Comunidade Israelita do Porto suspende certificação de judeus sefarditas
Ventura fez proposta para adiar as eleições distritais e para que as concelhias continuassem a ser nomeadas durante este período.
Observador
"A minha geração passou de um tempo em que a cultura e o espírito falavam ainda francês para um ambiente em que a língua francesa é tida por uma esquisitice que ninguém partilha e em que muitos consideram, sem sequer os ler, que nenhum dos escritores franceses do presente merece o nosso tempo e a nossa paciência.
A França fez por isso: o decréscimo da sua presença cultural entre nós, por frias razões financeiras, o tratamento que fez do ensino da língua portuguesa em França, considerada não uma língua de cultura (como o italiano), mas uma língua de migrantes, a que se não podem conceder direitos que se querem recusar ao árabe, uma certa convicção de si que a leva a dar o seu papel no mundo como adquirido para sempre, contribuíram certamente para este declínio."
Luís Castro Mendes (DN)
Ler mais: https://www.dn.pt/opiniao/porque-somos-ainda-francofilos-14610027.html
João Vieira Pereira
Director(!) do Expresso
(* Letras em inglês e em português já tenho lido, ouvido e decorado, mas só agora, pela pena sempre inspirada do Pereira do Expresso, me apercebo que também é possível decorar músicas em inglês e português. Estou sempre a aprender.)
NicolasSarkozy.
Oh, Nicolas, meu querido 'Pintarolas', essa do Macron ter "a valorização do trabalho no centro de todas as prioridades" não te terá saído depois de fumares um daqueles cigarros marroquinos muito esquisitos?
O
Autoridades ucranianas acreditam que número de vitimas pode aumentar.
Ex-governantes chamados para esclarecerem ligações a ex-empresário de futebol.
CM
José Gusmão
Expresso
Vaklav Klaus aconselhou o Presidente português a esconder o défice nacional. Cavaco fez de conta que não ouviu
Falando ao lado de Cavaco, num seminário ontem organizado pelas autoridades dos dois países, que juntou empresários portugueses e checos num hotel de Praga, Vaklav Klaus disse que ficou "muito surpreendido por Portugal não parecer muito preocupado por ter um défice de oito por cento". O Chefe do Estado checo foi brutal. "Por favor não digam a ninguém que têm um défice maior que o nosso [cerca de 5%]", recomendou.
À tarde, conversando com jornalistas portugueses, Cavaco Silva foi confrontado com as afirmações de Klaus. Tentou, num primeiro momento, fazer parecer que na altura não as tinha entendido. Depois comentou declarações do seu homólogo, mas as da véspera (dizendo que o Tratado de Lisboa estava a agravar o "défice democrático" da UE): "São conhecidas as suas posições pouco ortodoxas" e "às vezes é bom ouvir na Europa quem pensa de modo diferente". Perante a insistência dos jornalistas, tentou sacudir: "Não quero colocar-me no fato dele." Acabou pedindo: "Façam-me perguntas sobre o que eu disse."
DN - 17-4-2010

"Não posso e também não quero esconder que estou profundamente dececionado com o comportamento de Vladimir Putin, que assumiu uma responsabilidade muito séria perante todo o mundo", disse Berlusconi, durante uma reunião pública, em Roma, do partido de direita Forza Itália, que faz parte da coligação de apoio ao Governo liderado por Mario Draghi.
"Conheço-o há 20 anos e ele sempre me pareceu um democrata e um homem de paz", acrescentou o empresário e político de 85 anos, que foi três vezes chefe de Governo, entre 1994 e 2011. (DN)
Jerónimo de Sousa