segunda-feira, 22 de junho de 2026
domingo, 21 de junho de 2026
SUGESTÃO
Depois do primeiro volume dedicado ao tempo de Salazar (já na 3.ª edição): um livro sobre como a DGS de Marcello Caetano em nada diminuiu a violência e a atuação da PIDE.
A «evolução na continuidade» prometida em 1968 por Marcello Caetano nada alterou na temida e odiada polícia política do Estado Novo. Apenas mudou o nome: a salazarista PIDE passou a chamar-se Direção-Geral de Segurança (DGS).
A «primavera marcelista», que desabrochara com o fim da deportação de Mário Soares em São Tomé, começou a murchar 18 meses depois, quando o socialista foi compelido ao exílio em Paris.
Outra vítima foi o militante clandestino do PCP Daniel Cabrita, fundador e primeiro líder da Intersindical (atual CGTP), torturado, julgado e condenado, cuja mulher se suicidou quando ele estava preso na cadeia de Peniche.
À atenção e vigilância da PIDE/DGS continuava a não escapar ninguém: nem os sucessivos patriarcas de Lisboa, nem os sete oficiais que viriam a fazer parte da Junta de Salvação Nacional do 25 de Abril de 1974.
A violência da DGS atingiu o paroxismo nas colónias, testemunhada pela Cruz Vermelha Internacional: nas vésperas da revolução, em Moçambique, continuava a torturar, em massa e até à morte.
Estas são algumas das Histórias da PIDE que o jornalista José Pedro Castanheira investigou para o semanário Expresso, e que ocorreram durante a governação de Marcello Caetano. O primeiro volume incidiu sobre a época em que Salazar governava.
HOLOCAUSTO 2.0
“Israel esgotou por completo o crédito para alguma vez voltar a invocar o Holocausto”
Omer Bartov
Historiador israelita nascido num kibbutz e especialista no Holocausto
sexta-feira, 19 de junho de 2026
ONDE JÁ CHEGA O NEONAZISMO INDÍGENA
Ricardo Araújo Pereira era um dos alvos dos neonazis do Movimento Armilar Lusitano
Movimento Armilar Lusitano equacionou atentado a Luís Montenegro
quinta-feira, 18 de junho de 2026
E O CONGO CONGOU-NOS EM CIMA
Há muito que desconfiava, mas, agora, tenho a certeza: o grande nababo Cristiano Aveiro gosta de cães. De há uns tempos a esta parte tem um rafeiro chamado Roberto. Até aqui, tubo bem. O problema é que o Roberto, fiel e obediente ao dono, como qualquer canídeo que se preze, percebe tanto de futebol como o Mobutu, sargento da tropa e grande artista de várias e lucrativas artes, percebia de missas em latim.
quarta-feira, 17 de junho de 2026
SOBRE FUTEBOLIXO
"Chamemos os bois pelos nomes: a FIFA é uma organização de fraquíssima reputação"
terça-feira, 16 de junho de 2026
segunda-feira, 15 de junho de 2026
A prova de que o ridículo não mata
Se vivêssemos num mundo normal, o narcisismo patológico de Trump já o teria levado a ser internado numa instituição para doentes mentais.
José Pacheco Pereira
Público
domingo, 14 de junho de 2026
CARNEIRADA
“TER UM LÍDER FORTE NO GOVERNO É BOM PARA PORTUGAL MESMO QUE ESSE LÍDER NÃO TENHA EM CONTA O PARLAMENTO E AS ELEIÇÕES”
EXPRESSOsábado, 13 de junho de 2026
BUFARIA COMO DESÍGNIO NACIONAL
Canal de denúncias será anónimo e vai receber queixas de quem quiser reportar fraudes na atribuição da PSU
Expresso
sexta-feira, 12 de junho de 2026
quinta-feira, 11 de junho de 2026
O CÓDIGO DO ÓDIO
"O classismo tem uma ordem: começa no fundo das escadas, pelos mais frágeis, e vai subindo. Como é sempre a elite que produz as verdades incontestáveis de que se faz o senso comum, cada degrau é mobilizado contra quem está abaixo, poupando sempre, para não ser invejoso, quem está acima. E nunca percebendo que é o próximo a ser pisado. O primeiro degrau é do imigrante. Vem abusar dos apoios, não se integra, não quer trabalhar. Isto sobre contribuintes líquidos da Segurança Social indispensáveis para a nossa economia. Contra ele, leis de imigração e da nacionalidade mais restritivas. O segundo degrau é do pobre nacional que recebe apoios. Está encostado, faz do subsídio uma vida, também não quer trabalhar. Contra ele, 15 horas de trabalho obrigatório em troca de um apoio social, como se o problema fosse a preguiça, não a pobreza. O terceiro degrau é do trabalhador descontente. É um obstáculo à competitividade, faz greve em véspera do feriado e, claro, também não quer trabalhar. Contra ele, uma contrarreforma laboral que fragiliza quem já tem tão pouco poder na empresa. Um Governo sem um programa de modernização do país só tem de apostar nesta tripla."
Daniel Oliveira
Expresso
quarta-feira, 10 de junho de 2026
terça-feira, 9 de junho de 2026
segunda-feira, 8 de junho de 2026
BOA NOTÍCIA
Apesar do aumento do custo de vida, são muitos os portugueses a comprar livros na Feira do Livro de Lisboa, que decorre até dia 14 de junho (Expresso)
domingo, 7 de junho de 2026
HAJA DEUS
Igreja protege padres dos abusos sexuais: Vaticano arquiva processos em investigação de sacerdotes ainda vivos
Decisões comunicadas sem que denunciantes tivessem acesso aos fundamentos do arquivamento.
CM
sábado, 6 de junho de 2026
SUGESTÃO
O essencial já foi dito, mas decerto ainda é preciso escrever mais um pouco, só mais um pouco.
De regresso ao romance e ao universo de Fernando Pessoa, Pedro Eiras segue o poeta português, qual detective no seu encalço, pelos cerrados anos de António Ferro e Salazar nos primeiros avanços do Estado Novo. Tempos de metafórico e espesso nevoeiro, em que talvez se possam reconhecer outras nuvens, bastante mais recentes: «Que resta dizer? Talvez apenas isto: que não se escreve uma investigação sobre o passado sem se ser movido pelo presente. E que não há uma única página desta narrativa – ambientada nos primeiros anos do Estado Novo – que não seja tingida pela sombra dos dias de hoje.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
"Edgar Morin, um mestre da resistência"
Edgar Morin, um mestre da resistência
Atravessou a tragédia do século XX, agiu como um sismógrafo detectando com agudeza as tendências da época, funcionando como um alarme que nos adverte dos perigos. Foi um nosso contemporâneo.




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