
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
A GRANDE OBRA DO "ENGENHEIRO DA INDEPENDENTE"
OS 'MERCADOS'
POR DEVERES DE MEMÓRIA

Aurora Rodrigues resolveu contar, porque há deveres de memória. Para que não se construa sobre o esquecimento uma sociedade, para que não se desbarate a dimensão da esfera pública e para que não se perca o sabor da vida.
Aurora Rodrigues foi militante do MRPP durante seis anos, tendo sido presa pela PIDE em Maio de 1973 e sujeita a tortura. Como mais de 400 militantes daquele partido maoista, voltou a ser encarcerada pelo COPCON em Maio de 1975. Cessou toda a sua actividade partidária em 1977. É magistrada do Ministério Público no DIAP de Évora.»
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
MAIS UM 'ESTADISTA' PÓS-MODERNO
UM IMENSO ADEUS

DE OUTROS
«Há que dizer que José Lello é assim uma espécie de "reflexo pavloviano" da oligarquia partidária que dirige o PS. Quando alguém bate com demasiada estridência no portão da sua quinta, Lello reage e ataca sem pensar, atirando-se cegamente às pernas de quem julga ser um intruso, e fica radiante quando lhe rasga as calças.Para Lello e outros apparatchiks, que, como ele, vivem à sombra do aparelho do partido, Mário Soares já é considerado um "intruso", tal como Manuel Alegre ou Manuel Maria Carrilho, para só referir mais dois exemplos de fresca data. Como qualquer apparatchik que se preze, Lello é totalmente incapaz de formular um discurso político que seja interessante e mobilizador. Além de não se lhe conhecer qualquer ideia original, recusa-se terminantemente a reflectir sobre o que quer que seja.»
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
ILUSÕES E DESILUSÕES DE UM CÃO SOCRETINO
«"Ao longo de estes seis anos fiz tudo o que podia para agradar ao meu dono: mordisquei as canelas a alguns jornalistas; rosnei ao Presidente da república; mordi a chanceler alemã Angela Merkel; peguei pulgas aos líderes da oposição e comi os jornais com notícias desfavoráveis ao primeiro-ministro. Concluindo, sacrifiquei-me pelo meu dono, mas, para quê?", questiona o animal que está com depressão porque Sócrates o deixou de tratar como o "primeiro cão oficial" de Portugal e agora trata-o como um simples ministro, sempre na dúvida se será ou não demitido.»JASMINS
«De Palermo a Veneza, as mulheres italianas saíram à rua para denunciar a imagem “indecente” que é dada delas nos jornais e televisões de todo o mundo por causa dos escândalos sexuais de Silvio Berlusconi.“Se não agora, quando?” perguntam os cartazes que denunciam “a representação indecente e repetida da mulher como objecto de comércio sexual”.
Para muitas italianas e italianos, o escândalo “Rubygate” foi a gota final que fez transbordar o copo. Berlusconi é acusado de pagar pelos serviços de uma prostituta menor de idade que terá participado em festas na sua casa nos arredores de Milão, juntamente com outras mulheres jovens.»
domingo, 13 de fevereiro de 2011
MAIS UM 'ESTADISTA' PÓS-MODERNO

O ministro dos Negócios Estrangeiros português deixou os papéis do seu discurso no púlpito. O orador seguinte, o seu homólogo da Índia, SM Krishna, leu-os durante três minutos.
A gaffe deu-se na reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que se realizou sexta-feira em Nova Iorque. SM Krishna chegou ao púlpito para discursar e agarrou nas folhas que tinha à frente. O caricato é que se tratavam das folhas com o discurso (em inglês) de Luís Amado e o ministro indiano não se apercebeu do equívoco.
DN
TÃO PEQUENO POEMA

sábado, 12 de fevereiro de 2011
A GARGALHADA DO DIA
OS SACRIFÍCIOS QUE ELES FAZEM POR AMOR À PÁTRIA
TERTÚLIA DE MENTIROSOS

«O antigo diretor-geral da Administração Interna, Paulo Machado, desmente a versão do Governo sobre os problemas com o cartão do cidadão no dia das eleições presidenciais.
À TSF, Paulo Machado refutou as declarações da secretária de Estado da Administração Interna, Dalila Araújo, que ontem defendeu que a equipa do ministério só soube no dia das eleições que não tinham sido cumpridas as ordens para notificar os cidadãos cujo número de eleitor tinha sido alterado.
"A decisão de não notificar não foi uma decisão unilateral da minha parte, foi uma decisão participada. Não foi sobretudo uma manobra minha à revelia das outras pessoas, não sou um delinquente (...) não trabalhei sozinho, nem sou um insubordinado", garante Paulo Machado.»
EXPRESSO







