sexta-feira, 3 de julho de 2026

RALÉ

 

Parlamento conclui que Rita Matias violou código de conduta em dois casos

Comissão de Transparência concluiu que duas deputadas do Chega incorreram em "violação grave dos deveres dos Deputados“ e do Código de Conduta dos Deputados

A Comissão Parlamentar de Transparência concluiu, esta quarta-feira, que a deputada do Chega Rita Matias violou o código de conduta por utilização abusiva do cartão de deputada na Faculdade de Letras de Lisboa e também por insultos dirigidos à socialista Isabel Moreira. (...)

No processo que envolve a Faculdade de Letras de Lisboa, a admoestação por mau comportamento estende-se à deputada do Chega Madalena Cordeiro. Já no caso relativo a Isabel Moreira, considerou-se provado que Rita Matias se dirigiu à constitucionalista da bancada do PS usando a expressão "assassina", associando-a à morte de 18 mil bebés.
(...)

O caso de Rita Matias e de Madalena Cordeiro com a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é considerado mais insólito.

As duas deputadas foram a essa faculdade em 18 de março passado. Após ter-lhes sido dito que o diretor da faculdade não iria recebê-las, decidiram forçar o encontro e apresentaram a agentes da PSP o "Cartão de Deputado - Livre-Trânsito".

Segundo o relatório, Rita Matias e Madalena Cordeiro insistiram e pediram que lhes fosse conferido acesso à sala onde o diretor presidia à reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico - solicitação essa que foi negada.

Perante este caso, a Comissão de Transparência concluiu que esta iniciativa é "estranha" ao exercício do mandato parlamentar e, sobretudo, que as duas deputadas "não poderiam, em circunstância alguma, ter utilizado o cartão de deputado para garantir o acesso de livre circulação nas instalações da Faculdade de Letras". "E muito menos ainda para aceder a uma reunião reservada, que se encontrava a decorrer, de um órgão interno daquela instituição de ensino superior", salienta-se no parecer aprovado.


Expresso

 



RALÉ

 

Incivilidade na AR mais do que duplicou desde a entrada do Chega no Parlamento


Os episódios de incivilidade na Assembleia da República (AR) mais do que duplicaram desde a entrada no Parlamento do Chega, partido responsável por mais de um terço dos casos entre 2020 e 2025, conclui um artigo científico. Manuel João Cruz, do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, analisou as transcrições de todas as sessões plenárias de debate sobre o Estado da Nação entre 2015 e 2025, concluindo que, com a entrada do partido liderado por André Ventura no Parlamento, os episódios de incivilidade mais do que duplicaram, disse à agência Lusa o investigador especializado em populismos.
Público

RALÉ

 



Milícia neonazi tinha esconderijos para armas e mantimentos em Monsanto e na Arrábida


Expresso

quinta-feira, 2 de julho de 2026

$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$, O GRANDE DESÍGNIO DOS 'PUROS'

 

Trump ganhou mais de dois mil milhões de dólares desde o regresso à Casa Branca

Mais de metade do acréscimo de fortuna veio das criptomoedas, incluindo uma operação que cruzou negócios e diplomacia no Médio Oriente. Porta-voz nega conflito de interesses.

Público

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OS MALEFÍCIOS DA MEMÓRIA:

André Ventura vai à tomada de posse de Donald Trump

SICN 18.1.2025


quarta-feira, 1 de julho de 2026

EURO-POCILGA

 

Procuradoria Europeia investiga alegado desvio de fundos da UE por grupo ligado a Marine Le Pen e Matteo Salvini

A Procuradoria Europeia (EPPO) está a investigar suspeitas de utilização indevida de fundos da União Europeia pelo antigo grupo Identidade e Democracia (ID). A investigação desencandeou buscas em vários países europeus no âmbito de um processo que envolve alegados gastos irregulares no Parlamento Europeu entre 2019 e 2024.

SICN



PURA COINCIDÊNCIA

 



Imigrante que confrontou André Ventura numa arruada era o primeiro alvo de milícia neonazi


Expresso

terça-feira, 30 de junho de 2026

SUINOCRACIA

 

Eleições internas do Chega ameaçam incumbentes e paz entre os deputados (DN)

segunda-feira, 29 de junho de 2026

ISTO É GOZAR COM O PAGODE

 


O ROD E O AVEIRO

 

Sejamos justos:  se o Rod Stewart, com a sua provecta idade, pode actuar no Rock in Rio Lisboa, por que razão o nababo Cristiano Aveiro, ligeiramente mais novo do que a estrela pop, não há de alinhar nos jogos do mundial de futebol?

domingo, 28 de junho de 2026

sábado, 27 de junho de 2026

SOBRE ARTISTAS

 


André Ventura é um artista. E Montenegro mostrou, mais uma vez, que o seu maior problema é o excesso de autoconfiança, que confirmou no congresso deste fim de semana (...). Convenceu-se de que dois terços de direita no Parlamento eram dois terços de direita no país e que podia fazer uma contrarreforma laboral desnecessária e impopular, selvagem e antissocial, sem pagar um preço político. Só com o habitual jogo duplo que acaba sempre com o apoio da extrema-direita. Enganou-se. Destruiu todas as pontes com o centro, a que chama radical, e ficou dependente do Chega para governar. A questão é saber se o PS aceita ser, depois de tudo isto, o suplente do parceiro escolhido pela AD. Seria um grande erro. Montenegro fez a sua cama. Que se deite nela.

Daniel Oliveira

Expresso

sexta-feira, 26 de junho de 2026

COITADA

 


Sobre o trajecto político-ideológico de Clara Ferreira Alves, posto a nu pelas suas arengas, nem mais uma palavra. Só lágrimas.

UM BOM EXEMPLO

 

BABELL é um evento literário e cultural, que acontecerá sobretudo em espaço público, em praças e ruas da cidade do Porto, de 24 a 29 de junho de 2026. Idealizado e produzido pela Fundação Livraria Lello, em ano do 120.º aniversário da histórica livraria, em coprodução com a Câmara Municipal do Porto, é fruto de uma política de responsabilidade cultural, que visa valorizar o território a partir do investimento na cultura.

quinta-feira, 25 de junho de 2026

FELLATIO AO DOMICÍLIO

 

“Elogiar a inteligência e capacidade de Donald Trump sem se rir é algo que merece o elogio a Mark Rutte”

Rui Henrique Santos  (CNN)

“Mark Rutte é um milagre biológico: um ser humano que não precisa de coluna dorsal para estar de pé."

Tiago André Lopes  (CNN)

quarta-feira, 24 de junho de 2026

OS CULPADOS

 


A culpa é, evidentemente, dos pobres. Insistem em ser pobres, que é uma falta de gosto muito grande, e recebem subsídios, o que indispõe as pessoas. Gente de outras classes sociais não recebe ignóbeis subsídios. Recebe incentivos, apoios à capitalização e benefícios fiscais. É dinheiro do Estado na mesma, mas tem outro prestígio.

Ricardo Araújo Pereira

Expresso

terça-feira, 23 de junho de 2026

SUGESTÃO

 


CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Um novo livro de Padura é uma forma de entender a realidade cubana.»

The New Yorker


«Morrer na Praia, talvez uma das obras mais importantes do escritor cubano, une o fresco histórico à análise psicológica de uma sociedade em queda livre.»

Zenda

«Padura escreveu um livro incómodo. Um livro impossível de fechar sem que se sinta algo parecido com alívio. É literatura necessária essa que nos recorda que a realidade é sempre mais cruel do que qualquer ficção.»

Revista Cervantes

«Leonardo Padura escreveu o seu livro mais corajoso.»

ABC Cultural



UMA CERTA IBÉRIA

 

Paulo Campos e Costa Pina acusados de participação económica em negócio

Ministério Público acusou dois ex-secretários de Estado de terem prejudicado o Estado na negociação de concessões rodoviárias em regime de Parceria Público-Privada.  (ECO)

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Ex-ministro de Sánchez condenado a “dura pena” de 24 anos de prisão por corrupção

Jose Luís Ábalos foi condenado à pena de prisão mais longa de um ex-ministro na história recente de Espanha. Tal como ele, o ex-assessor Koldo García, foi condenado a 19 anos de prisão por corrupção.

Público



segunda-feira, 22 de junho de 2026

domingo, 21 de junho de 2026

SUGESTÃO

 


Depois do primeiro volume dedicado ao tempo de Salazar (já na 3.ª edição): um livro sobre como a DGS de Marcello Caetano em nada diminuiu a violência e a atuação da PIDE.

A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e odiada polícia política do Estado Novo. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar-se Direção-Geral de Segurança (DGS).

A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris.

Outra vítima foi o militante clandestino do PCP Daniel Cabrita, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche.

À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974.

A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique, continuava a torturar, em massa e até à morte.

Estas são algumas das Histórias da PIDE que o jornalista José Pedro Castanheira investigou para o semanário Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano. O primeiro volume incidiu sobre a época em que Salazar governava.

HOLOCAUSTO 2.0

 

“Israel esgotou por completo o crédito para alguma vez voltar a invocar o Holocausto”


Omer Bartov 

Historiador israelita nascido num kibbutz e especialista no Holocausto