quinta-feira, 28 de maio de 2026
quarta-feira, 27 de maio de 2026
ISTO NÃO É UM PAÍS SÉRIO
Hospital de Faro recusa admitir grávida em trabalho de parto porque não tinha ligado antes para a linha SNS 24
Mulher de 37 anos, grávida de 40 semanas, chegou à unidade hospitalar pelos próprios meios, vinda de Almancil, mas foi transportada para Portimão, a 70 quilómetros.
DN
terça-feira, 26 de maio de 2026
segunda-feira, 25 de maio de 2026
domingo, 24 de maio de 2026
sábado, 23 de maio de 2026
sexta-feira, 22 de maio de 2026
A TESOURARIA DO CAOS
SNS. Chegou a fatura dos despedimentos dos administradores hospitalares
A ministra da Saúde exonerou oito conselhos de administração de hospitais antes do fim dos seus mandatos, o que abriu a porta a vários processos de indemnização. Pelo menos 12 gestores fizeram o pedido de compensação, dois já foram para tribunal.
Sábado
quinta-feira, 21 de maio de 2026
quarta-feira, 20 de maio de 2026
terça-feira, 19 de maio de 2026
segunda-feira, 18 de maio de 2026
O NACIONAL-PORQUISMO E AS CORES DAS CAMISAS
"De repente descobriu-se que um dos polícias detidos era cigano — facto sobre o qual Ventura não disse uma palavra. Podia ter aproveitado essa circunstância, mas optou por não o fazer, o que sugere outra ligação entre a moda e o crime: quando um cigano veste camisa preta é um bandido; quando veste camisa azul transforma-se num português de bem."
Ricardo Araújo Pereira
Expresso
domingo, 17 de maio de 2026
sábado, 16 de maio de 2026
AUSCHWITZ A CÉU ABERTO
Um dia, também diremos “Gaza nunca mais”
Quando a paz é temporária, a guerra é permanente. É assim desde 1948. O problema de Israel não é a sua existência, mas sim a violência deste sionismo.
Amílcar Correia (Público)
sexta-feira, 15 de maio de 2026
quinta-feira, 14 de maio de 2026
OS ESQUADRISTAS DO RATO
Tortura: Juíza diz que polícias revelaram uma "energia delituosa muito intensa"
A juíza de instrução Ana Nogueira Correia considerou que os quatro agentes da PSP, suspeitos de tortura, que colocou em prisão preventiva revelaram uma "energia delituosa muito intensa" e que existe um "receio de repetição das condutas criminosas", já que os quatro polícias mostraram um "profundo desrespeito pela dignidade dos ofendidos".
Carlos Rodrigues Lima
Sábado
quarta-feira, 13 de maio de 2026
terça-feira, 12 de maio de 2026
SUGESTÃO
Com a lucidez e a ironia que marcam toda a sua obra, o autor desmonta certezas, desafia leituras simplistas e expõe as ambiguidades profundas entre cultura, poder, identidade e violência. Mais do que um ensaio sobre um regime ou uma ideologia, este livro é uma reflexão sobre a tentação recorrente do autoritarismo e sobre a facilidade com que as sociedades projectam no fascismo aquilo que recusam reconhecer em si próprias.
Entre a filosofia, a história e a crítica cultural, Eduardo Lourenço convida o leitor a pensar para lá das categorias habituais, mostrando que talvez o fascismo nunca tenha existido exactamente porque nunca deixou de assumir novas formas. Mais do que um ensaio político, este é um livro sobre a fragilidade da democracia, o poder das palavras e a inquietação do homem moderno.
Uma leitura essencial, provocadora e surpreendentemente actual.
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