1- Redução do prazo de atribuição do subsídio social de desemprego, destinado a desempregados de famílias pobres, de 12 para 6 meses;
2- Aumento de 12 para 24 meses do período de descontos necessário para o acesso ao subsídio de desemprego;
3- Revogação da medida que prevê a redução em três pontos percentuais das contribuições para a segurança social de micro e pequenas empresas com trabalhadores com mais de 45 anos;
4- Fim da majoração do montante do subsídio de desemprego aos desempregados com filhos a cargo e do pagamento adicional do abono de família ao terceiro e quinto escalões, bem como o programa especial de apoio ao "lay off";
5- Diminuição dos incentivos à inserção de jovens no mercado de trabalho;
6- Fim do reforço da linha de crédito específica e bonificada para a criação de empresas por parte de desempregados.
E, no fim, com desfaçatez, a sindicalista UGT que está de ministra do Trabalho no governo de coligação socialismo-de-face-oculta/neoliberalismo-à-transmontana avisou que as medidas anunciadas não constituem "cortes na protecção social dos portugueses".
(Aviso aos desempregados: se quiserem um emprego como mordomos, procurem um aristocrata com 'pedigree'. Evitem os emergentes da escola UGT - são perigosos!)