
Já aí está. E, a páginas 50, tem este poema do Eduardo Aleixo (timidamente escondido por um pseudónimo) que me acompanhou na viagem do 'Onda Jazz' para o meu exílio alentejano:
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O ROSTO DO VENTO
Gosto da calma das noites
Após a guerra dos dias,
Mas sinto sempre a grande solidão do mundo
Estampada no rosto do vento
Que conhece os segredos
De todos os caminhos...