Governo da AD desilude dois terços dos eleitores
Maioria clara dos inquiridos considera que este Governo é pior do que imaginava quando a AD venceu as últimas eleições legislativas.
CM
Maioria clara dos inquiridos considera que este Governo é pior do que imaginava quando a AD venceu as últimas eleições legislativas.
CM
Podem existir predadores sexuais em qualquer partido, mas é também notável a concentratação (sic) que se tem verificado no Chega.
Leonor Caldeira (Sábado)
Um livro que reúne os artigos de investigação que desvendaram as provas documentais de homicídios, tortura, violações dos direitos humanos e crimes cometidos pela PIDE/DGS entre 1964 e 1974.
Entre Maio e Agosto de 1974, uma comissão de inquérito criminal — formada pelo Exército português em Moçambique — ouviu milhares de vítimas, testemunhas, funcionários da PIDE, da PSP e de vários órgãos da administração colonial sobre a violência sistemática e discricionária exercida pela polícia política contra civis na antiga colónia.
Ao longo desses meses, a Comissão abriu inúmeros processos-crime por homicídio e ofensas corporais e comprovou a prática quotidiana de tortura, violações dos direitos humanos e crimes de guerra cometidos nas instalações da polícia e nas cadeias oficiais e clandestinas. Até que, em Setembro de 1974, os trabalhos foram abruptamente encerrados e os processos documentais tiveram destino incerto.
O livro Casa dos Mortos, que nasceu como um conjunto de artigos de investigação jornalística e arquivística, desvenda pela primeira vez as provas documentais desta violência silenciada. Isso foi possível graças à descoberta, em finais de 2024, de uma Comissão de Verdade cuja existência nunca fora tornada pública e cujo trabalho estava guardado em 12 caixas no Arquivo PIDE/DGS, à guarda da Torre do Tombo.
Imagem gerada por inteligência artificial foi partilhada na rede social do presidente norte-americano. (CM)
A presidente da Câmara de Coimbra está a ser acusada de ataque à liberdade de imprensa. Numa reunião da autarquia, disse que o jornalista da agência Lusa devia perder a carteira profissional por ter faltado à verdade numa notícia sobre os atrasos na obra da "Casa do Cinema". O jornalista em causa esteve uma semana à espera de uma reação de Ana Abrunhosa.
SICN
Em anos recentes, a curiosidade quanto ao termo fascismo transformou-se num fenómeno mundial. Mas o que levou a isso? Jason Stanley, filho de refugiados da Segunda Guerra Mundial, explica fenómenos como a presidência de Trump, o Brexit, o movimento italiano Cinco Estrelas e a liderança autoritária de Erdogan, entre outros - dando a conhecer os 10 pilares fundamentais do fascismo, entre os quais a ideia de reviver um passado mítico e glorioso; a política da lei e da ordem baseada na ideia de grupos minoritários criminosos; e a valorização do «trabalho duro» em prejuízo de sistemas de bem-estar social.
Toda uma linguagem e crenças que separam as pessoas entre «nós» e «eles». Refletindo sobre história, filosofia, sociologia e teoria crítica da raça, este é um livro pertinente e atual que expõe como Estados democráticos estão a sucumbir a discursos populistas. A história mostra-nos o imenso perigo de subestimar o poder cumulativo das táticas fascistas, que deixam a sociedade cada vez mais vulnerável aos apelos da liderança autoritária. E somente quando as identificamos é que podemos resistir aos seus efeitos mais danosos e regressar aos ideais democráticos.
O fascismo não é coisa do passado.
Infiltrou-se no presente.
E pode ser o futuro se nada fizermos para o impedir.
Só o pagamento de 1200 euros a vítima livra Nuno Pardal Ribeiro de cumprir 15 meses de cadeia. (CM)
As faturas da Câmara Municipal de Matosinhos mostram milhares de euros gastos em restaurantes, sobretudo com o consumo de marisco. A autarquia esclareceu à SIC que a cidade é reconhecida pela excelência gastronómica e os almoços de trabalho são uma prática comum.