Fernando Alexandre disse que correu tudo bem nos exames, mas riu-se.
Público
O PÚBLICO teve acesso ao texto integral da participação apresentada pelo director da FLUL ao Parlamento sobre uma incursão da deputada Rita Matias e de membros da juventude do Chega à faculdade.
“Violação grave”, “comportamento ofensivo”, uma actuação “além dos limites aceitáveis” e uma “utilização totalmente injustificada” das prerrogativas parlamentares. É desta forma que o director da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), Hermenegildo Fernandes, classifica a actuação das deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro, ambas do Chega, durante uma deslocação de membros do partido à instituição, a 18 de Março, numa participação enviada à Assembleia da República em que pede a apreciação da conduta das duas parlamentares.
A questão é séria e de natureza reputacional: um Estado que quer preservar a sua decência deve manter um perímetro de segurança face à FIFA.
Pedro Adão e Silva (Público)
* Leia-se 'A Queda dum Bimbo'
Em causa estava uma publicação nas redes sociais em que o deputado do Chega lançou a suspeita de que José Manuel Pureza poderia ter praticado um “crime contra a liberdade e autodeterminação sexual”.
O deputado do Chega Pedro Frazão foi condenado, nesta quarta-feira, ao pagamento de uma multa e de uma indemnização, no total de quatro mil euros, por ter difamado, em 2021, o actual coordenador do BE, José Manuel Pureza.
José Pedro Aguiar-Branco, presidente da Assembleia da República, deu seguimento à queixa da Iniciativa Liberal contra André Ventura, por alegada entrada e filmagem sem autorização nos espaços reservados da bancada liberal. Aguiar-Branco remeteu o caso para a Comissão Parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados.
Nos últimos tempos, a insensibilidade humana – repito, insensibilidade humana e nem sequer só política -, a insensatez e o ridículo do primeiro-ministro e líder do PSD, são já boçais e insultuosos.
Eurico Reis (Sábado)
Como sabemos, José Augusto e António Simões foram grandes vedetas do mundial de futebol de 1966. Felizmente, continuam bem vivos e recomendam-se, facto que, olimpicamente, um tal Roberto Martinez, com uma ambiguidade de critérios incompreensível, não teve em conta, e foi decisivo para precipitar o afastamento da selecção, nos oitavos de final. Sim, porque com um trio de ataque constituído por José Augusto, Ronaldo e Simões, Portugal ganharia, sem dúvida, o Mundial dos Lares para a Terceira Idade. Alguém duvida?
Ronaldo, ou melhor, a sombra dele (o Ronaldo saiu de cena após a segunda época na Juventus), dono da selecção e, ao que parece, também dono da federação do pontapé na bola, quis dar uma conferência de imprensa. Deu e disse as baboseiras que, normalmente e com poucas excepções, caracterizam os discursos dos bípedes que do chulé fazem ouro.
Por detrás das pesadas portas de madeira de um prédio discreto no coração de Santiago, Chile, esconde-se uma história sombria. A casa no n.º 38 da Rua de Londres abriga o legado de dois homens cujas histórias pessoais atravessam continentes, nacionalidades e décadas de atrocidades: Augusto Pinochet, presidente do Chile, e Walther Rauff, oficial nazi das SS.
Este é o seleccionador de Cabo Verde. Fez um brilharete com jogadores do Chaves, Amadora, Portimonense e de outros clubes da terceira divisão.
Este julga-se seleccionador e, com jogadores dos melhores clubes do mundo, conseguiu formar uma equipa capaz de disputar o campeonato nacional da segunda divisão.