segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ILUSÕES E DESILUSÕES DE UM CÃO SOCRETINO

«"Ao longo de estes seis anos fiz tudo o que podia para agradar ao meu dono: mordisquei as canelas a alguns jornalistas; rosnei ao Presidente da república; mordi a chanceler alemã Angela Merkel; peguei pulgas aos líderes da oposição e comi os jornais com notícias desfavoráveis ao primeiro-ministro. Concluindo, sacrifiquei-me pelo meu dono, mas, para quê?", questiona o animal que está com depressão porque Sócrates o deixou de tratar como o "primeiro cão oficial" de Portugal e agora trata-o como um simples ministro, sempre na dúvida se será ou não demitido.»

DN