Sobre o trajecto político-ideológico de Clara Ferreira Alves, posto a nu pelas suas arengas, nem mais uma palavra. Só lágrimas.
Sobre o trajecto político-ideológico de Clara Ferreira Alves, posto a nu pelas suas arengas, nem mais uma palavra. Só lágrimas.
BABELL é um evento literário e cultural, que acontecerá sobretudo em espaço público, em praças e ruas da cidade do Porto, de 24 a 29 de junho de 2026. Idealizado e produzido pela Fundação Livraria Lello, em ano do 120.º aniversário da histórica livraria, em coprodução com a Câmara Municipal do Porto, é fruto de uma política de responsabilidade cultural, que visa valorizar o território a partir do investimento na cultura.
Ricardo Araújo Pereira
Expresso
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Um novo livro de Padura é uma forma de entender a realidade cubana.»
The New Yorker
«Morrer na Praia, talvez uma das obras mais importantes do escritor cubano, une o fresco histórico à análise psicológica de uma sociedade em queda livre.»
Zenda
«Padura escreveu um livro incómodo. Um livro impossível de fechar sem que se sinta algo parecido com alívio. É literatura necessária essa que nos recorda que a realidade é sempre mais cruel do que qualquer ficção.»
Revista Cervantes
«Leonardo Padura escreveu o seu livro mais corajoso.»
ABC Cultural
Jose Luís Ábalos foi condenado à pena de prisão mais longa de um ex-ministro na história recente de Espanha. Tal como ele, o ex-assessor Koldo García, foi condenado a 19 anos de prisão por corrupção.
Público
Depois do primeiro volume dedicado ao tempo de Salazar (já na 3.ª edição): um livro sobre como a DGS de Marcello Caetano em nada diminuiu a violência e a atuação da PIDE.
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e odiada polícia política do Estado Novo. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar-se Direção-Geral de Segurança (DGS).
A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris.
Outra vítima foi o militante clandestino do PCP Daniel Cabrita, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche.
À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974.
A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique, continuava a torturar, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que o jornalista José Pedro Castanheira investigou para o semanário Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano. O primeiro volume incidiu sobre a época em que Salazar governava.
Há muito que desconfiava, mas, agora, tenho a certeza: o grande nababo Cristiano Aveiro gosta de cães. De há uns tempos a esta parte tem um rafeiro chamado Roberto. Até aqui, tubo bem. O problema é que o Roberto, fiel e obediente ao dono, como qualquer canídeo que se preze, percebe tanto de futebol como o Mobutu, sargento da tropa e grande artista de várias e lucrativas artes, percebia de missas em latim.
Se vivêssemos num mundo normal, o narcisismo patológico de Trump já o teria levado a ser internado numa instituição para doentes mentais.
José Pacheco Pereira
Público
Canal de denúncias será anónimo e vai receber queixas de quem quiser reportar fraudes na atribuição da PSU
Expresso
Daniel Oliveira
Expresso