quarta-feira, 11 de julho de 2018

SOBRE A INCOMPETÊNCIA COMO DOENÇA INCURÁVEL


Caos financeiro em Santa Maria daria para pagar 30 mil doentes com hepatite C


Público

terça-feira, 10 de julho de 2018

GUERRA COLONIAL - O CRIME CONTINUADO





COLONIALISMO E INDEPENDÊNCIAS: AS MEMÓRIAS 
QUE NÃO SE PODEM PERDER

Mais de 40 anos passados, o que sabemos sobre a guerra colonial e as lutas de libertação? O que se perdeu entre o silenciamento de amplas vertentes do conflito? Nos diferentes lugares, que memórias persistem da guerra que mudou a face de Portugal e que foi crucial para as independências de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe?
A partir das datas marcantes da fase final do colonialismo, dezenas de autores de diferentes origens e áreas do conhecimento questionam a história e o legado desses tempos de mudança. Nestas voltas de um passado feito de momentos celebrados e de segredos incómodos, desenha-se um outro modo de contar a memória de uma guerra com muitos lados.

TEXTOS DE: Aida Freudenthal, Albert Farré, Aniceto Afonso, André Caiado, Amélia Neves de Souto, Ângela Campos, Ângela Benoliel Coutinho, Bruno Sena Martins, Carlos de Matos Gomes, Celeste Fortes, Cláudia Castelo, Cláudio Alves Furtado, Diana Andringa, Elsa Peralta, Fidel Reis, Gerhard Seibert, Helena Wakim Moreno, Inês Nascimento Rodrigues, Isabel Maria Cortesão Casimiro, José Neves, José Pedro Monteiro, Julião Soares Sousa, Justin Pearce, Leonor Pires Martins, Leopoldo Amado, Manuel Loff, Marcelo Bittencourt, Margarida Calafate Ribeiro, Maria‑Benedita Basto, Maria da Conceição Neto, Maria José Lobo Antunes, Maria Paula Meneses, Michel Cahen, Miguel Bandeira Jerónimo, Miguel Cardina, Miguel de Barros, Mustafah Dhada, Nélida Brito, Odete Semedo, Paulo Lara, Raquel Ribeiro, Redy Wilson Lima, Rita Rainho, Rui Bebiano, Sílvia Roque, Sheila Khan, Susana Martins, Teresa Cruz e Silva, Tiago Matos Silva, Vasco Martins e Verónica Ferreira 






Falam de um “longo apagamento da guerra colonial no espaço público”. Por que é que aconteceu?
Bruno Sena Martins — Isto no contexto português. Se nos países que nasceram das independências a guerra é vista como um momento fundador da nação, em Portugal tem um lugar de difícil inscrição. Representa um momento de violência colonial, não apenas daqueles 13 anos de guerra, mas de toda a história portuguesa imperial, marcada pela violência da escravatura, da opressão colonial. Uma identidade portuguesa que celebra os descobrimentos, uma ideia de um colonialismo especial, muito luso-tropicalista, de convívio com os povos, tem dificuldade em inscrever esta narrativa. Uma outra dimensão do silenciamento sobre a guerra colonial é que o regime que resulta do 25 de Abril teve a participação activa dos militares que participaram na guerra colonial. Qualquer guerra tem momentos de violência, traumáticos, de massacres de populações, que criam uma espécie de tabu.


Miguel Cardina — Faz com que a figura do militar seja paradoxal. É o herói da democracia e é quem faz a guerra. O facto de o 25 de Abril ter sido feito por militares e o próprio processo histórico que inaugura significar o desfecho da guerra, transforma-o num evento do passado sobre o qual não seria muito interessante falar. Há também na sociedade em geral uma falta de vontade em ouvir aquelas pessoas. Eu fazia no outro dia uma entrevista a um ex-combatente e ele dizia que só começou a falar da guerra no final dos anos 90. Por que é que acontecia? “Eu não falava porque acho que ninguém me queria ouvir sobre o assunto.”
Público

segunda-feira, 9 de julho de 2018

SUGESTÃO


A LILI CANEÇAS DO JORNALISMO

Nova polémica: Judite Sousa investigada por promover marcas de luxo

A pivô da TVI costuma fazer referências a marcas de luxo nas publicações que faz nas redes sociais. A última, sobre o sofá laranja Hermès, tem feito correr muita tinta.Judite Sousa está a ser investigada pela Comissão da Carteira Profissional de Jornalistas, que abriu recentemente um processo contra a jornalista, por alegadamente promover marcas, algo que a ser verdade é incompatível com o exercício da profissão de jornalista.

domingo, 8 de julho de 2018

FINALMENTE, A MORTE DE FRANCO?

Sánchez preparado para tirar Franco do Vale dos Caídos e sarar as feridas da ditadura

Governo do PSOE já tomou a decisão de trasladar os restos mortais de Francisco Franco e reconverter o Vale dos Caídos num “lugar de honra à paz, à democracia e à memória comum”. Falta saber quando e como.
O novo Governo espanhol do PSOE quer concretizar finalmente uma das propostas mais simbólicas do partido dos últimos anos: sarar as muitas feridas ainda abertas quase 40 anos após o fim da ditadura franquista. Uma das etapas para alcançar esse objectivo é a trasladação dos restos mortais do general Francisco Franco do Vale dos Caídos, o monumento erguido pelo próprio ditador na serra de Guadarrama, a 40 quilómetros de Madrid, e que é ainda visto como o símbolo maior do seu regime.
Público

A GRANDE FARRA DOS VERMES


A Parvalorem atribuiu, em 2017, “bónus” aos trabalhadores com mais de 15 anos de serviço, num total de cerca de meio milhão de euros, e que oscilaram entre um mínimo de mil euros e um máximo de quase 52 mil euros. Entre os funcionários do veículo estatal que receberam os prémios mais altos estão vários directores, alguns visados em processos judiciais enquanto dirigentes do Banco Português de Negócios (BPN), onde eram próximos do ex-presidente José Oliveira Costa, cujas decisões levaram a um rombo nas contas públicas em torno dos cinco mil milhões de euros.


Público

sábado, 7 de julho de 2018

SUGESTÃO


GENTE QUE CONTA

'QUALIDADE' DO JORNALISMO

"A crise dos jornais em papel é em primeiro lugar uma crise do tipo e da qualidade do jornalismo, que já vem de antes do aparecimento do mundo da Internet, que vai das direcções aos editores (talvez o elo mais frágil das redacções) e por fim aos jornalistas, em que a precariedade do trabalho faz cobrar um preço em termos de preparação, mas acima de tudo de condição profissional e ética."

J. Pacheco Pereira
Sábado

sexta-feira, 6 de julho de 2018

OS RAPAZES DE PINOCHET E MILTON FRIEDMAN

Oito ex-militares condenados pelo assassínio de Víctor Jara em 1973

Justiça decreta 18 anos de prisão pelo homicídio do cantor e simpatizante de Allende. Jara foi executado nos dias que se seguiram ao golpe de Estado que deu início à ditadura de Pinochet.
Público

OS MENINOS GUERREIROS


BOA NOTÍCIA

"Uma surpresa." Diário inédito de Saramago encontrado por Pilar vai ser editado


Um livro inédito de José Saramago, o "Último caderno de Lanzarote", correspondente ao diário de 1998, ano em que ganhou o Prémio Nobel da Literatura, vai ser editado pela Porto Editora, e chega às livrarias a 8 de outubro.
O anúncio da publicação do último volume dos diários do escritor, no ano em que se comemoram os 20 anos da atribuição do Nobel, foi feito hoje pelo editor Manuel Alberto Valente, editor das obras de Saramago desde 2014, e por Pilar del Rio, na Fundação José Saramago, em Lisboa.
TSF

quinta-feira, 5 de julho de 2018

UM IMENSO ADEUS


Morreu o realizador Claude Lanzmann

SUGESTÃO


AMNISTIALEAKS

Dez anos depois de ter rebentado uma das maiores fugas de informação fiscais da história, o Fisco português vem fazer o balanço dos portugueses que tinham dinheiro escondido através do HSBC na Suíça: até agora, foram recuperados apenas 272 mil euros porque a maioria aderiu às sucessivas amnistias fiscais


Expresso

RTP - RÁDIO E TELEVISÃO DOS PATROCINADORES

 Há uns meses, o anterior conselho de redacção [da RTP] recebeu uma lista dos convidados do Jornal 2, conduzido por João Fernando Ramos, em que se dizia que havia uma presença excessiva de convidados do PS e do Governo e também de entidades que patrocinavam o carro com que o jornalista participa no Rali de Portugal. O assunto foi debatido no conselho de redacção, mas o director Paulo Dentinho não quis que ficasse registado em acta, porque se tratou de uma informação anónima.

Essa lista voltou agora a circular com mais detalhes, afirmando-se um “estudo académico” que será apresentado no final deste ano sobre o Jornal 2 entre Janeiro de 2017 e Abril de 2018. Não tem autoria nem a indicação da instituição de ensino superior onde terá sido feito e também não explica que critério que seguiu para escolher as edições do Jornal 2 que analisa – nuns meses são oito, noutros sete, dois, ou quatro. As conclusões alegam que mais de 52% dos convidados eram da área do PS e que os patrocinadores do carro de João Fernando Ramos somavam mais presenças que o CDS, PCP e PEV juntos. João Fernando Ramos disse ao PÚBLICO estar a ser “alvo de bullying profissional”. 
Público

ÉTICA? ONDE É QUE ISSO SE VENDE?

 "Ética? Para algumas elites que cirandam pelo poder, esse é um princípio tão valioso como um gelado Perna de Pau. Para alguns a corrupção é tão saborosa como caviar. Não resistem a isso. Mas é isso que mina a democracia e também promove o populismo. De desconfiança em desconfiança caminhamos, seguros, para o fosso do fim da democracia."

Fernando Sobral
Jornal de Negócios

quarta-feira, 4 de julho de 2018

OH PATEGO, OLHA A MADONNA



A Madonna gosta de Lisboa. Ainda bem. Tem um filho a jogar nas camadas jovens do Benfica. Ainda melhor. A Madonna tem caprichos. A oeste nada de novo porque todas as pop-stars têm caprichos.
O Medina, que foi eleito para defender os interesses de todos os munícipes de Lisboa, satisfaz os caprichos da Madonna com decisões feitas à medida da madame. O Medina que assim actua não perece um presidente de Câmara, antes se assemelha a um patego que, depois do balão dos santos populares, ficou deslumbrado com as coreografias insinuantes da artista de variedades. É pena.

VIVA A CORRUPÇÃO E HAJA SAÚDE!

Inspectores da Unidade Nacional contra a Corrupção (UNCC) da Polícia Judiciária realizaram, esta segunda-feira, dia 2, buscas no gabinete do presidente demissionário da ADSE, Carlos Liberato Batista. O responsável pelo sistema de saúde dos funcionários público está a ser investigado por suspeitas de corrupção, que resultam de uma denúncia que chegou ao Ministério Público. Segundo informações recolhidas pela SÁBADO, há suspeitas de pagamentos encobertos como contrapartida para a assinatura de convenções entre a ADSE e clínicas privadas.

terça-feira, 3 de julho de 2018

NEYRIRICA



Olha, rapaz, como és novo e, provavelmente, não pensas, deixo-te aqui mais um conselho: quando entrares em campo, tenta imitar o Pelé, mas deixa de imitar o Tiririca, ok?