domingo, 22 de janeiro de 2017
PURA PROPAGANDA
"Tenho para mim que há uma maneira muito fácil de identificar nos dias de hoje o jornalismo do “não há alternativa”, o jornalismo do “ajustamento”, o jornalismo de direita e da direita, que, em bom rigor, não é jornalismo, mas sim propaganda e manipulação, e constitui um sistema de “pensamento único” que empobrece o espaço público e o torna frágil. Esse critério pode ser enunciado deste modo: trata os problemas da “geringonça” como sendo estruturais e os problemas da oposição, em particular do PSD, como sendo conjunturais."
J. Pacheco Pereira
Público
J. Pacheco Pereira
Público
sábado, 21 de janeiro de 2017
OS GUINCHOS TRUMPISTAS
“Vou lutar por vocês e nunca vos vou desiludir”, promete Trump
Ex-líder do Ku Klux Klan saúda posse de Trump: “Conseguimos!”
Expresso
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
MILAGRE OU CORRUPÇÃO - EIS A QUESTÃO
Visita do Papa permite ajustes diretos de obras públicas até 5,1ME (DN)
Bom, se no fim tivermos mais uns quantos processos de corrupção, é rotina. Se os não tivermos, teremos, então, mais um milagre de Fátima, o que pode ser decisivo para a santificação da Irmã Lúcia.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
A OPOSIÇÃO JAVARDA
"Não vislumbro outra saída a curto ou médio prazo que eleições legislativas antecipadas."
Francisco Assis
('Novo filósofo' fora do prazo de validade, bimbo contumaz e reaccionário destemido)
EIS UMA ATITUDE DECENTE: DEIXAR DE COMPRAR O JORNAL DAS MERCEARIAS CONTINENTE
«Possuo cerca de 5000 amigos no FB. Não conheço a maioria, mas, para terem aqui apostado, benevolentemente, é porque são gente de bem. Eu venho então, assim confiado, solicitar-lhes uma coisa que uma já longa convivência consente: POR FAVOR, DEIXEM DE COMPRAR O PÚBLICO. O jornal foi abastardado, transformou-se numa tarjeta panfletária de interesses muito localizados, muito desmascarados, muito à mostra. Todo um fingimento descaradamente foleiro. Não há, a nenhum respeito, a menor confiança naquilo. Um cartaz ou uma pichagem («Vivam os nossos amados patrõezinhos, mai-las suas opiniões!») resolvia-lhes o servilismo, escusavam de tanto aparato de letras e bonecos. Menos 5000 leitores, eu sei, significa pouco. Basta que o engenheiro beneficiário suba o preço de alguns iogurtes e estará compensado. Mas o sentimento de deixarmos de andar enrolados numa farsa, encenada por gentalha menor, também compensa não?»
Mário de Carvalho
Facebook
Mário de Carvalho
O REENCONTRO DOS BELOS ESPÍRITOS (O SANTO E O ÍMPIO)
Terceiro tiro no porta-aviões: Salgado apanhado (também) na Operação Marquês
Ricardo Salgado é agora arguido em três processos judiciais - e pela segunda vez por corrupção. Antigo banqueiro foi interrogado esta quarta-feira pelo procurador Rosário Teixeira e é suspeito de ter corrompido José Sócrates. Ministério Público pediu medida pesada de coação
Expresso
OS PERSISTENTES HÁBITOS DOS TEMPOS DA "OUTRA SENHORA"
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
SUGESTÃO
Espagne, 1936 : le général Franco déclenche un coup d’État contre le gouvernement de Front populaire qui plonge le pays dans une guerre civile de près de trois années. Cette guerre a fait plusieurs centaines de milliers de morts, hommes, femmes et enfants, et jeté sur les routes plus d’un demi-million de réfugiés, contraints à l’exil. L’auteur démontre, point par point, en quoi cette guerre civile a mis en œuvre toutes les logiques et pratiques de l’extermination de masse : exécutions sommaires par milliers, procès factices, torture et viols systématiques, emprisonnements abusifs… Professeur à la London School of Economics, Paul Preston est reconnu dans le monde entier comme le plus grand historien de la guerre d’Espagne. Une guerre d’extermination, son œuvre majeure, éclaire de façon poignante et implacable une dimension sous-estimée et peu connue de l’histoire de l’Europe contemporaine.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
OS ÓCULOS DE DAVID DINIS E OS NOVOS RUMOS DO JORNAL DAS MERCEARIAS CONTINENTE
Alexandra Lucas Coelho,
no Facebook:
«O recém-empossado director do “Público”, David Dinis, propôs reduzir a minha crónica semanal a mensal e cortar para metade a remuneração de cada crónica. Recusei por considerar que essa proposta esvazia o diálogo com o leitor e reduz a remuneração a algo indigno. Nenhuma outra proposta foi feita. Cumprirei, pois, o contrato que tenho até 31 de Março, e a partir daí encerra-se a minha relação de 19 anos com este jornal. Registo que isto acontece na sequência de David Dinis ter dispensado José Vítor Malheiros e Paulo Moura, nomes fundamentais na história do “Público”, e do jornalismo português. Registo ainda o facto de os três estarmos claramente à esquerda do que é o posicionamento do recém-empossado director.»
Paulo Moura,
no Facebook:
A minha colaboração com o Público termina este mês, por iniciativa da actual direcção, de David Dinis. Estou no jornal desde a sua fundação. Saí dos quadros da empresa em 2013, por minha decisão, mas mantive um acordo de colaboração regular. Chega agora ao fim uma intensa e fecunda relação de 27 anos, no mesmo momento em que são dispensados do jornal nomes tão fundamentais da imprensa portuguesa como Alexandra Lucas Coelho e José Vítor Malheiros. Continuarei a fazer reportagem, a escrever e a publicar onde quer que o Jornalismo seja valorizado.
no Facebook:
«O recém-empossado director do “Público”, David Dinis, propôs reduzir a minha crónica semanal a mensal e cortar para metade a remuneração de cada crónica. Recusei por considerar que essa proposta esvazia o diálogo com o leitor e reduz a remuneração a algo indigno. Nenhuma outra proposta foi feita. Cumprirei, pois, o contrato que tenho até 31 de Março, e a partir daí encerra-se a minha relação de 19 anos com este jornal. Registo que isto acontece na sequência de David Dinis ter dispensado José Vítor Malheiros e Paulo Moura, nomes fundamentais na história do “Público”, e do jornalismo português. Registo ainda o facto de os três estarmos claramente à esquerda do que é o posicionamento do recém-empossado director.»
Paulo Moura,
no Facebook:
A minha colaboração com o Público termina este mês, por iniciativa da actual direcção, de David Dinis. Estou no jornal desde a sua fundação. Saí dos quadros da empresa em 2013, por minha decisão, mas mantive um acordo de colaboração regular. Chega agora ao fim uma intensa e fecunda relação de 27 anos, no mesmo momento em que são dispensados do jornal nomes tão fundamentais da imprensa portuguesa como Alexandra Lucas Coelho e José Vítor Malheiros. Continuarei a fazer reportagem, a escrever e a publicar onde quer que o Jornalismo seja valorizado.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
ROTINA
Ex-"vice" da Câmara de Braga acusado de receber 226 mil euros em "luvas"
Ministério Público acusa Vítor de Sousa de favorecer, em troca, uma empresa que vendeu autocarros à empresa de transportes urbanos.
O Ministério Público (MP) acusou o antigo presidente do Conselho de Administração dos Transportes Urbanos de Braga (TUB) Vítor de Sousa de corrupção passiva para acto ilícito e de administração danosa.
Segundo a acusação, a que a Lusa teve acesso neste domingo, em causa está o alegado favorecimento da MAN Portugal nos concursos para fornecimento de autocarros aos TUB, mediante o pagamento de “luvas”.
O MP refere que Vítor de Sousa, também ex-vice-presidente da Câmara de Braga, terá recebido de contrapartidas mais de 226 mil euros.
No processo, é também arguida, pelos mesmos crimes, Cândida Serapicos, ex-vogal da administração dos TUB e classificada pelo MP como “braço direito político” de Vítor de Sousa. Cândida Serapicos terá obtido 27.500 euros de “luvas”.
Pelos mesmos crimes, responde ainda Luís Vale, na altura director do Departamento de Manutenção e Planeamento dos TUB e principal decisor nos concursos públicos para fornecimento de autocarros. Luís Vale terá conseguido 23 mil euros de contrapartidas.
Público
OUVE LÁ, Ó PÁ, E SE METESSES O APITO NO CU?
Este gajo validou 3 GOLOS IRREGULARES 3 do Boavista, no jogo Benfica - Boavista.
Só faltou inventar um penálti contra o Glorioso e ser ele mesmo a marcá-lo...
Comparado com este gajo, o Capela é um menino de coro.
Incompetência? Sim. E mais nada? Não sei.
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