
O artista apareceu, vindo da esquerda baixa, e, pela mão de E. Rangel - com o patrocínio dos 'Fatos Armanex', 'Sapatos Pradex' e 'Perfumes Merdalex' - rapidamente subiu ao estrelato televisivo.
A carreira fulgurante e a vaidade incomensurável fizeram-no perder o tino e ganhar o 'Óscar' da arrogância ('animal feroz' - dizia-se).
Agora que estava a desempenhar, numa tentativa desesperada para continuar em cena, o ridículo papel de animal doméstico, manso e 'mignon', ao que tudo indica, vai sair de cena pela direita alta, pela mão de J. E. Moniz e com o patrocínio de 'Manelex & Manelex - Comércio de Papel Higiénico e Pomadas para Calos e Joanetes'.
É dura, muito dura, a vida dos artistas. O respeitável público é ingrato e inconstante.
Uma chatice...