Há muito que desconfiava, mas, agora, tenho a certeza: o grande nababo Cristiano Aveiro gosta de cães. De há uns tempos a esta parte tem um rafeiro chamado Roberto. Até aqui, tubo bem. O problema é que o Roberto, fiel e obediente ao dono, como qualquer canídeo que se preze, percebe tanto de futebol como o Mobutu, sargento da tropa e grande artista de várias e lucrativas artes, percebia de missas em latim.