas acima de tudo é de incultura que se trata: é Pedro Passos Coelho que tem responsabilidade por dois orçamentos inconstitucionais, em duas tentativas sucessivas. E, por isso, é ele que tem a culpa.»
Rui Tavares
Público
