quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

A GRANDE OBRA DO "ENGENHEIRO DA INDEPENDENTE"

Juros/Dívida: Taxa exigida para comprar dívida a 10 anos ultrapassa 7,5%



«I»

A GRANDE OBRA DO "ENGENHEIRO DA INDEPENDENTE"

O Governador do Banco de Portugal confirma que o nosso país já está em recessão. Numa entrevista publicada hoje no Diário Económico, Carlos Costa diz que a recessão não constitui surpresa e é a contrapartida do processo de ajustamento e de emagrecimento orçamental levados a cabo pelo Governo. (RTP)

A GRANDE OBRA DO "ENGENHEIRO DA INDEPENDENTE"


Nunca houve tantos desempregados em Portugal. Taxa atinge 11,1%



«I»

É FARTAR, VILANAGEM!

Ministério do Trabalho nomeou 41 'boys' do PS para cargos de chefia, acusa o CDS

'SOL'

OS 'MERCADOS'

«O norte-americano Bernard Madoff, que cumpre uma pena de 150 anos de prisão, declarou numa entrevista publicada terça-feira pelo New York Times que diversos bancos e fundos de investimento estavam necessariamente ao corrente da sua fraude.»

'SOL'

POR DEVERES DE MEMÓRIA



«Gente comum – uma história na PIDE é um relato transcrito, revisto e editado, centrado nos primeiros vinte e cinco anos da vida de Aurora Rodrigues. Perpassados pelas vivências no Alentejo, que lhe permitiram granjear uma consciência de si e do mundo pelo contexto social, histórico e político, mas igualmente pelas sociabilidades estreitas – no âmbito da família, dos vizinhos e dos amigos - esses anos foram também marcados por duas tenebrosas prisões, como militante do MRPP. Em 1973 foi sujeita a dois períodos contínuos de tortura do sono de 16 e 4 dias, com 24 horas completas, intervalados apenas por uma semana, e espancada selvaticamente por parte de agentes da PIDE-DGS. Dois anos depois, foi o COPCON que a prendeu de novo em Caxias, com várias centenas de outros militantes do MRPP, sob condições inauditas e duma perigosidade incontrolável.

Aurora Rodrigues resolveu contar, porque há deveres de memória. Para que não se construa sobre o esquecimento uma sociedade, para que não se desbarate a dimensão da esfera pública e para que não se perca o sabor da vida.

Aurora Rodrigues foi militante do MRPP durante seis anos, tendo sido presa pela PIDE em Maio de 1973 e sujeita a tortura. Como mais de 400 militantes daquele partido maoista, voltou a ser encarcerada pelo COPCON em Maio de 1975. Cessou toda a sua actividade partidária em 1977. É magistrada do Ministério Público no DIAP de Évora.»

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ALUNOS DA JSD

COMUNICADO

'Este ainda é o tempo do PS governar'

Companheiro Pedro Passos Coelho

MAIS UM 'ESTADISTA' PÓS-MODERNO



«O tribunal decidiu nesta terça-feira julgar imediatamente o líder do Governo italiano, Silvio Berlusconi, por ter pago a uma prostituta uma menor de idade e por abuso de poder no escândalo sexual conhecido por 'Rubygate', avança a imprensa italiana.»
'SOL'

UM IMENSO ADEUS


«Um grande poeta não pode viver, porém, num pequeno país. Quanto maior for a alma, maior terá de ser a pátria que a encerra. E é isto que em parte explica a incompreensão que acolheu o primeiro livro de Fernando Pessoa, publicado em 1935, essa mesma Mensagem, primo sinal visível do génio poético de um homem que só não pôde ser o poeta épico-filosófico que então se visionava por a pátria onde vira a luz do dia não se encontrar à altura de um génio de tal grandeza, pelo menos nesse momento histórico.»

ENTRE MORRER SOZINHO OU VIVER ACOMPANHADO, VENHA O DIABO E ESCOLHA

DE OUTROS

«Há que dizer que José Lello é assim uma espécie de "reflexo pavloviano" da oligarquia partidária que dirige o PS. Quando alguém bate com demasiada estridência no portão da sua quinta, Lello reage e ataca sem pensar, atirando-se cegamente às pernas de quem julga ser um intruso, e fica radiante quando lhe rasga as calças.
Para Lello e outros apparatchiks, que, como ele, vivem à sombra do aparelho do partido, Mário Soares já é considerado um "intruso", tal como Manuel Alegre ou Manuel Maria Carrilho, para só referir mais dois exemplos de fresca data. Como qualquer apparatchik que se preze, Lello é totalmente incapaz de formular um discurso político que seja interessante e mobilizador. Além de não se lhe conhecer qualquer ideia original, recusa-se terminantemente a reflectir sobre o que quer que seja.»

Alfredo Barroso
«I»

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

ILUSÕES E DESILUSÕES DE UM CÃO SOCRETINO

«"Ao longo de estes seis anos fiz tudo o que podia para agradar ao meu dono: mordisquei as canelas a alguns jornalistas; rosnei ao Presidente da república; mordi a chanceler alemã Angela Merkel; peguei pulgas aos líderes da oposição e comi os jornais com notícias desfavoráveis ao primeiro-ministro. Concluindo, sacrifiquei-me pelo meu dono, mas, para quê?", questiona o animal que está com depressão porque Sócrates o deixou de tratar como o "primeiro cão oficial" de Portugal e agora trata-o como um simples ministro, sempre na dúvida se será ou não demitido.»

DN

DIA DOS NAMORADOS

JASMINS

«De Palermo a Veneza, as mulheres italianas saíram à rua para denunciar a imagem “indecente” que é dada delas nos jornais e televisões de todo o mundo por causa dos escândalos sexuais de Silvio Berlusconi.

“Se não agora, quando?” perguntam os cartazes que denunciam “a representação indecente e repetida da mulher como objecto de comércio sexual”.

Para muitas italianas e italianos, o escândalo “Rubygate” foi a gota final que fez transbordar o copo. Berlusconi é acusado de pagar pelos serviços de uma prostituta menor de idade que terá participado em festas na sua casa nos arredores de Milão, juntamente com outras mulheres jovens.»
Público

OLHA QUE TRIO...

domingo, 13 de fevereiro de 2011

MAIS UM 'ESTADISTA' PÓS-MODERNO

O ministro dos Negócios Estrangeiros português deixou os papéis do seu discurso no púlpito. O orador seguinte, o seu homólogo da Índia, SM Krishna, leu-os durante três minutos.

A gaffe deu-se na reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que se realizou sexta-feira em Nova Iorque. SM Krishna chegou ao púlpito para discursar e agarrou nas folhas que tinha à frente. O caricato é que se tratavam das folhas com o discurso (em inglês) de Luís Amado e o ministro indiano não se apercebeu do equívoco.

DN

TÃO PEQUENO POEMA



QUERIA DIZER-TE
NO SILENCIO ESSENCIAL DE TI,
NO FUNDO DO OUVIDO, DENTRO DE TI,
DIZER-TE MESMO NO CENTRO DA ALMA DO TÍMPANO
QUE ESPREITA O RECÔNDITO DOS FUNDOS DE TI,
MAS DIZER-TE BEM BAIXINHO, COMPASSADAMENTE,
SEM PRESSA, A VIDA INTEIRA,
E REPETIR NA TUA ORELHA
E OUVIR O ECO DO MAR EMBRAVECIDO
E ESCUTAR O TROAR DA TUA DOR
E ACENDER MAIS AINDA O FOGO QUE TE DÓI,
QUERIA DIZER-TE NA LÍNGUA SEM PALAVRAS,
NEM A MAIS E NEM A MENOS,
SUFICIENTEMENTE INTELIGÍVEL,
QUERIA REPETIR, BAIXINHO, JÁ TE DISSE,
QUERIA ESTAR CONTIGO AGORA
PARA TE SENTIR E ACALMAR,
PARA TE SENTIR AQUELE IRMÃO QUE NUNCA TIVE
E ARDER NA MESMA CHAMA ATÉ AO FIM!

Daniel Nobre Mendes
11-04-10

sábado, 12 de fevereiro de 2011

A GARGALHADA DO DIA

«Temos todos que fazer ouvir a nossa voz, denunciando a política do quanto pior melhor e a ânsia do poder a qualquer custo que tanto agita os círculos vários da oposição»

J. Sócrates

OS SACRIFÍCIOS QUE ELES FAZEM POR AMOR À PÁTRIA

«O presidente da Caixa Geral de Depósitos disse que há
disponibilidade do conselho de administração para continuar»
Diário Económico

«O presidente da Galp mostrou-se disponível para continuar à frente da administração da petrolífera»
Público

TERTÚLIA DE MENTIROSOS

«O antigo diretor-geral da Administração Interna, Paulo Machado, desmente a versão do Governo sobre os problemas com o cartão do cidadão no dia das eleições presidenciais.

À TSF, Paulo Machado refutou as declarações da secretária de Estado da Administração Interna, Dalila Araújo, que ontem defendeu que a equipa do ministério só soube no dia das eleições que não tinham sido cumpridas as ordens para notificar os cidadãos cujo número de eleitor tinha sido alterado.

"A decisão de não notificar não foi uma decisão unilateral da minha parte, foi uma decisão participada. Não foi sobretudo uma manobra minha à revelia das outras pessoas, não sou um delinquente (...) não trabalhei sozinho, nem sou um insubordinado", garante Paulo Machado.»

EXPRESSO