sexta-feira, 14 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
LISTA VIP

JUSTIÇA
INTERPOL procura 24 portugueses
23:19 - 11-08-2015
São 24 os portugueses procurados pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), a maioria dos quais por tráfico de droga.
Entre os países que mais reclamam os criminosos portugueses está o Brasil, onde, para além do tráfico de droga há vários suspeitos de exploração sexual, a Venezuela, onde consta uma acusação por branqueamento de capitais e a Suíça, que procura uma médica portuguesa acusada pelo assassinato do marido.
Distingue-se ainda o antigo deputado do PSD, Duarte Lima, acusado pelo homicídio, em 2009, de Rosalina Ribeiro.
Entre os países que mais reclamam os criminosos portugueses está o Brasil, onde, para além do tráfico de droga há vários suspeitos de exploração sexual, a Venezuela, onde consta uma acusação por branqueamento de capitais e a Suíça, que procura uma médica portuguesa acusada pelo assassinato do marido.
Distingue-se ainda o antigo deputado do PSD, Duarte Lima, acusado pelo homicídio, em 2009, de Rosalina Ribeiro.
A Bola
CARTAZ ELEITORAL
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Três mil médicos abandonaram o serviço público desde 2011
Números são da Federação Nacional dos Médicos, que acusa o ministério de “meter litro e meio de água onde só cabe um litro”.
Números são da Federação Nacional dos Médicos, que acusa o ministério de “meter litro e meio de água onde só cabe um litro”.
Maternidade de Faro suspende assistência a grávidas durante o Verão
IDÁLIO REVEZ
Por falta de pessoal, Centro Hospitalar do Algarve não vê outra saída que não seja reduzir a assistência em Agosto e Setembro
Público
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
DE OUTROS

Sala de pânico 2.0
por VIRIATO SOROMENHO MARQUES
No dia 9 de janeiro de 2012, a Alemanha emitiu quatro mil milhões de euros em títulos de dívida pública a seis meses, com um juro negativo. O leitor de 2015 já está habituado a esse facto, mas nessa altura era novidade. Comentei o assunto aqui no DN ("Sala de Pânico", 12. 01.2012): à medida que a crise apresenta sinais de agravamento, os aforristas e investidores procuram um porto seguro para salvar o seu dinheiro. Na Europa, é a dívida pública de Berlim que aparece como a aposta segura. Daí o aumento da procura, com a consequente queda dos juros pagos pelo Estado alemão. Nesta segunda-feira, o importante instituto de pesquisa económica Leibniz, sediado em Halle, publicou um relatório de 24 páginas sobre "Lucros da Alemanha com a Crise Grega". Os autores esclarecem que as estimativas poderão pecar por defeito, até por se centrarem apenas nos ganhos do setor público alemão (o setor privado tem tido ganhos significativos com as condições de concorrência particularmente favoráveis), mas os resultados não deixam de surpreender. Entre 2010 e 2015 a Alemanha lucrou cem mil milhões de euros com a baixa de juros ligada diretamente à crise grega. Mesmo que Atenas declarasse agora bancarrota total, as perdas alemãs seriam inferiores em dez mil milhões aos ganhos já obtidos. Os investigadores do Leibniz Institut analisam também, com minúcia, o modo como as más notícias na Grécia têm sido um bom sinal para o custo da dívida alemã. Este é um estudo de grande qualidade. Que honra a ciência alemã, e a honestidade académica dos seus autores. Por quantos mais anos poderá sobreviver uma união monetária em que os mais fortes beneficiam da desgraça dos mais frágeis? Por quanto tempo sobreviverá uma Europa governada pela propaganda, e não pela coragem de estar à altura da realidade?
DN
terça-feira, 11 de agosto de 2015
A GRANDE FESTA
Denúncia leva à descoberta de práticas de cartel entre fornecedores da Parque Escolar
10/08/2015 - 23:03
Investigação foi desenvolvida pela Autoridade da Concorrência e levou à condenação de cinco empresas que forneceram contentores à empresa pública
Público
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
RICA CRISE
Alemanha lucrou mais de 100 mil milhões de euros com a crise grega
por Lusa

Fotografia © EPA/BERND VON JUTRCZENKA
Um estudo do instituto Leibniz, sem fins lucrativos, considerou que aquele valor representa a poupança garantida pela Alemanha através de baixas taxas de juro sobre as suas obrigações.
A Alemanha "beneficiou claramente com a crise grega", em mais de 100 mil milhões de euros, segundo um estudo divulgado hoje pelo Instituto de Investigação Económica Leibniz, da Universidade de Munique, citado pela agência France Presse (AFP).
DN
REPETENTES
Sobre eleições presidenciais, parece não haver dúvidas: o PS prefere, em Belém, um Rio, um Marcelo, um Santana, qualquer um desde que não cheire a "esquerda". Um pouco como se passou com a eleição da tétrica e cavacal figura. Com os resultados que se conhecem...
sábado, 8 de agosto de 2015
DE OUTROS
«O Holocausto continua a ser a grande anomalia na História do século XX. E é algo com que todos nós temos de lidar. W. G. Sebald dizia que "nenhuma pessoa decente consegue alguma vez pensar noutra coisa". Era uma afirmação irónica, mas para algumas pessoas a frase será mais verdadeira do que para outras. É muito verdadeira para mim.»
Martin Amis
"E"/ Expresso
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO MATRAQUILHO DA SIC
"Marques Mendes sabe tudo isto, mas preferiu ser porta-voz da perfídia, colaboracionista e cúmplice da farsa. Sente--se mais no tamanho de Schäuble, é da sua natureza.
Preferiu o princípio, inventado nos anos 30 na Alemanha por um antecessor seu na pasta da Propaganda, de que “uma mentira repetida mil vezes passa a ser verdade”.
Logo o Marques é um intruja, o que nem é de admirar de quem se especializou na fancaria política, a querer controlar alinhamentos dos telejornais da RTP, e a censurar as agendas das redacções.
Claro que tudo isto pode encontrar simples explicação nas indizíveis margens da complexa engenharia da alma humana. Quer dizer, pode ser trauma.
Varoufakis é calvo como um mongol, reconhecidamente inteligente, um sex symbol de mota, que como sabemos tem um simbolismo psicológico poderoso, vive à beira do vulcão e é actor da história colectiva do seu país.
A nós, que somos periféricos, saiu-nos o Marques Mendes às voltas com Freud, sempre a olhar para cima, perseguido pelo maldito adágio popular de que “homem pequenino, velhaco ou dançarino”."
Artur Pereira
"I"
Ler mais: http://ionline.pt/405756?source=social
CRIME DE GUERRA
O homem que pode vir a liderar o Labour acusa Blair de guerra "ilegal" no Iraque
O candidato que as sondagens apontam como favorito para líder dos trabalhistas afirmou que a guerra no Iraque foi "ilegal" e que Tony Blair, então primeiro-ministro, pode ser julgado por "crime de guerra"
Quando perguntaram a Jeremy Corbyn - que as sondagens apontam como favorito na sucessão a Ed Miliband, como líder do Partido Trabalhista (Labour Party) inglês - se Tony Blair, ex-primeiro-ministro trabalhista, deveria ser julgado pelo seu papel na Guerra do Iraque, este respondeu: "Se ele tiver cometido um crime de guerra? Sim."
DN
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
UMAS ORELHAS DE BURRO PARA O MENINO BRUNINHO
"Portugal ainda está num buraco fundo. A economia está ainda 7,5% mais pequena do que no seu pico no início de 2008 - na verdade está mais pequena do que em 2002 - e ao nível atual de crescimento de 1,5% não vai voltar aos níveis de 2008 antes de 2020: mais de uma década perdida. As dívidas globais - das famílias e das empresas - são insuportavelmente grandes. Os bancos ainda estão numa confusão, com o escândalo do BES à cabeça. Os salários caíram. A pobreza aumentou. O desemprego continua altíssimo. Muitos portugueses emigraram. Ajustando para a população ativa que não tem trabalho e o subemprego, o FMI calcula uma redução do mercado de trabalho de 20%. O FMI também diz que as reformas portuguesas foram inadequadas e que ainda têm de produzir benefícios. Portugal é um país europeu relativamente pobre. Devia estar a aproximar-se dos mais ricos através de mais investimento e aumentando a produtividade. Em vez disso, está a posicionar-se para ser ultrapassado pela Polónia e outros. É trágico."
(...)
"O programa falhado foi projetado pela troika dentro das limitações políticas definidas pela Alemanha. E foi entusiasticamente implementado pelo governo português, que tentou ser "mais alemão do que os alemães". Mas as consequências foram desastrosas: uma longa e desnecessária depressão da qual o país ainda não recuperou e que perversamente causou uma dívida pública tão alta que ultrapassa o produto interno bruto."
Phillippe Legrain
DN
(...)
"O programa falhado foi projetado pela troika dentro das limitações políticas definidas pela Alemanha. E foi entusiasticamente implementado pelo governo português, que tentou ser "mais alemão do que os alemães". Mas as consequências foram desastrosas: uma longa e desnecessária depressão da qual o país ainda não recuperou e que perversamente causou uma dívida pública tão alta que ultrapassa o produto interno bruto."
Phillippe Legrain
DN
MODALIDADES ESPORTIVAS
Rio 2016: a maior festa do esporte no coração do Brasil
Dilma Rousseff (Público)
(Depois da festa do esporte do Mensalão e do Petrolão, com um trio de ataque constituído por seu Dirceu, seu Lula e sua Dilma, vem aí a festa das olimpíadas. As contas do 'investimento' e seus efeitos colaterais a seu tempo se saberão.)
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
LINGUAGEM INTERNETEIRA
Primeiro, foi a amputação das palavras: o 'que' passou a k, beijos passaram a bjs.
Agora, consumou-se o assassinato: as palavras foram enterradas e substituídas por símbolos.
Os cérebros começaram a descida vertiginosa para os intestinos.
É tempo de resistir!
terça-feira, 4 de agosto de 2015
DE OUTROS
Achamos que é falta de educação dizer a alguém que mentiu mesmo quando essa pessoa mente descaradamente e há milhões que sofrem por isso. E os jornalistas vivem no pavor de ser considerados "parciais", de "ter uma agenda". Não tem importância mostrar Passos Coelho três vezes num telejornal a debitar propaganda, mais dois ministros e dois secretários de Estado, como numa típica ditadura sul-americana (para usar o cliché). Isso não é parcialidade. Preocupar-se com a veracidade dos factos é "ter uma agenda". "Ter a agenda" do governo não é ter uma agenda, é citar fontes institucionais. Denunciar falsidades no discurso do poder passou a ser considerado militância de esquerda. Pode fazer-se às vezes, uma vez. Mas não se pode fazer de cada vez que uma mentira sai da boca de Passos Coelho. Seria impensável, inaceitável, uma perseguição. Por isso, a propaganda ganha sempre. Por isso a democracia perde sempre.
José Vítor Malheiros
Público
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
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