domingo, 20 de setembro de 2009

UM IMENSO ADEUS


«Eis o tempo em que os meus olhos se embriagam nos reflexos prateados do rio poluído. - Tempo em que é preciso acreditar num amor qualquer, tempo que voa, imagem louca, translúcida, tempo de madrugadas indistintas onde passeio a minha solidão. Assim se apreende, o minuto crucificado, do tempo que corre cinzento, nas manhãs incertas em que somos apenas tempo de vida e de morte!»
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IDALÉRIO VAZ FERRO