Ontem, o serviço esteve a cargo do canal NOW.
(Qualquer dia, esgota-se o gel de banho.)
12H - Irrevogável: viabilizo.
14H - Irrevogável: voto contra
16H - Irrevogável: viabilizo.
18H - Irrevogável: voto contra
20H - Irrevogável: viabilizo.
22H - Irrevogável: voto contra
24H - Irrevogável: viabilizo.
O Ministério Público solicitou o levantamento da imunidade dos secretários regionais da Saúde e Protecção Civil, Pedro Ramos, das Finanças, Rogério Gouveia e dos Equipamentos e Infraestruturas, Pedro Fino. A Assembleia Legislativa da Madeira recebeu também um pedido semelhante que visa o vice-presidente do parlamento e secretário-geral do PSD, José Prada.
Em causa está a operação ‘Ab Initio’, que investiga alegados crimes de prevaricação, participação económica e financiamento partidário ilícito.
Expresso
Os jornalistas estão muito indignados com as patacoadas do espinhoso Montenegro que é incapaz de diferenciar um jornalista de um pé de microfone.
Acho que exageram. É preciso ter em conta que, apesar de a vida lhe estar a correr bem, graças ao colinho do Marcelo e ao porquinho-mealheiro que herdou da parelha Costa/Medina, a criatura, no alto do seu corpo longilíneo é aureolada por um espírito ananzado que serve de catapulta ao asneiredo.
Vamos lá, senhores jornalistas, menos indignação e mais compaixão, sff.
Em tempo:
CM

Mas verdadeiramente preocupante é a rapidez com que o discurso populista, outrora relegado para as margens, conseguiu infiltrar-se no centro político. Carlos Moedas, no discurso de 5 de outubro, ao associar a imigração de “portas escancaradas” à desordem, abraçou o simplismo brutal da extrema-direita — como se, ao nomear o medo, pudesse neutralizá-lo.
Na tentativa de captar votos, Moedas cedeu ao cálculo mais rasteiro: vestir o manto da moderação enquanto valida, de forma sub-reptícia, a linguagem da exclusão.
Foi esta mesma ilusão que levou Miguel Pinto Luz a pedir a intervenção de Pedro Passos Coelho no Algarve, na esperança de ressuscitar as suas previsões eleitorais. O antigo primeiro-ministro aproximou-se do discurso fácil da extrema-direita, atreveu-se a colar a imigração à criminalidade, piscou ambos os olhos à horda populista, numa espécie de pragmatismo moralmente falido que troca a substância por uma performance vazia. O resultado foi um desastre anunciado. No dia 10 de março, o PSD, longe de conquistar terreno, viu-se relegado para terceiro lugar. E único distrito conquistado pelo Chega foi, ironicamente, o de Miguel Pinto Luz.
Maria Castello Branco
Expresso
Durão Barroso diz que Europa tem de ter fronteira externa clara: "há limites para o multiculturalismo"
DN
SICN
"Não podemos aceitar uma política de portas escancaradas que conduz à desordem, dá espaço a redes criminosas e multiplica casos de escravatura moderna"
Quem é o autor da frase? Marine Le Pen referindo-se aos emigrantes portugueses? Mário Machado a falar de imigrantes pretos? Ventura a alertar para o perigo da 'grande substituição'?
Nada disso. O inspirado autor da patacoada xenófoba e racista é esse vulto ananzado e emergente que dá pelo nome de Carlos Moedas, actual gerente da alcaidaria da capital do reino e ex-membro do tenebroso governo de indignidade nacional liderado pela asquerosa dupla Passos-Portas, e hoje capturado pelas 'teorias' estapafúrdias de Alfred Rosenberg.
Pela grandeza do seu pensamento, o Moedas merece uma épica e colossal vénia. Ela aí vai:
“Nunca tinha visto o André Ventura tão histérico”, confessa Miguel Sousa Tavares, falando numa “histeria total” com a bandeira à cintura e os “gritos” repetidos de “mentiras constantes”.
Entende o comentador que o presidente do Chega mais não faz do que utilizar uma tática introduzida pelo chefe da propaganda Nazi, Joseph Goebbels, de que “uma mentira repetida tantas vezes se torna verdade”.
CNNP