quinta-feira, 10 de novembro de 2011

O AMOR À ARTE

Banco pagou cinco milhões de euros por uma colecção de arte pré-histórica considerada sem nenhum valor arqueológico.

O poeta Joaquim Pessoa foi constituído arguido pela Polícia Judiciária (PJ) por suspeita de burlar o BPN em cerca de cinco milhões de euros. Em causa a venda à entidade bancária de uma colecção de arte pré-histórica e proto-histórica cujas peças, na sua maioria, ou são falsas ou são réplicas de peças originais com valor arqueológico nulo, segundo o director do Museu Nacional de Arqueologia (MNA).

DN