domingo, 9 de setembro de 2018
sábado, 8 de setembro de 2018
O ÓPIO DO POVO
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
Testemunhas de Jeová acusadas de incentivar mulheres a suportar violência
Revista da organização alude a pessoas que se mantiveram casadas mesmo com “a saúde e a vida” em perigo e cujo sacrifício valeu a pena.
Público
sexta-feira, 7 de setembro de 2018
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
O ABREU
Pela morfologia percebe-se que há consumo excessivo e compulsivo de vianda e bolota: faceiras largas, lombo proeminente, entremeada volumosa e coberta de toucinho alto, presuntos gordurosos, chispes miúdos, a contrariar a paisagem. É bicho para mais de oito arrobas. Chama-se Carlos Abreu Amorim, foi escolhido por PaSSos para deputado da Nação. Da mioleira escorrem-lhe hidrorreias como esta:
A VITÓRIA DOS PATOS BRAVOS
“Obras públicas, armamento e telecomunicações sãos os três sectores que ao nível do Estado têm mais corrupção”.
“No primeiro governo de Guterres, a luta contra a corrupção e o desperdício dos dinheiros públicos foi uma das minhas grandes preocupações. Apertei o controlo de gestão e promovi, designadamente, nova legislação sobre contratação pública”, sintetiza, concluindo: “A reacção foi violenta: em 40 anos de democracia, fui o único ministro das Obras Publicas cuja demissão foi pública e formalmente exigida pelos grandes empreiteiros ao primeiro-ministro e ao Presidente da República. Acabaram por ganhar na formação do novo Governo.” Refira-se que o ministro seguinte nesta pasta foi Jorge Coelho.
“Antes de, a 19 de Janeiro de 2007, entregar apenas os três projectos que sobreviveram, tivemos discussão longa com Alberto Martins, presidente do grupo parlamentar, mas as direcções parlamentares faziam o que o patrão mandava e o patrão no PS era José Sócrates. Estava decidido que não era para avançar e depois arranjaram os argumentos. Os três projectos nunca foram sequer agendados para debate”, diz Cravinho, resumindo a oposição que lhe foi feita no próprio partido.
quarta-feira, 5 de setembro de 2018
SUGESTÃO
O LIVRO
Pelas ruas da cidade, inúmeros portugueses lutam em prol do III Reich. Dão o rosto à causa nazi e às ideias de Hitler, espiam, polemizam e difundem defendem a Nova Alemanha fazendo suas as vitórias do Eixo e sofrendo bastante com as suas derrotas. Serão fiéis até ao fim…
Este livro leva-nos numa viagem por esses anos de chumbo e de combate, conduzindo-nos aos mesmos locais que eles frequentavam e que hoje ainda subsistem. Este livro expõe-nos também os jornais, folhetos e revistas que eles redigiam e vendiam, nos quais, com grande frontalidade, usam os mais fortes entusiásticos argumentos nazis. Desta forma, através destes homens, da sua ação e percurso, uma nova Lisboa surge aos nossos olhos. Uma Lisboa que se sumiu discretamente após a rendição alemã, mas que, todavia, ainda pode ser encontrada se soubermos para onde olhar. Uma Lisboa que ainda está lá.
Mas porque o passado persiste sob a patine do tempo, o leitor verá também o que desse tempo e desses homens resistiu até hoje. E decerto haverá muitas surpresas…
SÉRGIO LUÍS DE CARVALHO
É licenciado e mestre em História. É autor de várias dezenas de títulos. Alguns dos seus livros de ficção estão traduzidos em França, Itália, Espanha e Estados Unidos da América.
Foi galardoado com o Prémio Ferreira de Castro), tendo sido ainda finalista dos prémios europeus Prémio Jean Monnet Prémio Amphi. Além de autor, é docente de História e museólogo.
A TIA CRISTAS
"Acho Cristas lamentável, não é sequer simpática, podia ser. Mas de qualquer forma acho que valeu a pena ela estar neste momento a desempenhar o cargo, auto desmascarando-se do papel que desempenha. Ideologicamente é uma stripper."
Artur Portela Filho
Público
terça-feira, 4 de setembro de 2018
A LOJA DO CHINÊS
Concorrência acusa EDP por abuso de posição dominante
A Autoridade da Concorrência decidiu abrir um processo contra a EDP, o que implica um custo adicional de 140 milhões de euros aos consumidores e ao sistema nacional
Sábado
Sábado
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
domingo, 2 de setembro de 2018
UMA LIÇÃO PARA LISBOA
Feira do Livro do Porto acolhe de forma gratuita pequenas editoras independentes
A Feira do Livro do Porto, que decorrerá entre 07 e 23 de setembro, nos Jardins do Palácio de Cristal, apresenta este ano como novidade o projeto "Cabine de Escalas", dedicado a acolher gratuitamente editoras de pequena (DN)
sábado, 1 de setembro de 2018
METAFÍSICA E POESIA
Sim, quem saberia hoje da passagem pela Terra do Esteves sem metafísica se o poeta Idalério Vaz Ferro não tivesse bicado e abagaçado as digestões no Café Aliança, lá em Ferreira do Alentejo?
Sim, que anais registariam a existência de um outro Esteves sem metafísica se o poeta Pessoa, disfarçado de Álvaro de Campos, não o tivesse topado a sair da Tabacaria, a guardar o troco na algibeira?
Assim, quem se lembrará amanhã do comentadólogo Pedro Marques, o Lopes com metafísica, se o bardo Alegre não o imortalizar num poema, como fez com o 'pesetero' Figo?
Sim, que anais registariam a existência de um outro Esteves sem metafísica se o poeta Pessoa, disfarçado de Álvaro de Campos, não o tivesse topado a sair da Tabacaria, a guardar o troco na algibeira?
Assim, quem se lembrará amanhã do comentadólogo Pedro Marques, o Lopes com metafísica, se o bardo Alegre não o imortalizar num poema, como fez com o 'pesetero' Figo?
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