segunda-feira, 11 de maio de 2015

DIVULGAÇÃO

 Frida Kahlo. Dos ideais da Revolução Mexicana à (inédita) exposição no CascaisShopping
A exposição de fotografias originais da pintora mexicana é apresentada pela primeira vez em Portugal, a parir de sexta, em Cascais.

Intitulada “Fashion icon Frida Kahlo”, a mostra, com curadoria de Astrid Sauer, estará patente no CascaisShopping, em Alcabideche, no concelho de Cascais, até 12 de Julho.
A exposição reúne 44 fotografias originais, que “são testemunho de eventos que marcaram não só a pintura e a vida artística de Frida Kahlo mas, sobretudo, a sua maneira de ser e o seu estilo único que influenciou decisivamente, e continua a influenciar, a moda”, afirma a organização em comunicado.
Segundo a mesma fonte, este conjunto de fotografias “abre uma página da vida íntima da artista, apresenta Frida Kahlo em momentos privados e públicos e revelam a personalidade de uma artista mas, ainda mais, de uma mulher que se tornou o símbolo da força e independência do universo feminino”.
"I"

HAJA FÉ!

Quando não se consegue viver sem uma religião e quando a vida teima em contrariar os guiões divinos, estas coisas podem acontecer. Salta-se de Jesus para Marx, de Lenine para Gregório IX, da Sierra Maestra para a sacristia, sempre em busca da 'Verdade'.

domingo, 10 de maio de 2015

DE OUTROS

«O elogio de Passos a Dias Loureiro, nos termos em que foi feito, é especialmente grave se for tolerado. Manuel Dias Loureiro merece a presunção de inocência e abraços em privado de todos os amigos desinteressados, mas não merece respeito público. Os casos da Plêiade, da SLN, do BPN, dos negócios na América do Sul, das mentiras no Parlamento, dos prejuízos contados pelo Tribunal de Contas (justamente) que Catarina Martins citou são a marca da impunidade de um escândalo de regime. Não basta dizer que o PSD teve o BPN e o PS teve o BES porque os escândalos não se anulam, somam-se, e a soma é paga por nós. Talvez o elogio a Dias Loureiro seja, no fundo, uma provocação ao nosso manso silêncio, nós que deixámos de falar de Dias Loureiro porque passámos a falar de Vara, e depois de Sócrates, e antes de Relvas, e depois de Salgado, deixando que a vozearia de cada novo caso seja o sossego do caso anterior. Até ao dia em que o ditado "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és" se revelar esclarecidamente invertido - e formos nós, tolerantes, os que andamos com eles e ser isso o que diz quem eles são.» 
Pedro Santos Guerreiro
Expresso

sábado, 9 de maio de 2015

LEVEM O HOMEM PARA O PANTEÃO NACIONAL. JÁ!


"Conseguimos infligir um dano de 30 milhões de euros na companhia e penso que isso não devia ser desvalorizado pelo Governo", disse Hélder Santinhos.

EXPRESSO

O ENTRETENIMENTO, SEGUNDO OS GRUNHOS DA SIC

Escola de aluno ridicularizado nos 'Ídolos' pondera processar SIC

por DN.pt
As orelhas do concorrente iam aumentando ao longo da sua audição.
As orelhas do concorrente iam aumentando ao longo da sua audição.Fotografia © SIC
Desde a emissão do episódio em que aparece que o jovem cujo aspeto físico foi ridicularizado no programa de talentos da SIC não vai à escola.
Um concorrente de 16 anos que foi troçado no programa de talentos da SIC, Ídolos, não vai à escola desde a emissão do programa em que surgiu. 

DE OUTROS

Incompreensível prestígio mediático
Misterioso, o prestígio mediático de José Alberto Carvalho: lê bem, tem boa voz, mas é o pior entrevistador dos canais generalistas.
1 - José Alberto Carvalho é tão mau entrevistador que Marcelo inventou como dar a volta ao problema: não só não lhe responde às perguntas, fracotas e que este coloca sempre atrasado e com uhms e ahms sem fim, como faz ele mesmo as perguntas a si próprio.
2 - O caso repete-se nas entrevistas de Carvalho a João Araújo, advogado de Sócrates, que já tem assinatura na cadeira do ‘Jornal das 8’ da TVI. A última foi um mero frete: não havia nenhuma novidade no processo e não teve o mínimo interesse jornalístico. 

Eduardo Cintra Torres
CM

FUJAM, MOÇOS, QUE VÊM AÍ OS CÓMICOS!




"Apresenta-se ao serviço o líder do principal partido da oposição, se tiverem perguntas podem enviar um SMS", goza Portas


DN

sexta-feira, 8 de maio de 2015

E VIVA O BENFICA

Manifestação de comemoração do fim da II Guerra Mundial junto à Embaixada Americana em Lisboa, em 8 de Maio de 1945 - Arquivo Diário de Notícias
Após o suicídio de Hitler, ocorrido a 30 de Abril de 1945, o que restava do exército alemão rende-se aos Aliados, a 7 de Maio. Pretendia-se que o fim da II Grande Guerra na Europa fosse comemorado apenas no dia 9, mas, a 8 de Maio de 1945, inúmeras capitais europeias já comemoravam o fim da II Grande Guerra na Europa. Salazar dirige-se às embaixadas americana e britânica e à legação francesa, a fim de apresentar cumprimentos aos representantes dos países ocidentais que venceram este conflito. Esteve também presente na Assembleia Nacional, reunindo-se aos deputados que manifestavam o seu agrado pelo fim das hostilidades, tendo salientado que «a Providência dispôs em seus altos desígnios que pudéssemos atravessar o conflito sem sermos directa e activamente envolvidos nele».
Fonte: Diário de Lisboa n.º 8063, 2ª Tiragem, de 08-05-1945, 25º ano de publicação, pp. 1, 4 e 5
 
O povo saiu à rua gritando vivas aos vencedores deste conflito, hasteando bandeiras dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e do Benfica. Sim, leu bem, do Benfica, já que a bandeira vermelha da União Soviética – um dos vencedores da guerra na Europa - não era permitida pela polícia política.

8 de MAIO de 1945


8 de MAIO de 2015 - RECOMENDAÇÕES (PARA NÃO ESQUECER)


quinta-feira, 7 de maio de 2015

EFEMÉRIDE

quarta-feira, 6 de maio de 2015

OS SEGREDOS DA JUSTIÇA

PJ impedida de investigar Dias Loureiro no caso BPN?


PJ impedida de investigar Dias Loureiro no caso BPN?
Fotografia © Arquivo / Gonçalo Villaverde / Global Imagens
A antiga diretora do DCIAP afirmou não poder dizer por que é que o processo do ex-ministro não foi encaminhado para a Judiciária.
A Polícia Judiciária poderá ter sido impedida de investigar o ex-ministro Dias Loureiro no âmbito do caso BPN. O Correio da Manhã conta que o processo estará parado há alguns anos, e que desde 2009 que a antiga diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Cândida Almeida, terá prometido à PJ enviar o processo relativo ao ex-ministro.
Segundo o Correio da Manhã, Cândida Almeida terá dito que passaria à PJ o processo relativo a Dias Loureiro no âmbito do caso BPN se a Judiciária reforçasse a equipa que investiga crimes económicos. Cândida Almeida disse ao CM que se tinha reunido com o atual dirigente da PJ, Almeida Rodrigues, e que estava previsto um reforço dessa equipa, em particular no âmbito das suspeitas de fraude no BPN.
O CM conta que apesar do reforço das equipas da PJ, a Judiciária não recebeu o alegado processo relativo a Dias Loureiro, embora tenha recebido outros de arguidos menos mediáticos envolvidos no caso BPN. Dias Loureiro, apesar de ter sido constituído arguido no caso em 2009, não voltou a ser interrogado. Questionada pelo Correio da Manhã, Cândida Almeida afirmou não poder dizer por que é que o processo não tinha sido encaminhado para a Judiciária.
A investigação ao BPN começou em 2008, após a nacionalização do banco. Dias Loureiro, ministro dos Assuntos Parlamentares e da Administração Interna de Cavaco Silva, foi constituído arguido em 2009.
DN

DE OUTROS

A propósito da ditadura

Alguém, de uma geração bem mais nova, comentava comigo numa conversa o texto que anteontem aqui publiquei, sobre uma pequena e inocente "aventura" num 1º de maio. Para se mostrar surpreendido com a violência e o arbítrio da repressão política nesse tempo da ditadura, agora que está na moda absolvê-la dos crimes e interpretá-la como um tempo de "lei e ordem", em que a "paz social" reinava, onde os portugueses "viviam habitualmente", como gostava de dizer o déspota de Santa Comba. É claro que as perseguições, os presos políticos, as torturas, os assassinatos, os crimes coloniais, somados à condenação do país à miséria de décadas foram, para alguns, apenas "detalhes", como diria Le Pen sobre os campos de concentração nazis.

Às vezes, torna-se difícil explicar aos jovens os arbítrios e os métodos da ditadura. A censura da imprensa, numa era de internet e de circulação livre de informação, é, por exemplo, algo que eles têm dificuldade em imaginar e conceber.

Há semanas, numa palestra pública para um auditório de jovens, dei-lhes três exemplos muito simples, que eu pressentia que ninguém na sala conhecia. E era verdade, todos ficaram surpreendidos. Não posso é garantir se todos ficaram escandalizados.

O primeiro teve a ver com o referendo para aprovação da Constituição de 1933. Ao revelar que as abstenções contaram como votos a favor - porque quem não se opõe é porque está de acordo... - a sala caiu num espanto.

O segundo caso, que muita gente bem adulta ainda hoje desconhece, é que, nos atos eleitorais da ditadura, as pessoas levavam os boletins de voto de casa. As listas (quase sempre só uma, salvo os raros casos em que a oposição se apresentou a voto) eram entregues na residência dos potenciais votantes, pelo correio ou pessoalmente (corri as ruas de Vila Real, em horas mortas, nessa tarefa, pela oposição local, em 1969). À oposição não era dada cópia dos cadernos eleitorais e, não havendo fotocópias à época, era necessário copiar à mão os nomes e moradas de cada um, em escassas horas em que a leitura das listas era permitida. A impressão dos boletins de voto era da responsabilidade dos candidatos, ficando o votante sempre na dúvida sobre se o tipo de papel escolhido era, de facto, o mesmo e se, na hora do escrutínio, ao entregar o seu voto, não podia ficar identificada a sua opção.

Mas a maior surpresa para meus jovens auditores foi a revelação do conceito de "medidas de segurança". Para quem não saiba, o cumprimento de uma pena de prisão por "crime político" podia não significar a saída imediata da prisão. Se as autoridades viessem a considerar que havia um perigo público com o regresso do cidadão à liberdade (e mesmo em certos casos de absolvição!), podiam ser instituídas "medidas de segurança" por um período de dois anos - decisão que era renovável, sem um limite legal, o que teoricamente poderia configurar uma prisão perpétua. Leia-se esta elucidativa peça (decreto-lei 40.550) : "O caráter indefinido do internamento permite dizer àquele que o sofre que nas suas mãos está o merecer a liberdade, o que poderá ser um meio eficaz de estimular no seu espírito reações salutares"...

Era isto o fascismo. Querer branqueá-lo não é apenas uma desonestidade, é um crime. Que a democracia não pune com prisão, mas deve punir com imenso desprezo.

Francisco Seixas da Costa
Blog 'Duas ou Três Coisas'

terça-feira, 5 de maio de 2015

ELES ANDAM POR AÍ... (E TÊM ADMIRADORES NO PARLAMENTO)

Duarte Marques citou-o e Francisco Louçã foi ao arquivo buscar as pérolas do professor. Racista, liberal e “indignado” com a “miséria” de milhões que atravessam o Mediterrâneo

Abjecto, imoral, ignorante. Pedro Cosme Vieira é o alvo. Tractor, contentor de betume, racista (os epítetos chegam a ser criativos mas, este último, o professor universitário até encaixa). Esta semana entrou directamente para os primeiros lugares da lista de personalidades contra as quais o povo destila o seu ódio. E nem foi por iniciativa própria. Bastou uma referência ao seu nome por parte do deputado Duarte Marques (PSD), num artigo de opinião, e, a seguir, a resposta de Francisco Louçã com o “cadastro” de Cosme Vieira. O mundo ficava a conhecer quem é e o que pensa o professor da Faculdade de Economia do Porto.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

DE OUTROS

«Não há melhor exemplo de empresário bem sucedido neste país que Dias Loureiro. Sigamos, pois, todos o seu exemplo - começando de preferência por nos tornarmos acionistas de um banco que distribua crédito sem garantias nem registos e que tenha uma contabilidade paralela! A partir daqui todos podemos vir a ser exigentes e metódicos Dias Loureiros! E é desta massa que se fará então a economia desenvolvida e pujante que o primeiro-ministro nos vem anunciando com regularidade. Sigamos, pois, não o cherne, mas o dr. Dias Loureiro e o seu extraordinário exemplo de como vencer na vida.»

Nicolau Santos
Expresso

«A exigência ética de Pedro Passos Coelho é ainda mai baixa do que a de Aníbal Cavaco Silva.»

Daniel Oliveira
Expresso

domingo, 3 de maio de 2015

sábado, 2 de maio de 2015

TECNOMODELO

[Manuel Dias Loureiro] "Conheceu mundo, é um empresário bem-sucedido, viu muitas coisas por este mundo fora e sabe, como algumas pessoas em Portugal sabem também, que se nós queremos vencer na vida, se queremos ter uma economia desenvolvida, pujante, temos de ser exigentes, metódicos"

Pedro Passos Coelho

sexta-feira, 1 de maio de 2015

VOO PICADO


Quase toda a frota da TAP está, neste momento, à velocidade máxima e em voo picado, em vias de se desintegrar nuns Alpes imaginários.
E tudo isto poderia ter sido evitado se os sucessivos governos dos últimos trinta anos tivessem dito aos pilotos uma frase simples: "Querem uma companhia de aviação? Comprem-na!"

DE OUTROS

Não acabou/ tem de acabar/ eu quero o fim/ da PolíciaMilitar

 Quando fui dormir contavam-se mais de cem feridos. Esta manhã passavam de duzentos, em maioria professores no activo, mas também reformados, crianças, gente em cadeira de rodas, jornalistas que cobriam o acontecimento: uns atingidos por balas de borracha, outros por bastões, pontapés, bombas de gás lacrimogéneo, spray de pimenta, jactos de água ou pitbulls. Aconteceu quarta-feira, no centro de Curitiba, por ordem do governador do Paraná, e foi uma das mais violentas cargas da Polícia Militar contra manifestantes desarmados de que haverá registo na democracia brasileira.
Alexandra Lucas Coelho
Público

GLOBALIZAÇÃO