
Depois, os 'mercados' começaram a olhar gulosamente para a França e Bélgica e a admitir baixar o 'rating' das suas dívidas soberanas e, consequentemente, aumentar as taxas dos empréstimos. Merkel, com o cérebro formatado pelos planos quinquenais, continuou a assobiar (Beethoven, o 'Hino à Alegria?).
Agora, os 'mercados' desprezaram mais de 30% da emissão de dívida alemã. Angela continua a assobiar para o lado (Mozart, 'Requiem'?).
Quanto tempo faltará para o fim do plano quinquenal incrustado naquela cabecinha e, já agora, para o fim da 'Europa'?