Eu não quero acreditar em fantasmas, mas a realidade persegue-me e há-de acabar por me convencer.
Imaginem que estava eu a digerir o caso do lusofoníssimo curso-fantasma quando me chegou por correio electrónico cópia de uma investigação jornalística, publicada nos anos 90, sobre residências-fantasma e viagens-fantasma para recebimentos de subsídios (reais) de deslocação e (reais) créditos em agências de viagens.
O mais curioso é que o protagonista destas três fantasmagóricas histórias aos quadradinhos não é um fantasma. É um realíssimo artista a quem foi distribuído papel relevante no elenco da Companhia Circense da Coelheira de S. Bento.
E a bola continua a rolar sobre o relvado...
