É A VERGONHA, ESTÚPIDOS!
Sou português mas não por opção, antes por fatalidade.
A condição, habitualmente, não me orgulha nem me envergonha. Resignei-me e pronto.
De qualquer modo, quando olho à volta e vejo na cúpula do Estado português (que me atribuiu uma nacionalidade) figuras como Cavaco Silva ou Passos Coelho; quando ouço governantes a debitar barbaridades ("O que interessa é o projecto para a PT, não a origem do dinheiro" ou " A crise pode justificar certas restrições aos direitos fundamentais") coro um bocadinho. De vergonha, claro.