JP Morgan diz que leis em defesa de trabalhadores são "defeitos" de países periféricos
"Os defeitos deste legado político foram revelados pela crise. Os países da periferia têm sido apenas parcialmente bem sucedidos com as reforças orçamentais e económicas porque os governos estão constrangidos pela Constituição (Portugal), regiões poderosas (Espanha) e a emergência de partidos populistas (Itália e Grécia)", explica ainda o banco neste artigo. Para o JP Morgan, estes "defeitos" identificados nos países periféricos têm raiz "nas constituições, que mostram uma forte influência socialista, reflectindo a força política que os partidos de esquerda tiveram depois da queda do fascismo".
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