domingo, 21 de setembro de 2014

80

A idade de um senhor não se pergunta

EQUAÇÃO






    Vaqueiro Hermínio Martinho + José Cid + Tiririca 
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80

DN

sábado, 20 de setembro de 2014

MEMÓRIA FRACA

Passos Coelho não nega ter recebido dinheiro da Tecnoforma quando era deputado em exclusividade

COMPORTA(MENTO) ESPIRITUOSO

Autoridades do Dubai retiram idoneidade a Ricardo Salgado

Expresso

Regulador suíço inicia processo de insolvência contra Banque Privée Espírito Santo

Diário Económico

MP investiga rasto do dinheiro do BES Angola em Portugal

DN






sexta-feira, 19 de setembro de 2014

CONTRA-CICLO VIRTUOSO

Escritores Festival Literário da Gardunha arranca segunda-feira no Fundão

A primeira edição do Festival Literário da Gardunha, no Fundão, arranca na segunda-feira com uma residência artística, seguindo-se o encontro com mais de 30 escritores, nos dias 27 e 28.
Alexandra Lucas Coelho e Tiago Salazar (escritores) e o fotógrafo Pedro Loureiro são os convidados para participarem na residência artística, sendo que cada um fica em diferentes pontos do concelho (Castelo Novo, Fundão e Janeiro de Cima), de modo a contactarem a comunidade, designadamente os alunos das escolas do concelho.
A estes autores, a organização lançou o desafio de produzirem um trabalho que tenha como base de inspiração as zonas que ficarão a conhecer ao longo da semana.
Cenários que, tendo a Serra da Gardunha como pano de fundo, também poderão servir de inspiração para os restantes escritores e ensaístas, algo que seria o "topo dos topos", tal como classificou o presidente da Câmara do Fundão, Paulo Fernandes.
"O Fundão tem condições para ser um ponto muito interessante de espaço de criação (...). Não tenho dúvidas de que isso seria o topo dos topos", afirmou, durante a apresentação do festival.
Entre as presenças já confirmadas para o encontro dos dias 27 e 28 estão autores como Luandino Vieira, Albano Martins, Alice Vieira, Arnaldo Saraiva, Deana Barroqueiro, Hélia Correia, Teolinda Gersão, Paula Moura Pinheiro, Pedro Mexia ou Fernando Alvim, entre outros.
Um leque de personalidades, a que se juntam muitas outras, o que leva a organização a acreditar que "este festival terá, certamente, impacto literário e cultural, não só a nível regional, como a nível nacional", sublinhou Margarida Gil, que integra a comissão de organização.
Com tema genérico de "a viagem e literatura de viagem", esta primeira edição pretende também afirmar-se pela "heterogeneidade" - congregará autores de várias gerações e de vários géneros literários - bem como pela componente internacional, que fica garantida pela presença do escritor e jornalista espanhol Javier Reverte.
Caberá a este autor abrir com "chave de ouro" um fim de semana no qual os escritores são convidados a interagir com o público, sempre em "jeito de tertúlia".
"A viagem e o mapa", "a viagem e a poética da viagem", "a viagem e a ficção", "a viagem real e a viagem imaginária", a "viagem e a história" ou a "viagem com bilhete de ida, mas sem regresso marcado", são alguns dos temas de debate propostos pela organização.
Do programa constam ainda a realização de uma viagem à aldeia histórica de Castelo Novo e à vila de Alpedrinha, bem como um concerto com Cristina Branco e João Paulo Esteves da Silva.
A iniciativa é promovida numa parceria entre a Câmara Municipal do Fundão, a A23 edições e a Grande Turismo e o programa detalhado pode ser consultado em: facebook.com/festivaliterariodagardunha.

Notícias ao Minuto

CONTRA-CICLO VIRTUOSO

SETE

PETISCOS

DN

LUVAS

CM

LIXOS


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

NOTÍCIAS DA COELHEIRA

Investigações SÁBADO

Passos acusado de ilegalidade

18-09-2014

Uma denúncia apresentada no Ministério Público garante que, enquanto deputado em exclusividade de funções, Passos Coelho recebeu ilegalmente 5.000 euros por mês da Tecnoforma. As autoridades já estão a investigar as contas da empresa

Por António José Vilela


A procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, recebeu este ano uma denúncia com informações sobre alegados pagamentos do grupo Tecnoforma a Pedro Passos Coelho quando este desempenhou funções de deputado em exclusividade entre 1995 e 1999. O montante total em causa poderá chegar a mais de 150 mil euros. O caso está a ser investigado no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que ordenou recentemente por escrito à Tecnoforma que proceda à entrega dos “livros selados” da contabilidade. 

Segundo a denúncia, Passos Coelho terá recebido, entre 1997 e 1999, cerca de 5.000 euros mensais que não terão sido declarados pelo actual primeiro-ministro ao fisco. A confirmar-se, isso violaria o que está previsto na lei e no estatuto do deputado. De acordo com a legislação em vigor, os deputados que optem pela exclusividade de funções ficam proibidos de acumular outros rendimentos no Estado e em empresas e associações públicas e privadas. Em contrapartida, acabam por ficar com um maior vencimento mensal. Recebem, por exemplo, mais 10% do ordenado bruto em despesas de representação; ou 15% quando desempenhem funções de vice-presidente da bancada parlamentar como então sucedeu com Passos Coelho. Estas disposições legais não sofreram alterações desde que o líder do PSD foi deputado nos anos 90. 
SÁBADO

O LARANJAL VAREJADO


O NOVO BANCO


Guião de Ricardo E. Santo
Produção de P. Koelho e M. Albuquerque
Realização de C. Costa

EM EXIBIÇÃO EM TODAS AS SALAS DO PAÍS

BILHETES À VENDA NUMA REPARTIÇÃO DE FINANÇAS PERTO DE SI

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A MODA DA PASSARADA

Na Venezuela, às quatro da madrugada, lá canta o passarinho transmitindo mensagens de Hugo Chavez a Nicolas Maduro.
Por cá, a qualquer hora do dia ou da noite, pia um pintainho ditando todo um programa político tão simples quanto eficaz:
Para substituir o Cavaco - o Pinto!
Para substituir a Esteves - o Pinto!
Para substituir o Coelho  - o Pinto!
Promova-se, pois, o pinto a galo e, nos próximos 48 anos, haverá paz e prosperidade no galinheiro. 
 

A QUINQUILHARIA DA POLÍTICA

Marinho Pinto: salário de 4800 euros «não dá para muito»

Eurodeputado, em entrevista à Renascença, diz que a quantia não permite padrões de vida muito elevados em Lisboa

Marinho Pinto afirmou, esta terça-feira, que os deputados recebem pouco e não devem ganhar menos que os dez salários mínimos do bastonário da Ordem dos Advogados, ou seja 4.800 euros líquidos.
TVI 24

terça-feira, 16 de setembro de 2014

ALERTA VERMELHO

Há menos editoras, menos livrarias e vendem-se menos livros em Portugal

A QUINQUILHARIA DA POLÍTICA


José Cid "Se não correspondermos, aceitamos ser presos"

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

GOLPE DE MÃO


Não posso precisar a data da ocorrência. Foi no final do longínquo ano de 1971 ou no igualmente longínquo início de 1972. Um preciosismo sem importância porque, em qualquer caso,  já decorreu o prazo de prescrição. Sim, digo bem 'prazo de prescrição' por se ter tratado de crime de furto. E, por uma vez na vida, cometido por mim. Com orgulho o digo pelas razões que passo a expor:
Era a guerra e no meio da zona libertada da Guiné se encontrava o quartel ou campo fortificado de Empada. Casernas, metralhadoras pesadas, morteiros, obuses, valas e abrigos de protecção, uma pista de terra batida para helicópteros e avionetas, tudo cercado por pântanos, tufos de matas, hienas, cobras, melgas e guerrilheiros do PAIGC. 
Naquela manhã, inopinadamente, baixaram seis helicópteros. Tinham largado os comandos africanos para varrer uma aldeia que servia de base de apoio ao IN (abreviatura casernícola de inimigo) e faziam tempo para a sua recolha na hora e local previamente acordados. Para não baralhar os paisanos que nunca se viram nestes assados, convém esclarecer que, na guerra, as varridelas não se faziam com vassouras, mas com rajadas de G3 sobre tudo o que mexesse... E assim foi. Passadas umas três horas, lá levantaram voo para a prometida boleia à brigada de limpeza. 
Então, um outro helicóptero baixou. Trazia o material apreendido na operação: uma caçadeira, uma máquina de costura e, num pequeno caixote, quatro livros. Ora, sem livrarias num raio de milhares de quilómetros, senti um irreprimível impulso e surripiei a livralhada que mantive na clandestinidade até ao 25 de Abril. Vejam só: uma antologia de poemas do Nicolas Guillen, edições de Havana, um livro de Economia editado na RDA, um livro de Filosofia, edições de Moscovo, e o 'Livro da 2ª Classe', do PAIGC, editado na Suécia.
Os três primeiros ainda repousam nas minhas estantes, o quarto ofereci, em boa hora, à Fundação Mário Soares e está à disposição de toda a gente, graças ao milagre interneteiro.
Eu sei que roubar é feio, que é pecado segundo os mandamentos da lei de Deus e crime, mesmo segundo os liberalíssimos códigos penais por aí em vigor. Mas, sinceramente, acho que fiz bem. Evitei que os books caíssem nas patas da frente de um sargento ou de um oficial das Informações e, depois de uma primeira análise, acabassem a fazer de papel higiénico. E acho mais: por este feito, uma condecoração com a Cruz de Paz de 2ª classe, com palma!, pendurada na lapela do casaco, mesmo ao lado do emblema do Benfica, assentava-me que nem uma luva.



A NOSSA BIBLIOTECA

Amílcar Cabral Fundação Mário Soares disponibiliza arquivo em plataforma digital




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PRIMÁRIAS & MORTUÁRIAS

(...)
RICARDO ARAÚJO PEREIRA - VISÃO