terça-feira, 10 de novembro de 2015
OBITUÁRIO
O 'novo filósofo' francês André Glucksmann morreu na noite de segunda-feira, aos 78 anos, em Paris.
Apresento as minhas condolências à família, ao Francisco Assis e aos rapazes do 'Observador'.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
NA ESTRADA DE DAMASCO (COM PASSAGEM POR BRUXELAS E ESTRASBURGO)
Produto de fusão de Bernard-Henry Lévy com o beato Francisco Marto, qual frade de Ordem Menor, Assis, o Francisco, anuncia em tem lamentoso "Este caminho do PS não é o meu" e retira-se para o mosteiro de Bruxelas/Estrasburgo.
Que Deus seja louvado!
OS MERCADOS
Ontem, foi anunciado o acordo dos três partidos de esquerda que garante o apoio a um governo do PS, por quatro anos.
Hoje, fui ver como reagiram os mercados. O da Praia das Maçãs está fechado.
O da Malveira 'deslocalizou-se' para Washington
O das Caldas abriu em alta.
O EIXO DO BEM
É bom ser-se de 'esquerda' à mesa do Pabe, nos salões de Seteais, em casa dos amigos da Quinta da Marinha. É bom, é original e até dá um certo chic.
Mas quando aparece a possibilidade, remota que seja, de um governo, moderado que seja, apoiado pela esquerda, aqui d'el rei, vade retro, Satanás, morte aos infiéis que estão às portas da cidade.
E, então, tudo fica às claras. Às claras, às ferreiras e às alves.
domingo, 8 de novembro de 2015
DE OUTROS
Cavaco Silva atribuía a Nossa Senhora os sucessos nas avaliações da troika, Cristas pedia aos agricultores para rezarem por chuva, Passos andava de crucifixo em campanha e, agora, o novo ministro da Administração Interna culpa o diabo pelas cheias em Albufeira. Portugal é uma reunião da IURD com um dízimo ao cubo. Não é por acaso que o principal candidato a Presidente da República fazia homilias ao domingo e que até os comunistas apostam no padre para PR.
João Quadros
Jornal de Negócios
João Quadros
Jornal de Negócios
sábado, 7 de novembro de 2015
LEITÕES E OUTROS BICHOS A JUSANTE
Francisco Assis, João Proença, José Junqueiro, Eurico Brilhante Dias, José Lamego, António Rebelo de Sousa, António Galamba, Agostinho Gonçalves, Manuel dos Santos, Luís Catarino, Fortunato do Couto e Narciso Miranda. São as cabeças de cartaz de uma 'esquerda' que se bate heroicamente por um governo de direita.
Para a primeira grande reunião da 'tendência', escolheram a terra dos leitões. Pelo menos nesta matéria, ninguém poderá acusá-los de incoerência...
Para a primeira grande reunião da 'tendência', escolheram a terra dos leitões. Pelo menos nesta matéria, ninguém poderá acusá-los de incoerência...
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
HISTERISMO
Calma, moços. Continuem lá a ler os 'Novos Filósofos' franceses, mas não esqueçam a mensagem de Fátima sobre a conversão da Rússia. E tenham sempre presente que outubro de 2015 não é outubro de 1917. A Catarina não é um Trotsky de saias, o Jerónimo não é um Estaline sem bigode e o Costa não é um bolchevique nem se chama Vladimiro.
E, já agora, Albufeira não é o Gulag.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
O PRAZER DA PALAVRA (ESCRITA E DITA)
Se o prédio tivesse 30 andares é uma das crónicas de Caviar é uma Ova, do brasileiro Gregorio Duvivier. Foi o texto que a poeta Matilde Campilho escolheu para ler do primeiro livro do humorista, cronista e poeta, que acaba de ser publicado em Portugal pela editora Tinta da China
Aqui: http://www.publico.pt/multimedia/se-o-predio-tivesse-30-andares
Aqui: http://www.publico.pt/multimedia/se-o-predio-tivesse-30-andares
DE OUTROS
A candidatura de Maria de Belém é uma candidatura que foi patrocinada pelo PAF e pelas facções internas do PS para criar dificuldades à direcção de António Costa. É uma candidatura que vem manchada eticamente, por ter sido tratada de forma entusiástica por tudo que é comentador e think tank de direita que vai à televisão elogiar a “coragem” da Maria de Belém, para assim atacar Sampaio da Nóvoa e António Costa. É uma candidatura de fracção no interior do PS e o grupo que a apoia, tirando pessoas como Manuel Alegre, é a ala mais à direita do PS, que é uma das eventuais grandes perdedoras neste processo de formação de um pólo governativo à esquerda.
J. Pacheco Pereira
"I"
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
AZAR
Os franceses têm o Lacan, nós temos o Lacão.
Os italianos têm o Calvino, nós temos o Calvão.
Eh, pá, é azar.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
DEUS, O AMIGO INTERMITENTE
Silva, o Calvão da, em questões de amizade é um perito - já tinha abonado a grande amizade de José Guilherme por Ricardo Salgado e vem agora assinalar a falta da divina amizade para com as gentes de Albufeira e Boliqueime.
"Deus nem sempre é amigo", disse ele, e assim ficaram explicados o dilúvio e o caos.
E há que reconhecer-lhe razão. Deus nem sempre é amigo: de vez em quando manda-nos um cromo da Universidade de Coimbra para o governo. Em tempos, contemplou-nos com um beato de Santa Comba que agradecia à Providência a graça de ser pobre. Agora, pôs um Calvão no Terreiro do Paço a fazer de ministro e de meteorologista.
Há, contudo, uma diferença: o primeiro veio por quarenta e oito anos e este veio por quinze dias. Haja Deus!
"Deus nem sempre é amigo", disse ele, e assim ficaram explicados o dilúvio e o caos.
E há que reconhecer-lhe razão. Deus nem sempre é amigo: de vez em quando manda-nos um cromo da Universidade de Coimbra para o governo. Em tempos, contemplou-nos com um beato de Santa Comba que agradecia à Providência a graça de ser pobre. Agora, pôs um Calvão no Terreiro do Paço a fazer de ministro e de meteorologista.
Há, contudo, uma diferença: o primeiro veio por quarenta e oito anos e este veio por quinze dias. Haja Deus!
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
domingo, 1 de novembro de 2015
DE OUTROS
A salvação que dantes se obtinha pela retirada obtém-se agora pela exposição mediática. A mediocracia e o clero que a governa têm um poder amnésico e de branqueamento. Miguel Relvas pode ter passado de fugida pela universidade, mas, como muitos dos seus pares, aprendeu por observação directa que o mundo separado e organizado através dos media, a que Guy Debord chamou “espectáculo”, funciona de acordo com esta regra: “O que aparece é bom, o que é bom aparece”. Ele sabe que para reconquistar a bondade, para obter a reparação com toda a leveza, só precisa de aparecer ostensivamente.
António Guerreiro
Ípsilon/ Público
António Guerreiro
Ípsilon/ Público
TVI à FRENTE
Ultimamente, quando sintonizo a TVI, uns minutos antes do telejornal das 8, aparece-me na pantalha uma imundície apresentada por um burro e uma flausina.
Acontece que ao burro e à flausina são atribuídas 'falas' indigentes que envergonham qualquer burro que se preze, o que, bem vistas as coisas, atenta gravemente contra o equilíbrio psicológico e o bem-estar do animal.
Urge, pois, que o Partido dos Animais proponha legislação para pôr fim a este atentado à inteligência asinina.
PALAVRAS DO SENHOR
"Devemos manter-nos fiéis aos compromissos que contribuem de forma decisiva para o prestígio de Portugal no mundo, com destaque para a nossa presença no espaço da lusofonia."
Silva, o Cavaco
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