terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

FESTA



Um dos clubes de jazz mais antigos da Europa, o Hot Clube foi agora eleito pelo The Guardian um dos dez melhores do Velho Continente.
DN

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

LUTO

Encerrou a Bulhosa no Oeiras Parque

A GERONTO-LEO

O sócio nº 487 do Sportem anda a esquecer-se de tomar os comprimidos. E os contribuintes não teriam nada com isso se não pagassem o ordenado do presidente da Assembleia da República, do seu assessor de imprensa e da sua secretária.
O ridículo não mata, mas sai muito caro...

Ler aqui: 

Ferro Rodrigues e Slimani: a mesma luta!

domingo, 7 de fevereiro de 2016

CARNAVAL



Imaginem que só me apercebi que estávamos no Carnaval quando ouvi o PaSSos Coelho proclamar "SSocial-democracia, SSempre".

DE OUTROS


Sente-se o clima de pré-colapso. A Dinamarca acabou de aprovar uma lei que determina o confisco de bens a refugiados para pagamento das suas despesas. A Finlândia vai expulsar dois terços dos seus refugiados. A Suécia, onde grupos de 'patriotas' encapuzados espancam estrangeiros na estação central de Estocolmo, vai expulsar metade. A França, que se prepara para aprovar uma lei de nacionalidade aberrante, vai chegar a meio do ano em estado de emergência. Na Hungria, o fascismo parece ter-se instalado para ficar. Por essa Europa fora adensam-se as nuvens negras do passado.

Daniel Oliveira
Expresso

sábado, 6 de fevereiro de 2016

VIVER COM DIGNIDADE, MORRER COM DIGNIDADE


MANIFESTO
Somos cidadãs e cidadãos de Portugal, unidos na valorização privilegiada do direito à Liberdade. Defendemos, por isso, a despenalização e regulamentação da Morte Assistida como uma expressão concreta dos direitos individuais à autonomia, à liberdade religiosa e à liberdade de convicção e consciência, direitos inscritos na Constituição.
A Morte Assistida consiste no acto de, em resposta a um pedido do próprio - informado, consciente e reiterado — antecipar ou abreviar a morte de doentes em grande sofrimento e sem esperança de cura.
A Morte Assistida é um direito do doente que sofre e a quem não resta outra alternativa, por ele tida como aceitável ou digna, para pôr termo ao seu sofrimento. É um último recurso, uma última liberdade, um último pedido que não se pode recusar a quem se sabe estar condenado. Nestas circunstâncias, a Morte Assistida é um acto compassivo e de beneficência.
A Morte Assistida, nas suas duas modalidades — ser o próprio doente a auto-administrar o fármaco letal ou ser este administrado por outrem — é sempre efectuada por médico ou sob a sua orientação e supervisão.
A Morte Assistida não entra em conflito nem exclui o acesso aos cuidados paliativos e a sua despenalização não significa menor investimento nesse tipo de cuidados. Porém, é uma evidência indesmentível que os cuidados paliativos não eliminam por completo o sofrimento em todos os doentes nem impedem por inteiro a degradação física e psicológica.
Em Portugal, os direitos individuais no domínio da autodeterminação da pessoa doente têm vindo a ser progressivamente reconhecidos e salvaguardados: o consentimento informado, o direito de aceitação ou recusa de tratamento, a condenação da obstinação terapêutica e as Directivas Antecipadas de Vontade (Testamento Vital). É, no entanto, necessário, à semelhança de vários países, avançar mais um passo, desta vez em direcção à despenalização e regulamentação da Morte Assistida.
Um Estado laico deve libertar a lei de normas alicerçadas em fundamentos confessionais. Em contrapartida, deve promover direitos que não obrigam ninguém, mas permitem escolhas pessoais razoáveis. A despenalização da Morte Assistida não a torna obrigatória para ninguém, apenas a disponibiliza como uma escolha legítima.
A Constituição da República Portuguesa define a vida como direito inviolável, mas não como dever irrenunciável. A criminalização da morte assistida no Código Penal fere os direitos fundamentais relativos às liberdades.
O direito à vida faz parte do património ético da Humanidade e, como tal, está consagrado nas leis da República Portuguesa. O direito a morrer em paz e de acordo com os critérios de dignidade que cada um construiu ao longo da sua vida, também tem de o ser.
É imperioso acabar com o sofrimento inútil e sem sentido, imposto em nome de convicções alheias. É urgente despenalizar e regulamentar a Morte Assistida.

Adelino Gomes, Aldina Duarte, Alexandre Quintanilha, Álvaro Beleza, Ana Drago, Ana Gomes, Ana Luísa Amaral, Ana Matos Pires, Ana Zanatti, Anabela Mota Ribeiro, André Freire, António Canastreiro Franco, António-Pedro Vasconcelos, António Pinho Vargas, António Sampaio da Nóvoa, Boaventura Sousa Santos, Capicua, Carlos Alberto Moniz, Catarina Portas, Clara Ferreira Alves, Cláudio Torres, Constantino Sakellarides, Cristina Sampaio, Daniel Oliveira, Diana Andringa, Dulce Salzedas, Elisa Ferreira, Fausto, Fernanda Lapa, Fernando Alves, Fernando Rosas, Fernando Tordo, Francisco Crespo, Francisco George, Francisco Louçã, Francisco Mangas, Francisco Teixeira da Mota, Helder Costa, Helena Roseta, Heloísa Apolónia, Henrique Sousa, Isabel Medina, Isabel Moreira, Isabel Ruivo, Jaime Teixeira Mendes, Joana Lopes, João Goulão, João Lourenço, João Ribeiro Santos, João Semedo, Jorge Espírito Santo, Jorge Leite, Jorge Palma, Jorge Sequeiros, Jorge Torgal, Jose A. Carvalho Teixeira, José Gameiro, José Jorge Letria, José Júdice, José Manuel Boavida, José Manuel Mendes, José Manuel Pureza, José Pacheco Pereira, José Vítor Malheiros, Júlio Machado Vaz, Laura Ferreira dos Santos, Lucília Galha, Luís Cília, Luís Filipe Costa, Luís Moita, Machado Caetano, Mamede Carvalho, Manuel Loff, Manuel Luís Goucha, Manuel Pizarro, Maria Antónia Almeida Santos, Maria Filomena Mónica, Maria Irene Ramalho, Maria Teresa Horta, Mariana Mortágua, Mário Crespo, Mário Nogueira, Marisa Matias, Miguel Esteves Cardoso, Miguel Guedes, Nuno Artur Silva, Nuno Saraiva, Octávio Cunha, Olga Roriz, Paula Teixeira da Cruz, Paulo Magalhães, Pedro Abrunhosa, Pedro Campos, Pedro Ponce, Pilar del Rio Saramago, Raquel Freire, Raquel Varela, Ricardo Sá Fernandes, Richard Zimler, Rogério Alves, Rosalvo de Almeida, Rosário Gama, Rui Rio, Rui Tavares, Rui Zink, Sérgio Godinho, Sobrinho Simões, Tatiana Marques, Teresa Pizarro Beleza, Tó Zé Brito, Vasco Lourenço, Viriato Soromenho Marques

Movimento Cívico para a Despenalização da Morte Assistida

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

DE OUTROS

Abateu-se sobre o governo do PS e o seu esboço de Orçamento uma pressão internacional gigantesca que compreende fugas e intrigas vindas de Bruxelas, chantagem das agências de rating e artigos alarmistas de órgãos de imprensa dos países mais ricos. No plano nacional, o PSD e o CDS, com os setores mais reacionários do grande capital, jogam como é seu hábito com esta pressão internacional para obterem os seus mesquinhamente ganhos partidários.
(...)
Os muitos candidatos que se apresentaram à esquerda só serviram para confundir o eleitorado de esquerda e desmotivar a necessidade de mobilização, que era o único caminho para bater Marcelo Rebelo de Sousa. Na minha opinião, toda a esquerda, sem exceção, é responsável pela derrota geral da esquerda.

Carlos Brito
DN

SUGESTÃO


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A COMISSÃO E OUTRA GENTE DE MAU PORTE

A Comissão Europeia liderada pelo senhor Jean Claude Juncker (como, aliás, a anterior liderada pelo mordomo das Lajes) é um grupo de executivos mandatados pelo Partido Popular Europeu para aplicar, na Europa, as políticas desastrosas que levarão ao fim da União.
E o Partido Popular Europeu é, como sabemos, um agrupamento que congrega conservadores, patifes-à-frente, neo-fascistas, jihadistas chicagoanos e outra gente de mau porte.
Quem tiver a ousadia de contrariar esta gentalha, sejam gregos radicais ou portugueses moderados, leva. E leva pela medida grossa, para servir de exemplo.
Preparemo-nos, pois, para a guerra prolongada. A seguir à batalha do Orçamento, outras batalhas virão. O aliado BCE, essa Goldman Sachs disfarçada, só aguarda a notação da agência de rating canadiana para entrar na contenda e disparar a artilharia pesada.

DE OUTROS

A quinta coluna alemã existe em Portugal

Sem entrar na comparação alemães nazis-alemães dominadores na União Europeia, é verdade que Portugal dispõe hoje de uma quinta coluna bastante disponível para prejudicar os interesses nacionais em favor dos interesses dos países mais fortes da UE. São muitos, vivem de cara destapada, multiplicam-se pelas televisões (às vezes parecem omnipresentes) e desejam que Portugal seja derrotado, os portugueses sejam levados para mais cortes, as agências de rating rebentem com o país e os juros da dívida subam à velocidade dos balões.
Ana Sá Lopes
«I»

BARRIGADA DE RIR

José Rodrigues dos Santos eleito o melhor escritor de Portugal


O inquérito foi realizado a 28 mil pessoas pela organização Prémio Cinco Estrelas. Os portugueses foram questionados através de cinco variáveis, incluindo a qualidade da escrita. (Notícias ao Minuto)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

DE OUTROS

"Creio que este governador demonstrou uma impreparação técnica, uma vulnerabilidade a pressões externas e uma incapacidade de consolidar o sistema bancário com o sistema de confiança para os depositantes que o torna um perigo para Portugal"
Francisco Louçã.

TECNOBANCO

CM

DE OUTROS

 Relvas, diz-lhe alguma coisa?
02.02.2016
MARIANA MORTÁGUA
Banco Efisa, diz-lhe alguma coisa? Era o antigo banco de investimentos do BPN e que está parado desde 2009. Está longe de ser um banco relevante no sistema, mas tem uma mais-valia: uma licença bancária para operar em Portugal, Moçambique, Angola e na América Latina, que foi mantida à custa da injeção de dinheiros públicos, cerca de 52 milhões desde 2014.
Em julho de 2015, já depois de ter vendido o BPN, o Estado decide vender também o Banco Efisa, que até aí se encontrava dentro da Parvalorem, o veículo criado para gerir os restos do BPN. O Efisa é assim entregue à Pivot por 38 milhões de euros.
Na altura pouco se sabia da Pivot, a não ser que congregava investidores angolanos, norte-americanos e portugueses. Ficámos, no entanto, na semana passada, a conhecer um pouco mais desta história.
Miguel Relvas, diz-lhe alguma coisa? Foi secretário de Estado da Administração Local em 2004, altura em que ajudou a Tecnoforma - em que esteve Passos Coelho como administrador - a montar a fraude dos aeródromos. Mais tarde tornou-se número dois do primeiro-ministro Passos, e ministro dos Assuntos Parlamentares até abril de 2013.
Miguel Relvas já tinha sido consultor do banco de investimento do BPN antes da nacionalização. Na altura, o deputado e administrador da Kapaconsult (que tinha como único cliente o Efisa) era crucial para abrir as portas da política e dos negócios no Brasil .
Em 2012, foi o seu Governo a nomear Francisco Nogueira Leite, ex-administrador da Tecnoforma com Passos Coelho, para presidente da Parvalorem. Para além de chamar outros quadros próximos da Tecnoforma, Nogueira Leite manteve homens da confiança de Oliveira e Costa em lugares críticos da empresa. E foi ele, enquanto responsável máximo da Parvalorem, a conduzir a venda do Efisa à Pivot em 2015.
Já fora do Governo, é Miguel Relvas quem aparece, mais uma vez, a prestar serviços de consultoria à Pivot. Mas na semana passada o consultor Relvas foi promovido a acionista, e pede agora ao Banco de Portugal que ateste a sua idoneidade para ser dono de um banco, o Efisa.
Miguel Relvas e idoneidade, uma contradição nos termos capaz de arrancar uma boa gargalhada a qualquer um se não corresse o risco de vir mesmo a ser declarada.
JN

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

UM DIA SERÃO HOMENS. E TERÃO SIDO MENINOS?

FOTO ANA RITA MARTINS

A TRISTE E BARRETAL FIGURA


"Mau, diz o Bloco. Péssimo, grunhe o PCP. Não chega, rosna a UE". É assim, assim mesmo, sem chá nem verniz, que fala Barreto, o António, finíssimo intelectual da nossa praça,  residente distinto do sofisticado bairro da Lapa, sobre a feitura do Orçamento do Estado, na sua artigalhada semanal, no jornal de 'referência' do conceituado empresário angolano, senhor Mosquito. 
Será só mais uma cena de ódio de quem se esqueceu da esmerada educação recebida na Suiça? Será que adoptou a linguagem foleira do 'Jornal de Angola' para agradar ao patrão? Ou será só azia provocada pelas borras do tinto?

A MÃO NO POTE ATÉ AO FIM

JN

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

A GARGALHADA DO SÉCULO


“Social-democracia, sempre!”

PaSSos Coelho

A PAPOILA NEGRA, O COLUNA DO SÉCULO XXI


OUTROS FUTEBÓIS

Jogadores sentam-se no relvado em homenagem a refugiados

O início do jogo da segunda divisão grega de futebol entre o AEL Larissa e o Acharnaikos só começou dois minutos após o apito inicial. 

Os jogadores de ambas as equipas, incluindo os suplentes e equipas técnicas, ficaram sentados no relvado num protesto em homenagem aos refugiados que continuam a perder a vida na travessia do Mar Egeu para fugir à guerra e ao terror nos seus países de origem.