“Os senhores deputados invocam também juízos de natureza ética”, iniciou Luís Montenegro. “Oh, senhores deputados, tenham a certeza, eu convivo muito bem com os meus padrões éticos, com a forma como entendo se devam exercer as funções políticas”. Já sabíamos que o primeiro-ministro convive bem com os seus padrões éticos e considera ético que a empresa familiar cuja quota tinha vendido à sua mulher pudesse receber cinco mil euros por mês de um casino.
Vítor Matos (Expresso)
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