domingo, 5 de outubro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
SUGESTÃO
Só agora soube da existência de uma edição portuguesa de "A Doutrina do Choque", de Naomi Klein.
Recomendo, vivamente, a sua leitura. Entre outras vantagens, ajuda-nos a perceber melhor o que se passa em Portugal desde que os jihadistas chicagoanos tomaram o poder.
DE OUTROS
Cara deputada
Na sua qualidade de deputada do PSD e relatora da "Comissão dos Submarinos", gostaria de lhe agradecer – como cidadã, eleitora e contribuinte. Estávamos, dez anos depois, perto de saber por que razão o consórcio alemão pagou 30 milhões a uma empresa portuguesa (do Grupo Espírito Santo-ES) e a senhora afirma que "nenhuma pergunta ficou por fazer". Soube-se que, desses 30 milhões, 5 foram distribuídos pela família ES e que uma outra fatia terá ido parar a outro elemento, mas a senhora deputada conclui que "Não se retirou qualquer prova ou sequer indício de cometimento de ilegalidades pelos decisores políticos".
O PSD e o CDS chumbaram a audiência a Paulo Portas, logo a senhora declara que "nenhum decisor político ficou por ouvir". Os trabalhos foram interrompidos a meio, daí a senhora afirmar que foi "o mais exaustivo trabalho de contraditório e recolha documental". A deputada Mónica Ferro é um exemplo vivo de representação do eleitor, do povo, do interesse público, do combate aos poderosos. E da verdade. Parabéns. Durma descansada.
Joana Amaral Dias
CM
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
A COOPERAÇÃO JSD - COSTUREIRAS DA PEDREIRA DOS HÚNGAROS
Dinheiro da ONG de Passos era todo gasto com pessoal
Os números foram apresentados, em 1998, pelo próprio Centro Português para a Cooperação (CPPC): num total de 15 600 contos (75,8 mil euros) de donativos, mais de 90% daquele valor (14 542 contos, 72 mil euros) estavam destinados a pagar a "colaboradores".
O número dos tais colaboradores não está identificado no Relatório de Atividades de 1998 da ONG criada, entre outros, por Pedro Passos Coelho e da qual o atual primeiro-ministro admitiu ter recebido despesas de representação ao mesmo tempo que era deputado em regime de exclusividade.
DN
PRÉMIO
PRÉMIO CAMILO CASTELO BRANCO
Mário de Carvalho vence Grande Prémio de Conto
O livro A Liberdade de Pátio de Mário de Carvalho mereceu-lhe esta quinta-feira o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. É já a segunda vez que o autor recebe este prémio, tendo-o ganho na sua primeira edição, em 1991.
O presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes, descreve a obra como "um livro invulgar, de uma qualidade estética invulgar." De entre as mais de 50 obras a concurso, José Manuel Mendes sublinha que a "estrutura narrativa, o fulgor da palavra do escritor e algo novo da obra" fizeram sobressair o livro de Mário de Carvalho.
DN
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
O BUSTO
Foi há anos, há muitos anos e eu estive lá. Eu e mais setenta e oito parolos. Cabíamos todos no largo de Alcântara e sobrava espaço para o trânsito fluir normalmente. O general Ramalho Eanes, que ao tempo patrocinou o regresso do 'venerando' chefe de Estado do 'Antigo Regime' e, anos depois, apoiaria a candidatura da cavacal figura à Presidência da República, nesse dia, certamente, sorriu.
E, enquanto Eanes sorria, eu ia fixando os rostos dos manifestantes. Não me lembro de ter visto por lá um tal Pedro Filipe Soares (o que se compreende - o pequeno estava a mudar as fraldas). Mas também não vi Jerónimo de Sousa que, então, já era um homenzinho.
Quando, hoje, testemunho a indignação de certas alminhas que contestam a presença do busto do Cabeça de Abóbora, em exposição temporária, nos corredores da Assembleia da República (como se as páginas negras da história de um país pudessem ser arrancadas e levadas pelo vento...), só me apetece contar-lhes aquela anedota do marido que usou o busto do Napoleão, ao lado do tubo de vaselina, para apanhar a mulher desprevenida e de costas. Ou, em alternativa, gritar-lhes um sonoro e letal "fuck you!".
O REPTILÁRIO DE S. BENTO
ECONOMIA
França e Itália pedem alívio no défice, Portugal demarca-se
por Luís Reis Ribeiro
Duas das maiores economias da zona euro, França e Itália, apresentaram esta semana as propostas de Orçamento para 2015 e uma coisa ficou clara: ambos pretendem mais flexibilidade e tempo para reduzir o défice até aos 3%. Portugal e Irlanda demarcam-se da posição e até mantêm um tom de censura às pretensões gaulesas: cumprir o que foi combinado. Alemanha gostou de ouvir
De acordo com informações veiculadas ontem pela Reuters e hoje pelo Financial Times, a segunda e terceira maior economia do euro estão a pressionar as instituições da União Europeia (conselho e comissão) no sentido de obterem mais flexibilidade na aplicação das regras do tratado orçamental europeu de forma a dar mais oxigénio às economias e a gerirem melhor o descontentamento político e social interno.
DN
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
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