sábado, 28 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
O (DES)GOVERNO - VISTA PARCIAL
Este é o Governo onde tantos ministros sabem tão pouco. A antecessora de Luís Neves não sabia “o que correu mal” na resposta à calamidade, porque simplesmente desconhecia o que deveria ter corrido bem.
A ministra da Saúde, que folga as costas quando outros estão debaixo de fogo, não sabe explicar por que razão todos os indicadores do SNS se degradam, incluindo o dos gastos (a área “está num caminho de insustentabilidade financeira”, vaticinou ontem o oráculo Passos Coelho).
O ministro da Agricultura, mais um em tournée nacional para mostrar que o Governo “está no terreno”, chega a Coimbra para um encontro com autarcas e desata a perorar para a comunicação social, sem dizer água-vai aos presidentes de Câmara que o esperavam. Se não sabe o básico, haja alguém que o ensine. Foi o que fez Ana Abrunhosa com uma descompostura em público como nunca se viu um autarca dar a um ministro. Carregadinha de razão, como o próprio ministro admitiria.
O ministro dos Negócios Estrangeiros, cuja única ambição parece ser receber o prémio de funcionário do mês da Casa Branca, garante que o acordo das Lajes não diz o que o acordo das Lajes diz. Lê-se no papel, preto no branco, que “qualquer utilização pelos EUA das instalações” das Lajes que não cumpra determinados requisitos “deverá ser objeto de autorização prévia”. Que requisitos? No essencial, utilizar a base no âmbito de missões ou operações militares aprovadas pela NATO ou por “outras organizações internacionais de que ambas as partes sejam membros”. E o que diz o Dr. Rangel quando os EUA utilizam as Lajes para um eventual ataque ao Irão sem qualquer mandato internacional? Que Trump pode fazer nas Lajes o que lhe aprouver.
Filipe Santos Costa
CNNP
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
À ESPERA DE SEBASTIÃO KOELHO
Falhada a estratégia dos três salazares, será que há já "nevoeiro" suficiente para o regresso do D. Sebastião?
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
MISTURA FINA
Apoios ao grupo neonazi 1143 e ao seu líder expõem afinidades no Chega
Dirigentes, candidatos, autarcas e membros do Chega apoiaram em público o “preso político” Mário Machado e o 1143, organização visada na Operação Irmandade, considerada criminosa pelas autoridades
Dirigente do 1143 acusa deputado do Chega de comprar votos a membros do grupo neonazi
O deputado do Chega Rui Afonso, líder distrital do partido no Porto, é suspeito de inscrever elementos do movimento neonazi 1143 e comprar votos para disputas eleitorais internas.
domingo, 22 de fevereiro de 2026
UM CERTO AMOR AOS JORNAIS
Os milionários compram jornais porque acham que isso lhes dá poder. Destroem-nos quando essa é a forma de ter ainda mais poder. Não é o dinheiro que está em causa. Nunca foi. Não lhes falta dinheiro. O que é preciso é que o seu poder continue a alastrar-se, quer isso se faça controlando os jornais ou silenciando-os.
Margarida Davim (Visão)
sábado, 21 de fevereiro de 2026
PORCARIAS
Continua debandada de vereadores no Chega: partido deixa de ter representação no Funchal
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
AS INEXPLICÁVEIS PORCARIAS
Também não entendo por que razão os emigrantes preferem André Ventura, seja em legislativas, seja em presidenciais, e não me parece que seja suficiente a justificação de que se trata do eleitorado mais iletrado e desinformado, formatado nas redes sociais — como de resto também o eleitorado nacional do Chega. Há aqui mais qualquer coisa, ou estranha ou assustadora: por que razão aqueles que tiveram de abandonar o país salazarista para não morrerem de fome, e os seus descendentes, são tão entusiastas do discurso do Chega contra os imigrantes em Portugal? Será porque lhes custa aceitar que outros venham para cá, de onde eles tiveram de sair, fazer vida? Porque acham que os portugueses emigrados no estrangeiro estão a ser substituídos por estrangeiros emigrados em Portugal? Mas saberão eles que são estes imigrantes aqui que mantêm o saldo populacional, que sustentam a Segurança Social, as contas públicas e o PIB, ocupados em trabalhos que os portugueses não querem, como as obras nas casas de Verão dos portugueses que vivem no Canadá ou na Suíça?
A MORTE MORTE DE JACK LANG
Morreu. Paz à sua alma. Missa do 30º dia na capela da prisão onde se suicidou o filantropo Jeffrey Epstein.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
MAIS UM CONDENADO
"Prostituta", "chulazeca ordinária", "sopeirita". Bruno Mascarenhas condenado por injúrias à ex-mulher
A MORTE MORTE DE NOAM CHOMSKY
Morreu. Paz à sua alma. Missa do 30º dia na capela da prisão onde se suicidou o filantropo Jeffrey Epstein.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
AS CONTAS DO NACIONAL-PORQUISMO
André queria três Salazares porque dois Venturas não chegavam para bater Seguro
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
ADIADO O SONHO DO CHIQUEIRO
O candidato presidencial André Ventura agradeceu aos eleitores que votaram em si nas eleições presidenciais "por acreditarem num país diferente".
SIC Notícias
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
AS TELEVISÕES E A PROMOÇÃO DO NACIONAL-PORQUISMO
E para terminar o tema André Ventura, e uma vez terminado também este ciclo infernal de quatro eleições em nove meses, é de esperar que as televisões agora nos dêem tréguas do homem, deixando de o acompanhar todos os dias, de manhã à noite, e correspondendo, sem falhar, a todos os pretextos e oportunidades que ele cria para ser notícia. De facto, nem recuando ao salazarismo tenho memória de algum político com tanto tempo de atenção mediática: no Estado Novo, tínhamos Salazar ou Américo Thomaz quase diariamente; agora, temos Ventura, infalivelmente, todos os santos dias. Não desfazendo nos seus méritos de tribuno, de populista e de demagogo, ele deve muito, muito mesmo, à infatigável presença de câmaras à sua volta, desde as saídas da missa até aos seus esforços a fingir que apaga incêndios.
Miguel Sousa Tavares
Expresso
BETOS, SNOBES E BIMBOS DESLUMBRADOS
Os betos e snobes de Lisboa não querem a regionalização, mas é uma urgência
Há um problema grave de centralismo. Mesmo quando os decisores não são betinhos lisboetas, rapidamente, por osmose, passam a olhar para o país segundo a máxima “Portugal é Lisboa, o resto é paisagem”.
domingo, 15 de fevereiro de 2026
O GOLPE DAS CALDAS
"Para derrubar o Estado Novo foi preciso o 25 de Abril. Para derrotar Ventura bastou um golpe das Caldas."
Ricardo Araújo Pereira (Expresso)

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