quinta-feira, 8 de setembro de 2016

PRÉMIO "UM DAS CALDAS PELO CU ACIMA"



Deputado egípcio afirmou que Mutilação Genital Feminina é importante para os casais conseguirem ter um vida tranquila
Um deputado egípcio afirmou que a Mutilação Genital Feminina (MGF) é necessária no país porque as mulheres devem "reduzir o seu apetite sexual" para estarem ao mesmo nível dos homens, que são "sexualmente fracos". Elhamy Agina defendeu que esta prática, que consiste no corte parcial ou total dos órgãos sexuais externos femininos, é importante para a harmonia da vida do casal. (DN)

HAJA HIGIENE!

Foto Expresso
O Diabo os fez, o Diabo os juntou, Sócrates os separou.
Que Deus, sempre misericordioso, volte a juntá-los na mesma central de compostagem.
Mas até lá, por favor, desamparem a loja! Questão de higiene... 

MEMÓRIA

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

terça-feira, 6 de setembro de 2016

ZANGA DE COMADRES


DIVULGAÇÃO



PRESS RELEASE

A INSCRIÇÃO DOS DIAS
CARTAS PARA Q.
de
PEDRO MARTINS


A GUERRA COLONIAL, A CRÍTICA DA SOCIEDADE DO ESTADO NOVO, UM CORAÇÃO QUE SOFRE.
UM LIVRO ARREBATADOR.
PREFÁCIO DE FRANCISCO BELARD

O LIVRO

Em 1971, Portugal continuava a travar uma guerra inútil, que durava havia já uma década. Na Metrópole, a uma economia que acusava o esforço do conflito, juntava-se mais um atentado da Acção Revolucionária Armada, que destruía quase três dezenas de aviões e helicópteros da Força Aérea, em Tancos.
Do porto de Lisboa continuam a sair barcos carregados de militares. Num deles, o Niassa, com destino à Guiné, vai o narrador desta obra. E se o coração vai já apertado de saudades de Q., o seu amor, daquele território não chegavam notícias animadoras – o PAIGC estava já equipado com mísseis, fornecidos pela União Soviética, e a guerra não parecia ter um fim à vista.
Percorrendo os grandes temas de um país perdido na sua história (o salazarismo, a PIDE, o Tarrafal), os sentimentos mais genuínos (o amor, a solidariedade), mas também um quotidiano cruel, os medos e os fantasmas de uma geração, A Inscrição dos Dias – Cartas para Q. é uma obra intensa, uma descida aos infernos e, em simultâneo, um acto de libertação.

PEDRO MARTINS

Irremediável soixante-huitard (low profile), nasceu em Beja, em 1949. 
Estudou no Liceu da cidade natal e frequentou universidades (Bélgica, Portugal). Trabalhou na banca e no mundo dos livros.
Colaborou em inúmeras publicações, de que são exemplo os jornais Diário de LisboaPontoNotícias da AmadoraDiário do AlentejoNotícias do Sul ou Voz do Povo (2ª Série) e na revista Alentejo.
Esteve dois anos (entre 1971 e 1973) na Guerra Colonial, na Guiné, experiência que está na génese deste livro.
Páginas: 96
Preço: 11 Euros
Editor: Edições Parsifal
ISBN: 978-989-8760-28-9



NAS LIVRARIAS A PARTIR DE AMANHÃ!

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

BEST FRIENDS FOREVER

Portas. Portugal não deve “explicar aos angolanos como é que eles devem ser angolanos"

03 set, 2016

Transparência Internacional coloca Angola no grupo dos países mais corruptos do mundo

27.1.2016

domingo, 4 de setembro de 2016

MARIA ISABEL BARRENO





http://ensina.rtp.pt/artigo/maria-isabel-barreno-apresenta-se-com-biografia-breve/


INTERVALO MUSICAL

UM IMENSO ADEUS


Morreu Maria Isabel Barreno, uma das “Três Marias”


Foi uma das autoras de Novas Cartas Portuguesas, uma das obras mais perseguidas pela ditadura e que abriu caminho para o debate sobre a igualdade de género.
A investigadora e escritora Maria Isabel Barreno morreu neste sábado, aos 77 anos, confirmou ao PÚBLICO uma amiga. Barreno foi, com Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, uma das mulheres julgadas no processo que ficou conhecida como as “Três Marias”, em 1972.
As três autoras publicaram Novas Cartas Portuguesas, um livro perseguido pelo regime do Estado Novo e acusado de ter teor pornográfico. O julgamento durou dois anos e foi seguido de perto pela imprensa internacional. A conclusão do caso ocorreu já depois da Revolução de 25 de Abril de 1974 e as três escritoras foram absolvidas.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

DE OUTROS

RICARDO ARAÚJO PEREIRA - VISÃO

OS VERMES 'EMPREENDEDORES'

Ex-espiões vendem serviços a políticos e empresários
Secretas privadas disponibilizam serviços a "políticos ambiciosos". Um dos dirigentes foi quadro superior do SIED
Ex-espiões estão a dar apoio a políticos e empresários no domínio das gestão e recolha de informações. O ex-quadro superior do Serviço de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), Rúben Ribeiro, é um dos dirigentes da Intellcorp uma empresa recém-criada que vende serviços de intelligence - uma espécie de secretas privadas - a "políticos com ambição de ascensão a qualquer tipo de poder e a políticos já estabelecidos", mas também a "empresários que querem estar preparados para os desafios com que se comprometeram". O DN sabe que além do partner Rúben Ribeiro, cuja foto e curriculum está bem à vista no site oficial, há pelo menos outros dois ex-espiões entre os colaboradores que foram do SIED e outro do SIS.
A divulgação da empresa, a primeira em Portugal com estas características e que assume a participação de ex-espiões ainda não foi feita oficialmente, mas segundo David Santos, cofundador, "vai naturalmente chegar a políticos no ativo e a partidos". Por enquanto, assinala "estamos ainda numa fase low profile , apenas divulgando aos nossos contactos privilegiados". Apesar disso já começou a atingir os seus potenciais clientes, como políticos no ativo. "Posso confirmar que já temos alguns políticos e empresários clientes, em Portugal e no estrangeiro", admite David Santos, cujos nomes não revela "por uma questão de confidencialidade".
Este dirigente não esconde, até exibe, as vantagens de ter como colaboradores ex-espiões. "O que eles fazem é a recolha de informações, não só através de fontes abertas, mas também através dos canais próprios e contactos que têm. Conseguimos em poucas horas saber tudo ou quase tudo sobre alguém", garante.

Exemplo? "Imagine-se uma pessoa com ambições políticas, filiado em determinado partido. Neste caso ter à sua disposição um serviço de intelligence significa ter do seu lado uma empresa que é capaz de responder com clareza, por exemplo, quem é quem dentro dos ambientes com quem este indivíduo se cruza no seu dia a dia. É a possibilidade também de abrir canais, com contactos estratégicos na política ou até na cúpula da empresa para que trabalha para que o seu caminho seja mais fácil". Ou ainda: "um empresário que tem vindo a sofrer bastante com a concorrência pessoal ou empresarial de outro indivíduo, ou de um determinado grupo de interesses. Um bom serviço de intelligence aplicado a este contexto permitirá ao nosso cliente tomar consciência das fragilidades da empresa ou do indivíduo alvo, de modo a que este possa ser ultrapassado sem mais problemas", é explicado no site.
DN

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

O TOQUE DE MIRDAS

Há dois toques famosos: o de Midas, lendário e que transformava tudo em ouro e o de Mirdas, real e que transforma tudo em merda.
Julgo que Dilma foi destituída por ter sido vítima de um toque de Mirdas, que o mesmo é dizer de um toque de Lula.
Em todo o caso, convém realçar que a Dilma que foi destituída não tem nada a ver com a Dilma que lutou bravamente contra a ditadura militar. A Dilma que foi destituída foi a Dilma que ordenou a alteração de rota de um avião para poder jantar no restaurante mais caro de Portugal. Há as suas diferenças. Paz à sua alma.

FALA O 'INTELECTUAL' DA EXTREMA-DIREITA paSSista

“Hoje temos partidos populistas que estão no poder já, de direita, como na Polónia e na Hungria, mas partidos populistas de esquerda também no poder, na Grécia e, em Portugal, se quiserem chamemos-lhe um caso híbrido de populismo. Eu não gosto de ver Portugal incluído nestes quatro exemplos de discurso e prática populista dominante na Europa”

O MUNDO ESTÁ PERIGOSO


O MUNDO ESTÁ PERIGOSO


Kim Jong-un executa vice-primeiro-ministro que adormeceu numa reunião
DN

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

QUANDO O PITROL AFECTA A MEMÓRIA


"Vamos ser claros. Eu tenho um respeito histórico por Jonas Savimbi que nunca tive nem terei por José Eduardo dos Santos. Bem sei que está na moda preferir o MPLA em nome de uma suposta civilidade, ora assente na crença de que se trata de gente mais urbana, ora assente no mero interesse em lidar com gente que corrompe e deixa corromper, fazendo-se assim alguns negócios e muitas negociatas."

Paulo Portas
(1992)