sábado, 12 de fevereiro de 2022

MAIS UM CHUNGA CONDENADO

Tribunal de Cascais dá razão a Francisco Louçã em processo contra vice-presidente do Chega

O Tribunal de Cascais condenou hoje o vice-presidente do Chega Pedro Frazão a desmentir e retratar-se publicamente por uma afirmação no Twitter em que alegava falsamente que o ex-dirigente bloquista Francisco Louçã tinha recebido uma avença do BES.

Em causa estava uma publicação feita por Pedro Frazão na sua conta oficial da rede social Twitter, em novembro de 2021, na qual alegava que Francisco Louçã tinha recebido uma avença do Banco Espírito Santo (BES), afirmando ainda que o banco em questão era “um grande doador das campanhas do Bloco de Esquerda”.

Na decisão emitida pelo Tribunal de Cascais, a que a Lusa teve acesso, considera-se que a publicação em questão é ilícita e que “tais afirmações são ofensivas do direito à honra” de Francisco Louçã.

Nesse sentido, a juíza condenou Pedro Frazão a, “no prazo de cinco dias”, “eliminar a publicação do dia 14 de novembro de 2021, às 20:43, da sua conta na rede social Twitter”, sendo que, “não cumprindo o ordenado, será punido com a sanção pecuniária compulsória de 100 euros por cada dia de atraso no cumprimento”.

Além disso, o Tribunal indica também que o vice-presidente do Chega deverá “emitir e publicar uma declaração de retificação na sua rede social Twitter, em que desminta a notícia publicada” e indique que a mesma “é falsa”,

O tribunal determinou também que o deputado do Chega eleito por Santarém deve “publicar a sentença condenatória na sua conta pessoal da rede Twitter”, sendo que, caso não cumpra ambos, será novamente passível de uma multa de 100 euros por cada dia em atraso.

Visão

 

PERGUNTAR NÃO OFENDE

Antes que a seita da bicheza desapareça do mapa, quero fazer uma pergunta: esta prática recente de matar vespas asiáticas não será uma manifestação de xenofobia? 

 

OS CAUCASIANOS NÃO SE ENTENDEM

Por “discordâncias” e não se “enquadrar” no futuro do partido, secretário-geral do Chega demite-se

Público


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

DO PALMA CAVALÃO AO TAVARES PORCALHÃO

Palma Cavalão, personagem inesquecível de Eça de Queiroz, passou à História como protótipo do jornalismo escandaloso, praticado por gente imoral e, muitas vezes, corrupta.

'Canalha', 'vil bolinha de matéria pútrida', 'chouricinho de pus' foram palavras e expressões que Eça utilizou para definir o Palma Cavalão, traste muitas vezes obrigado a descer o Chiado em passo de corrida para escapar a umas justificadas bengaladas.

Para nosso desconforto, Eça morreu e nenhum outro romancista português conseguiu substituí-lo na ingente tarefa de retratar a sociedade portuguesa sem dó nem piedade. É uma pena.

Bom, mas se Eça morreu, as figuras, figurinhas e figurões que ele retratou tão primorosamente continuam vivas, espalhadas pelas cidades, pelas serras e pelos Chiados deste 'deplorável Portugalório'. Exemplos não faltam, mas, hoje, fiquemos pelo caso paradigmático do Tavares Porcalhão. 

Com um fundo de comércio prestes a esgotar-se - o chamado 'caso Sócrates', que lhe deu fama e proveito ao longo de mais de uma década - o Tavares Porcalhão farejou um outro filão para garantir os fluxos financeiros e um lugar de destaque no 'Big Brother dos Famosos' em que se transformou a comunicação social: mergulhou de cabeça na pocilga cheguista e fez da normalização dos aí residentes a nova nobre causa da sua vida. E eis que temos as páginas do jornal das mercearias Continente e a pantalha da Sic-notícias cheias de apelos pungentes, com a assinatura do Tavares Porcalhão, a favor da igualdade, em matéria de direitos políticos, de pessoas e de bichos que entre nós são particularmente considerados na restauração da Mealhada e nas feiras do fumeiro.

Palma Cavalão, esse 'canalha', 'vil bolinha de matéria pútrida', 'chouricinho de pus' , fez escola e deixou seguidores. A bengalada caiu em desuso (graças a Deus!). Sorte do Tavares Porcalhão.


 

JÁ CÁ FALTAVA O 'DÓTOR' RELVAS


 

IL - DUAS LETRINHAS APENAS PARA ESCONDER O INFERNO NEOLIBERAL

(LEITURA URGENTE)

Em A Doutrina do Choque, Naomi Klein põe um fim ao mito de que o mercado livre global triunfou democraticamente. Expondo o modo de pensar, o rasto do dinheiro e os fios de marioneta por detrás das crises e guerras mundiais das últimas quatro décadas, A Doutrina do Choque é a história absorvente de como as políticas de "mercado livre" da América têm vindo a dominar o mundo - através da exploração de povos e países em choque devido a inúmeros desastres.

Na conjuntura mais caótica da guerra civil do Iraque, é apresentada uma nova lei que permitiria à Shell e à BP reclamar para si as vastas reservas petrolíferas do país... Imediatamente a seguir ao 11 de Setembro, a administração Bush concessiona, sem alarido, a gestão da "Guerra Contra o Terror" à Halliburton e à Blackwater... Depois de um tsunami varrer as costas do sudeste asiático, as praias intocadas são leiloadas ao desbarato a resorts turísticos… Os residentes de Nova Orleães, espalhados pelo furacão Katrina, descobrem que as suas habitações sociais, os seus hospitais e as suas escolas jamais serão reabertas… Estes acontecimentos são exemplos da "doutrina de choque": o aproveitamento da desorientação pública no seguimento de enormes choques colectivos - guerras, ataques terroristas ou desastres naturais - para ganhar controlo impondo uma terapia de choque económica. Por vezes, quando os dois primeiros choques não são bem sucedidos em eliminar a resistência, é empregue um terceiro choque: o eléctrodo na cela da prisão ou a arma Taser nas ruas.

Baseado em investigações históricas inovadoras e em quatro anos de relatos no terreno em zonas de desastre, A Doutrina do Choque mostra de forma vívida que o capitalismo de desastre - a rápida reorganização corporativa de sociedades que tentam recuperar do choque - não começou com o 11 de Setembro de 2001. O livro traça um percurso das suas origens que nos leva há cinquenta anos atrás, à Universidade de Chicago sob o domínio de Milton Friedman, que produziu muitos dos principais pensadores neoconservadores e neoliberais cuja influência, nos nossos dias, ainda é profunda em Washington. São estabelecidas novas e surpreendentes ligações entre a política económica, a guerra de "choque e pavor" e as experiências secretas financiadas pela CIA em electrochoques e privação sensorial na década de 1950, pesquisa essa que ajudou a escrever os manuais de tortura usados hoje na Baía de Guantanamo.

A Doutrina do Choque segue a aplicação destas ideias através da nossa história contemporânea, mostrando em assombroso detalhe a forma como eventos do conhecimento geral têm sido palcos activos e deliberados para a doutrina do choque, contando-se entre eles: o golpe de estado de Pinochet no Chile em 1973, a Guerra das Malvinas em 1982, o massacre na Praça de Tiananmen em 1989, o colapso da União Soviética em 1991, a Crise Financeira Asiática em 1997 e o furacão Mitch em 1998. 

O NEOFASCISMO CHUNGA

Fascismo e oportunismo: as duas faces do Chega

As recentes eleições legislativas demonstraram que há uma realidade nova em Portugal, representada pela saída do armário do velho fascismo, até aqui latente e envergonhado, e encarnado no Chega e em André Ventura.

(...)

André Ventura, inventado por Passos Coelho para destruir o CDS de Paulo Portas, com o apoio do Correio da Manhã, representa bem - bem de mais - esta dimensão portuguesa do neofascismo. Por um lado, apela ao lado beato, paroquial, conspirativo e delator que muitos guardam dentro de si e que revelam, no seu esplendor, no recato das urnas de voto. Por outro, não deixa de exteriorizar tudo o que remeta para uma pequena sabedoria de cárcere

Miguel Romão

DN

Ler mais: https://www.dn.pt/opiniao/fascismo-e-oportunismo-as-duas-faces-do-chega-14555924.html
 

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

UM IMENSO ADEUS

Morreu Jaime Serra, histórico dirigente do PCP

 

DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA, TRABALHO


 

UM LUGAR AO CENTRO, ASSIM ENTRE SUHARTO E PINOCHET, SERVE?


Iniciativa Liberal quer mudar de lugar na AR para ficar "distante dos extremos"

 

NÃO, NÃO, NUNCA!






- O COLONIALISMO NUNCA EXISTIU;

- O HOLOCAUSTO NUNCA EXISTIU;

- AS BOMBAS DO ELP/MDLP NUNCA EXISTIRAM;

- O CHEGA NÃO É UM PARTIDO FASCISTA. 

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

O AMIGO DA PESTE CASTANHA

Na minha infinita bondade (ou ingenuidade?) não pretendo que o skinhead João Miguel Tavares seja obrigado a andar com uma estrela castanha na lapela, emitida pela Direcção Geral de Veterinária, a atestar que é um bísaro ou um malhado de Alcobaça. São práticas do passado que não aprovo, e até combato ferozmente os que, no presente, se batem pelo regresso de tal ignomínia.

A minha infinita bondade leva-me, mesmo, um pouco mais longe: admito que o skinhead Tavares não é um bísaro nem um malhado de Alcobaça. Seja. Contudo, tenho de admitir que as suas opiniões publicadas, sempre em defesa do bem-estar animal no que ao gado suíno diz respeito, deveriam justificar a atribuição de um título honorífico, qualquer coisa como "Provedor da Santa Casa do Porco", "Presidente Honorário e Vitalício da Causa Porcina", "Presidente da Associação Os Amigos da Peste Castanha".

O skinhead Tavares tem contado, para a divulgação dos seus nobres ideais, com o inestimável apoio do jornal das mercearias Continente e o patrocínio da Sic-notícias. A partir de agora, contará também com o meu contributo para o bom fim da sua cruzada.


 

SOMA E SEGUE

 

Dois deputados do Chega recém-eleitos acusados pelo MP do crime de desobediência

Dois deputados do Chega recém-eleitos, Filipe Melo e Rui Paulo Sousa, estão acusados pelo Ministério Público do crime de desobediência simples, um crime que é punido com uma pena entre um ano e quatro meses e um máximo de dois anos e oito meses durante a vigência do estado de emergência. André Ventura é outro deputado do Chega envolvido neste processo-crime.
Público

MAIS UM ALDRABÓFILO A CONTAS COM A JUSTIÇA

Francisco Louçã exige em tribunal que vice do Chega diga que mentiu

Louçã exige que Pedro Frazão reconheça que escreveu uma mentira, quando publicou no Twiter que o antigo líder do BE recebeu uma avença do BES. "É preciso acabar com esta contaminação pela mentira", diz o político.

 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

A DIREITA NO SEU LABIRINTO

"Na minha opinião a grande responsabilidade é de Paulo Portas, que matou o CDS com o “irrevogável”. Na altura, o CDS não percebeu que aquele “irrevogável” foi a descredibilização total do partido enquanto força reformista e de intervenção na sociedade. Depois, Assunção Cristas não teve capacidade política para gerir melhor."

Nuno Garoupa

Novo 
 

ADOLF HITLER REVISITADO


 


Diogo Pacheco Amorim: "A nossa cor de origem é branca e a nossa raça é a raça caucasiana"

Observador

GRUNHIDOS E PORCARIAS

Legislativas: Politólogos alertam que ascensão do Chega irá extremar comportamentos e retórica na sociedade

 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

UM IMENSO ADEUS

Morreu Maria Carrilho, antiga deputada do PS e pioneira no estudo das questões de Defesa

 

CERCO SANITÁRIO


 

Um homem na pocilga não é normal.




Um porco na sala também não.

QUATRO PAREDES CAIADAS E UM CHEIRINHO A ALECRIM


O primeiro passo para a salvação do CDS pode ser deixar o 'Caldas' (Sapo)


(E isso que importa, Chicão? Teremos sempre a 'Casinha' da Juve Leo.)