Governo
Paulo Portas contrata funcionário do CDS arguido no caso Portucale
João Paulo da Silva Carvalho, contratado pela subsecretária de Estado Adjunta do MNE, trabalhava no Largo do Caldas e é arguido no caso Portucale.
João Paulo da Silva Carvalho, funcionário do CDS-PP há 12 anos e um dos arguidos no caso Portucale, foi contratado para o gabinete da subsecretária de Estado Adjunta do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), liderado por Paulo Portas.
O despacho de nomeação foi publicado em Diário da República no passado dia 24 de Julho, e é hoje noticiado pelo jornal "Público", que sublinha o desconforto que o tema está a causar no Largo do Caldas.
João Almeida, porta-voz do CDS-PP, recusou-se a comentar o assunto, mas fontes não identificadas ter-se-ão mostrado incrédulas, sobretudo com o facto de o próprio despacho de nomeação ter chamado a atenção para os antecedentes profissionais de João Paulo da Silva Carvalho.
O novo assessor de Vânia Dias da Silva, subsecretária Adjunta de Paulo Portas, é arguido no caso Portucale por causa dos recibos de justificação de depóstos bancários que eram passados em nome de "Jacinto Leite Capelo Rego", recorda o "Público".
Em Abril, este novo funcionário do Governo foi absolvido, juntamente com Abel Pinheiro, dos crimes de que estava acusado, mas o Ministério Público recorreu daa sentença para o Tribunal da Relação, pelo que o processo ainda se encontra activo.
O despacho de nomeação foi publicado em Diário da República no passado dia 24 de Julho, e é hoje noticiado pelo jornal "Público", que sublinha o desconforto que o tema está a causar no Largo do Caldas.
João Almeida, porta-voz do CDS-PP, recusou-se a comentar o assunto, mas fontes não identificadas ter-se-ão mostrado incrédulas, sobretudo com o facto de o próprio despacho de nomeação ter chamado a atenção para os antecedentes profissionais de João Paulo da Silva Carvalho.
O novo assessor de Vânia Dias da Silva, subsecretária Adjunta de Paulo Portas, é arguido no caso Portucale por causa dos recibos de justificação de depóstos bancários que eram passados em nome de "Jacinto Leite Capelo Rego", recorda o "Público".
Em Abril, este novo funcionário do Governo foi absolvido, juntamente com Abel Pinheiro, dos crimes de que estava acusado, mas o Ministério Público recorreu daa sentença para o Tribunal da Relação, pelo que o processo ainda se encontra activo.
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