terça-feira, 12 de junho de 2018
segunda-feira, 11 de junho de 2018
GRANDE NOVIDADE...
Miguel Beleza dizia com frequência que os futebolistas conseguiam acertar nos prognósticos depois dos jogos, mas os economistas nem isso conseguiam. Ocorreu-me ao ler esta notícia:
FRANÇA
Economistas da campanha de Macron acusam-no de favorecer os mais ricos (Público)
domingo, 10 de junho de 2018
RECEITAS EXTRAORDINÁRIAS
Benfica: quatro buscas em cinco meses
EXPRESSO
Oh sô Vieira,
Vou dar-lhe uma ideia: comece a cobrar bilhetes aos polícias, procuradores e juízes que participam nas buscas. Vai ver que conseguirá receitas extraordinárias importantes para amortizar o célebre passivo.
JORNALISMO DE ESTREBARIA
Prender o vivo e expulsá-lo depois de morto, é isso? Não. A notícia precisava que a expulsão se aplicaria "no caso de uma eventual saída antecipada da prisão", mas o "jornas" de serviço achou isso um pormenor despiciendo.
sábado, 9 de junho de 2018
DA DESORDEM DE ALCOCHETE À ORDEM DOS ADVOGADOS
Ao contrário de muita gente, sou dos que acreditam que o "futebol é qu'induca, o futebol é qu'instrói". E a favor desta tese, dou um exemplo: na sequência do ataque de um grupo de SSportinguistas aos futebolistas do clube, tenho assistido ao desfile de uma série de advogados que defendem os nazizotes de pacotilha e ouvido com atenção as suas declarações. Fiquei muito mais "instroído" e, finalmente, percebi por que razão o Marinho Pinto e a Elina Marlene foram bastonários da Ordem dos Advogados.
O SSporting
Um dos criminosos que o matou [Alcindo Monteiro] está em todo o lado na TV, nos jornais e nas redes sociais. Chama-se Mário Machado e está nas notícias por causa do futebol, mas poderia ser outra coisa qualquer. Durante todos estes anos, sempre que não esteve preso por um dos seus vários crimes — não só as agressões que levaram à morte de Alcindo Monteiro, mas diversas outras condenações por extorsão, posse de arma ilegal, ofensas à integridade física, coação agravada e discriminação racial — Mário Machado conseguiu sempre um acesso fácil ao tempo de antena por que tanto anseia. Seja para mostrar as armas ilegais que tem em casa, como há uns anos. Seja porque a televisão pública o decide entrevistar, como há poucos dias, para lhe dar oportunidade de dizer que quer estar mais ativo na vida do seu clube de futebol. Seja porque se decide candidatar à chefia de uma claque de adeptos — cujos anteriores líderes estão a ser investigados por sequestro e terrorismo, nada menos do que isso — e então aí está em todo o lado.
No café onde entrei há pouco a televisão mostrava em letras garrafais o título: “Extrema-direita chega às claques de futebol”. Chega?! Agora é que deram por isso? Já se esqueceram que Alcindo Monteiro foi assassinado precisamente num dia de final de Taça de Portugal, por um grupo de skinheads que tinha assistido ao jogo umas horas antes integrados numa claque de futebol, Mário Machado incluído?
Para cúmulo, as televisões e os sites que mostram um “comunicado” de Mário Machado noticiam também que no mesmo dia e local do lançamento da candidatura à claque de futebol o criminoso racista que ajudou a matar Alcindo Monteiro vai também lançar um novo partido nacionalista. Se isto se passasse em qualquer outra área que não o jornalismo, que tem por obrigação informar-se para poder informar, esta dificuldade em juntar 2+2 seria ingenuidade. Aqui nem irresponsabilidade se poderia chamar: é cumplicidade. Cumplicidade com uma estratégia escancarada para usar as audiências em torno das notícias do futebol como forma de aproveitamento político em favor de um assassino. Mas ninguém se dá conta de que estão a promover um sujeito que é apenas e unicamente conhecido, não pelas suas ideias, não pelas suas realizações, não por nada que alguma vez tenha pensado ou dito, mas exclusivamente por ser um criminoso que ajudou a matar um concidadão inocente que tinha a pele de outra cor?
Rui Tavares
Público
No café onde entrei há pouco a televisão mostrava em letras garrafais o título: “Extrema-direita chega às claques de futebol”. Chega?! Agora é que deram por isso? Já se esqueceram que Alcindo Monteiro foi assassinado precisamente num dia de final de Taça de Portugal, por um grupo de skinheads que tinha assistido ao jogo umas horas antes integrados numa claque de futebol, Mário Machado incluído?
Para cúmulo, as televisões e os sites que mostram um “comunicado” de Mário Machado noticiam também que no mesmo dia e local do lançamento da candidatura à claque de futebol o criminoso racista que ajudou a matar Alcindo Monteiro vai também lançar um novo partido nacionalista. Se isto se passasse em qualquer outra área que não o jornalismo, que tem por obrigação informar-se para poder informar, esta dificuldade em juntar 2+2 seria ingenuidade. Aqui nem irresponsabilidade se poderia chamar: é cumplicidade. Cumplicidade com uma estratégia escancarada para usar as audiências em torno das notícias do futebol como forma de aproveitamento político em favor de um assassino. Mas ninguém se dá conta de que estão a promover um sujeito que é apenas e unicamente conhecido, não pelas suas ideias, não pelas suas realizações, não por nada que alguma vez tenha pensado ou dito, mas exclusivamente por ser um criminoso que ajudou a matar um concidadão inocente que tinha a pele de outra cor?
Rui Tavares
Público
sexta-feira, 8 de junho de 2018
E VIVA A JUVE LEO!
Mário Machado junta candidatura à Juve Leo e apresentação de novo partido nacionalista
O antigo líder da Frente Nacional garante que, apesar de serem no mesmo local e no mesmo dia, se tratam de “dois eventos distintos”.
Público
quinta-feira, 7 de junho de 2018
ATENÇÃO!, O ÚLTIMO ARGUIDO QUE APAGUE A LUZ
"No âmbito de um inquérito, em que se investigam os crimes de branqueamento e fraude fiscal, foram emitidos 3 mandados de busca domiciliária e 5 não domiciliárias, de entre estes, dois às sociedades Sport Lisboa e Benfica SAD e Benfica Estádio Construção Gestão Estádios, SA."
"Indicia-se suficientemente nos autos que estas sociedades, a coberto de uma suposta prestação de serviços de consultoria informática, realizaram várias transferências bancárias para uma conta titulada por uma outra sociedade, num valor total de 1.896.660,00€, montantes esses que acabavam depois por ser levantados em numerário. Esta última sociedade terá sido utilizada com o único propósito de retirar dinheiro das contas do Benfica"
Do comunicado da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa
"Indicia-se suficientemente nos autos que estas sociedades, a coberto de uma suposta prestação de serviços de consultoria informática, realizaram várias transferências bancárias para uma conta titulada por uma outra sociedade, num valor total de 1.896.660,00€, montantes esses que acabavam depois por ser levantados em numerário. Esta última sociedade terá sido utilizada com o único propósito de retirar dinheiro das contas do Benfica"
Do comunicado da Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa
quarta-feira, 6 de junho de 2018
RESCISÃO AMIGÁVEL
Cedências mútuas: Jesus sai do Sporting e abdica de um ano de invasões de balneário e sovas contratuais
Mário BotequilhaInimigo Públicoterça-feira, 5 de junho de 2018
CHARLATANISMO
Não temos Trump ou Salvini, no campeonato do populismo mais frenético, mas temos, para já, Bruno de Carvalho. É para ele que correm as televisões.
Passámos das “fake news” às “mad news”? Pelo menos, à falta de um charlatão político recorremos a um charlatão futebolístico como figurante mais apetecível no império de charlatães em que o mundo, pelos vistos, ameaça converter-se.
Vicente Jorge Silva
Público
Passámos das “fake news” às “mad news”? Pelo menos, à falta de um charlatão político recorremos a um charlatão futebolístico como figurante mais apetecível no império de charlatães em que o mundo, pelos vistos, ameaça converter-se.
Vicente Jorge Silva
Público
segunda-feira, 4 de junho de 2018
QUATRO BOAS RAZÕES PARA UM SUICÍDIO
TOP LIVROS
Não Ficção
1 - O Homem que Sou - Tony Carreira
2 - Duas ou Três Coisas Sobre Mim - Judite Sousa
3 - A Arte Subtil de Dizer Que se F*da - Mark Manzon
4 - Uma Certa Forma de Vida - H. Sacadura Cabral
E/Expresso
Não Ficção
1 - O Homem que Sou - Tony Carreira
2 - Duas ou Três Coisas Sobre Mim - Judite Sousa
3 - A Arte Subtil de Dizer Que se F*da - Mark Manzon
4 - Uma Certa Forma de Vida - H. Sacadura Cabral
E/Expresso
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